Quem faz o Urbanistas.com.br

Leandro Meireles Pinto

leandro.jpgNasceu e morou na Vila Mariana por toda a vida, exceto pelo ano em que viveu em uma fazenda isolada no meio do mato nos Estados Unidos. Especialista na baixa gastronomia paulistana, topa um espeto de “churrasgato”, um pernil em porta de estádio ou uma coxinha de boteco a qualquer hora do dia.

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Lucas de Oliveira Fernandes

lucas.jpgLucasof veio do interior para conhecer os subterrâneos de São Paulo na velocidade do metrô e respirar um ar acinzentado no topo dos arranha-céus, sempre com uma vista incrível. Se apaixonou logo de cara e fincou pé na terra da garoa.

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Fernanda Fontes

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Nasceu em Minas Gerais, mas sempre morou em São Paulo. É paulistana daquelas que pega ônibus todos os dias, caminha pelas ruas e observa cada canto da cidade. Adora a noite paulistana, as bandas undergrounds, bares e botecos, rock n roll, jogos de futebol, as casas para dançar samba, rock, forró e qualquer lugar que toque boa música.

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Mayara Geraldini

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É a paulistana típica, descendente de italianos e japoneses, as duas maiores colônias de São Paulo. Freqüenta o parque do Ibirapuera e os shoppings, considerados as “praias de paulista”. Mora no 21º andar e tem a vista do pôr-do-sol mais bonita da cidade. Apenas uma coisa não se encaixa no perfil de paulistana: odeia pizza!

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Athos Sampaio

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Athos Henrique Sampaio conheceu São Paulo aos 10, com seu pai. Fez Tietê-Jabaquara-Tucuruvi-Tietê e teve que tomar Dramin com Fanta na saída do metrô (até hoje prefere andar de ônibus). Depois voltou para alugar um smoking branco; outra vez para aparecer na TV e andar de montanha-russa; e, enfim, para estudar, paulistanear e ficar. Pedestre convicto, não sai de casa sem guarda-chuva. Gosta de bar com mesa na calçada e de sanduíche na rua depois da balada.

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Ana Carolina Monteiro

ana.jpg Ana / Carol / Bean, coleciona apelidos e frases em portunhol. É do interior, mas só consegue respirar em cidades grandes. Viajar é prioridade, e Londres foi o único lugar que a fez deixar SP de verdade. Adora o barulho absurdo das ruas e a vista do Copan. E noites com shows e pistas apertadas. Não sai de casa sem música, digi-cam e guarda-chuva. Leva sua vida ponto.com muito a sério. Diz não ser indie, mas defende veemente o ‘roque’ nacional e as bandas de nomes esquisitos e obscuros.

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