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Tem Festival do Japão começando na sexta!

festivaldojapao_bonecos.jpgPerdeu as barraquinhas de quitutes orientais do Festival das Estrelas? Pois lá mesmo estes simpáticos bonequinhos nos lembravam da décima edição do Festival do Japão, que acontece agorinha nos dias 20, 21 e 22 de julho.

Ano passado fui por lá sem grandes expectativas e fiquei encantada com a organização, as atrações e com as dezenas de barracas de comida. A comissão já divulgou a programação de atividades culturais, gastronômicas, de cursos e shows, além da data do desfile do Miss Festival Japão, que acontece no sábado, confira:

Atividades culturais
Espaço Gastronômico
Cursos e oficinas
Shows e apresentações
Miss Festival 2007

E mais uma vez lembrando, a melhor pedida é ir até as estações Jabaquara ou São Judas do metrô e pegar um dos micro ônibus gratuitos que te levam rapidinho para o Centro de Exposições Imigrantes.

10º Festival do Japão // Dias 20, 21 e 22 de julho // Centro de Exposições Imigrantes – Rodovia dos Imigrantes, km. 1,5, São Paulo, SP // Entrada: R$ 5,00 // Horários: Sexta, das 14h às 20h. Sábado, das 10h às 20h. Domingo, das 10h às 18h // Informações: (11) 6865-4312 // Translado gratuito partindo das estações de metrô São Judas e Jabaquara // Estacionamento: R$ 15,00 para carros, R$ 30,00 para ônibus // Clique para ver o mapa de como chegar de carro

{Top 10+1} – Pizzas de São Paulo

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Como os press releases que recebemos diariamente não nos deixam esquecer, hoje, 10 de julho, é o Dia da Pizza.

É evidente que um blog sobre São Paulo não poderia deixar de dar atenção especial pra essa data. Há quem diga que pizza é o prato mais típico de SP, e há também quem diga que as pizzas paulistanas deixam as de Napoli no chinelo.

Disputinhas à parte, o que a gente sabe é que São Paulo oferece lugares sensacionais para comer pizza. Ano passado listamos algumas das nossas favoritas. Esse ano fizemos um rápido top 10 + 1 mostrando o caminho das pedras pra quem quer celebrar o dia de hoje comendo uma bela redonda:

1Speranza: tradicionalíssima, já foi eleita a melhor pizza de São Paulo diversas vezes. Quando for pra lá, não ouse: peça as mais simples e dignas, como margherita e mussarela. Preste atenção na qualidade da massa. Hmmmm… entre as unidades da Bela Vista e de Moema, prefira a primeira. Se é pra ser tradicional…

2Bráz: inspirada no bairro paulistano do Brás, cheio de imigrantes italianos e, reza a lenda, onde as primeiras pizzas da cidade foram assadas, a casa se orgulha dos seus ingredientes de primeira qualidade. Cinco unidades em São Paulo, uma no Rio de Janeiro e uma em Campinas. Tá bom pra você?

3Pedaço da Pizza: é o Mc Donald’s das pizzas. Não é grandes coisas, nem tão barata assim, mas uma excelente opção se você está com pressa e quer comer uma coisinha rápida antes ou depois do cinema.

4Carlitos: os locais da Vila Mariana, como o Leandro e a Marcela aqui do Sampaist, são fãs! Fica a dica: peça a de escarola que você não vai se arrepender.

51900: nham nham nham. Com quatro unidades na cidade, é uma das pizzas mais queridas de SP. E se você participar da promoção do site deles que vai até hoje, pode ter uma pizza com seu nome no cardápio e ainda ganhar uma viagem para Buenos Aires. Corre lá!

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Tutti Buona Gente

Gigio1.jpg Cantina italiana em São Paulo não é difícil de achar. Na verdade, todo bairro tem a sua. Mesmo com mais de trinta anos de tradição, só fui conhecer a famosa Cantina Gigio há semanas.

Ela fica em uma rua não muito convidativa no meio do Brás, cheia de lojas com fachadas decadentes e um silêncio de dar medo à noite. Mas de longe, quando você vê a plaquinha iluminada em frente ao restaurante, já dá para se ter uma idéia do que vai achar lá dentro. A decoração não engana: imagens de santos, as toalhas em xadrez vermelho ou verde, pedaços de queijo pendurados no teto, um “púlpito” ao centro aguardando o cantor da noite, e inúmeros quadros que mostram como era a cidade de São Paulo antigamente.

O garçom avisa: “o prato aqui é bem servido”. É difícil não perder o controle no buffet que fica na entrada. Há desde ostras e casquinhas de siri, a dezenas de tipos de queijos e patês. Um enorme pão italiano com recheio de calabreza também fica exposto, sendo trocado de hora em hora por um quentinho. Basta se servir e pesar.

Nas mesas, garrafas de vinho tinto. Na carta, há vinhos baratos de até R$ 13,00, e os que custam mais de cem reais. Para todos os gostos e bolsos.

Gigio2.jpgComeça o som ao vivo, e o tenor italiano é na verdade, japonês (foto). Há várias fotos dele espalhadas pelo restaurante, uma delas, com o apresentador Jô Soares, fica em frente ao palquinho montado para ele. O cara é A celebridade local: recebe aplausos enquanto caminha até o “púlpito”, pára em algumas mesas e recebe abraços, e fregueses gritam “u-hu” antes mesmo da primeira nota do teclado. Percebendo que somos novos no pedaço, ele vem até a nossa mesa e diz que “é um italiano que fez plástica para parecer um japonês, mas que lá é tutti buona gente “