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Imagem no Flickr do Franco Hoff.

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Nem parece que passou tanto tempo, mas esta já é a segunda retrospectiva do Sampaist. Até o fim do ano, vamos relembrar os posts mais legais, interessantes ou inusitados de 2007. O ano que termina foi cheio de entrevistas aqui no blog. Destacamos abaixo a conversa que tivemos com Mauro Motoki, integrante da banda Ludov.
A banda paulistana Ludov acaba de lançar seu segundo CD, o “Disco Paralelo”. O agora quarteto continua pop até onde pode, e jura que o ritual de passagem do primeiro para o segundo álbum foi tranqüilo. Pelo menos do lado deles. Rejeitando o rótulo de “mais maduros”, eles preferem dizer que estão apenas mais… livres.
Conversamos com o integrante multiinstrumentista Mauro Motoki, também principal letrista da banda.
Para os leitores do Sampaist que não conhecem o Ludov, por quais músicas eles devem começar?
Vou puxar a sardinha para o Disco Paralelo, nosso novo álbum, e dizer que eles podem começar pelas 11 músicas contidas nele.
As letras do Ludov são atuais e “cotidianas”. Como é o processo de criação dentro da banda?
Justamente nesse disco, procuramos dividir mais as autorias. Então, quando eu tinha uma idéia, por exemplo, eu começava, e tratava de passar rapidamente para os outros, mesmo que fossem apenas um par de versos ou idéias. Mas especialmente para as letras, há uma boa parcela de trabalho solitário.
…e dá pra não achar o Papai Noel do Iguatemi uma das coisas mais divertidas do Natal — mesmo na ressaca do Natal? Depois da capa de chuva nos dias molhados, o bom velhinho do shopping da Av. Faria Lima adotou um visual de turista para o fim de ano (só que as renas têm um caminho alternativo à Imigrantes, claro).


Nem parece que passou tanto tempo, mas esta já é a segunda retrospectiva do Sampaist. Até o fim do ano, vamos relembrar os posts mais legais, interessantes ou inusitados de 2007. O texto abaixo é sobre a saga de Athos Sampaio em uma incursão pela Moóca para comer churros de madrugada.
Este sampaísta empolgado vai falar de uma casa aberta em 1947 e não quer ouvir de ninguém que não é novidade (óbvio).
Pois lá fomos nós, com três franceses, para um programa meio de São Paulo turística — samba-rock no Copan. Nunca tinha ido (também estava de turista…), foi ok (valeu por entrar no prédio e pelas porções grátis de pipoca. Pipoca nunca é demais).
Lá pelas 4h, pausa para escolher o lugar pra matar a fome. Bateu uma preguiça quando alguém sugeriu a Mooca. Caramba, mas foi chegar e esquecer.
A noite desse domingo foi diferente para quem andou pela Avenida Paulista, importante ícone bandeirante.
Iluminada em virtude do natal, a avenida dava um show de luzes e atraia a atenção de “turistas” que às 23h00 ainda passeavam com toda a família, tirando fotos enquanto admiravam as decorações nada modestas dos bancos.
Esses, inclusive, não pouparam esforços em chamar a atenção. A concorrência estava à altura e quem ganhava nessa guerra pela mídia espontânea era o público. Pelo menos dessa vez.
Como todos os anos a fila para visitar a decoração do Banco Real estava enorme, fato que não tirou a animação de quem reservou o domingo para um passeio natalino. E quem comemorou foram os camelôs, que aproveitaram a movimentação para vender gorros de Papel Noel que brilhavam, Neons, bichos de pelúcia, bolsas. Um luxo!
E para todos aqueles que acompanharam o Sampaist ao longo deste 2007, um Feliz Natal, Merry Christmas, Buon Natale, Joyeux Noël e Feliz Navidad.
E de quebra dois presentinhos natalinos:
Fotografo se envolve em situação de vida ou morte, correndo contra o tempo e levado por forças sobrenaturais. Curta-metragem independente gravado nas ruas de São Paulo para participar do Project Direct YouTube.
Vídeo no YouTube do tcorrera