As igrejas e templos mais bonitos de São Paulo

A diversidade religiosa de São Paulo é impressionante e a cidade abriga centenas de igrejas, templos, mesquitas, sinagogas, terreiros… Veja abaixo uma lista das construções religiosas mais bonitas e mais importantes da capital.

Catedral Ortodoxa de São Paulo
Igreja Ortodoxa
Foto no Flickr do betta design
A Catedral Ortodoxa de São Paulo, perto da estação Paraíso do Metrô, é a Sé da Arquidiocese da Igreja Católica Ortodoxa Antioquina no Brasil.

É um exemplo de construção arquitetônica bizantina que pode ser apreciado na América do Sul. Seu projeto, cuja edificação teve início da década de 1940, foi inspirado na Basílica de Santa Sofia em Constantinopla (atual Istambul).

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“O Decapitador” está em São Paulo

Deapitator

Avisados sobre o pessoal antenado do Twitter, descobrimos que “The Decapitator” está em São Paulo, barbarizando pelas ruas dos Jardins.

“The Decapitator”, ou “O Decapitador”, é um artista não identificado que iniciou seus trabalhos em Londres. Ficou famoso por decapitar a cabeça de modelos em fotos de cartazes e outdoors, colocando um rastro de sangue e ossos no lugar.

Da Época SP:

As obras, que já causaram polêmica em Londres, espantaram paulistanos desavisados que transitavam pelo Shopping Iguatemi e Rua Oscar Freire neste mês. Com modelos sem cabeças, anúncios de marcas famosas e cartazes de revistas de moda ficaram aterrorizantes e causaram alvoroço em dois dos principais pontos de comércio de luxo da cidade.

ATUALIZAÇÃO: O Urbanistas chega atrasado e informa que o Trash It Up, da Bean, já está na cola do “Decapitador” desde a semana passada.

Segundo o Trash It Up, o Decapitador alcançou a “fama” no começo do ano passado, “quando conseguiu roubar centenas de jornais em Londres e arrancar a cabeça do Beckham da última página do jornal”. No vídeo abaixo, publicado no blog, você vê como o artista (ou a artista?) conseguiu o efeito:

“Gelada Express” para os dias de preguiça

gelada_expressSabe aquela sexta-feira que você está com a geladeira vazia e seus amigos aparecem em casa de surpresa? Sabe aquela preguiça que dá de ir até o mercado comprar uma cerveja e esperar gelar? É para essas horas que existem serviços como o “Gelada Express“, que promete fazer o delivery de bebidas geladas e apetrechos como açúcar, limão e gelo de quinta a domingo.

Pelo que explica o site, o Gelada Express funciona como um delivery de pizzaria. Você liga, escolhe as bebidas e eles entregam em casa. E ainda prometem que a bebida vai chegar gelada. “Bem gelada”, diz o site.

Os valores, obviamente, são um pouco mais altos que no mercado. E ainda há a taxa de entrega de R$ 3 para pedidos abaixo de R$ 30. Mesmo assim, se o serviço funcionar mesmo e realmente entregar o que promete, vale a pena ser testado.

O serviço só funciona de quinta a domingo e tem uma área de entrega limitada. Vá ao site do Gelada Express para saber como fazer seu pedido e garantir a diversão do fim de semana.

Charge: rotina paulistana

Shopping Cidade Jardim, a savana hype paulistana

Depois do enviAthos especial ter se aventurado pelo shopping Bourbon Pompéia, domingo foi dia de alguém do Urbanistas se embrenhar no mais novo (se é que já não abriram outro de ontem para hoje) shopping da cidade, e com direito a jardim. Cidade Jardim! Rá!

Ao errarmos a entrada uma vez, aproveitamos para passar pela Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira, aquela que fica presa em cabos e não tem passagem para pedestres. Idas e vindas depois, encontramos a entrada, logo depois de um ponto de ônibus.

A garagem é um labirinto, mas muito bem sinalizada pelas dezenas de pessoas que ficam fazendo seta com os braços e apontando o caminho das vagas. As vagas, aliás, são as maiores da categoria! Cabe um utilitário sem grandes manobras e ainda sobra espaço para uma escola se samba realizar o recuo da bateria. Já o Porsche Cayenne fica na medida, mas sem perigo da bater a porta no companheiro ao lado. Mas carrões estavam em falta nesse fim de semana, ou estavam todos no valet. O preço é semelhante ao dos outros shoppings, R$5,00 a primeira hora e com sistema Sem Parar funcionando.

Ao entrar no setor das lojas, um som ambiente embala o pessoal, em altura equilibrada, pelos estreitos corredores que engarrafam em alguns momentos, mesmo com poucas pessoas caminhando por ali. E lá está o jardim, com as sibipirunas, coqueiros e outras plantas (artigo raro) transplantadas de todas as áreas do terreno para o centro e topo da construção retangular, sob a ausência de teto e o céu da metrópole. Os ventiladores de teto e a cor ocre/cimento acentuam o clima de savana urbana, e pode-se tirar uma confortável soneca nas cadeironas dos “chill outs” centrais.

Com quatro andares perceptíveis – dois em ação, um em stand by e outro ao ar livre – e mais ou menos 120 estabelecimentos comerciais funcionando (outros 60 devem abrir ao longo do ano), a riqueza de detalhes e a sensação de acolhimento, mesmo para os pobres mortais, encanta. Foco no banheiro, todo em pedra, com ralos estratégicos e um funcionário sempre à postos, que impedem a formação daquele riacho de água na pia e perto dos “espaços de desapego”. Apenas duas folhas bastam mesmo para secar muito bem as mãos. Recomendados que as mulheres, furtivamente, entrem no banheiro masculino para conhecer os mictórios, a Ferrari do segmento!

Pausa para um sorvete da Mil Frutas (R$7,00 uma bola; limão siciliano não é para os fracos) e para observar a Baked Potato, o mais simples dos pontos de alimentação espalhados por lá. Fila suportável na Lanchonete da Cidade, com vista para SP, e no Nonno Ruggero, uma ilha de mesas e cadeiras um pouco angustiante. Kosushi estava tranqüilo, e a cozinha é visível para quem está no corredor. Perca muitos minutos vendo o pessoal regar os pratos com shoyu. Sede? Não gaste com água, pois os bebedouros também são lindos e divertidos.

No terraço, depois de passar pelo andar fechado, a vista é deslumbrante e a cara é de um “quintalzão”. É por ali o acesso ao Cinemark, que é igual aos outros por enquanto, nada de mais. Ok, não tem a terrível música da Trama nas salas, enquanto o filme não começa. E ricos também furam a fila da pipoca e sentam no lugar que não compraram…

Para não sair de mãos abanando, algumas trufinhas caríssimas e saborosíssimas da superlativa Pati Piva, que tem uma esquininha lá, uma camiseta branca Zapalla, uma passada de mão nos tapumes europeus e cor de abóbora da Hermés (só em 2009), tchauzinho para Kate Moss enooorme da entrada da Longchamp e sacolas ao ar, para fazer a linha Sarah Jessica Parker. A loja mais bonita, na votação do júri popular, é a Tânia Bulhões perfumes.

Na saída, um tapa na cara para voltar ao mundo real. A porta da garagem já está meio avariada e o odor do Rio Pinheiros dá o seu recado. E evite olhar pela janela da Daslu. Tem máquinas trabalhando e concreto respingando das obras nas torres residenciais e comercial que ficam em cima do shopping e prometem agregar muito mais movimento ao ainda aprazível local.

Ah! Para quem ficou sem crédito, bateria ou ainda faz parte da parcela da população que não tem um calular (e aposto que também não tem perfil no Orkut), há muitos orelhões espalhados por lá, em pontos estratégicos, e com adaptação para deficientes.

Foto Web Luxo.

Non ducor, duco

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Quem costuma visitar o Sampaist deve ter percebido que de uns tempos para cá as atualizações diminuíram bastante, até chegarmos a uma parada completa. Esse período sem novas atualizações tem um bom motivo, que vamos explicar a seguir.

O Sampaist surgiu dentro da rede de blogs norte-americana chamada Gothamist, que engloba sites em diversas cidades pelo mundo. Depois de um período bom de crescimento, de nos tornarmos uma referência sobre a cidade de São Paulo, com indicações na Vejinha, Folha de S. Paulo, Estadão, The Guardian, Rolling Stone e outros, achamos que era hora de dar mais um passo.

Mas notamos que o Sampaist ficou engessado pelas restrições da rede Gothamist, uma vez que, para nós, ficava difícil fazer parcerias e novos projetos por estarmos longe do “carro-chefe” da rede, culturalmente e lingüisticamente falando. Somos o único blog da rede que não é escrito em inglês, o dólar é mais caro que o real e não compartilhávamos a audiência da rede, que não entendia o que escrevíamos, bem como eles não sabem o potencial e a dimensão das nossas capitais, a quantidade de oportunidades que temos aqui em nosso País.

Por isso, a partir deste mês, o Sampaist deixa a rede Gothamist LLC. Percebemos que se seguíssemos não uma “carreira solo”, mas uma carreira “nacional”, teríamos mais autonomia, mais afinidade, mais possibilidades.

Deixaremos de usar a marca Sampaist, mas seremos eternamente gratos e parceiros da rede Gothamist, que nos deu todo o suporte nessa empreitada. Passamos agora a atender “em novo endereço”, com um projeto maior, com o know how que conseguimos compartilhando experiências com eles, nossos leitores e outras redes blogueiras, como o Interney Blogs, Insanus e etc.

Fundamos, hoje, a rede Urbanistas, que vai reunir blogs como o nosso em diversas cidades do País, compondo um panorama não só de uma capital, mas do Brasil.

Esperamos continuar crescendo, com o sucesso e apoio que tivemos até hoje, além de expandir a nossa qualidade.

Aproveitamos também para deixar o convite: quem quiser escrever conosco, capitanear um blog em uma capital brasileira, é só entrar em contato!

PS: não sabe o que significa o título deste derradeiro post? A frase “Non ducor duco” está no brasão da cidade de São Paulo e quer dizer “Não sou conduzido, conduzo”, e “valoriza a independência das ações desenvolvidas pela cidade e seu papel de liderança no Estado e no País”.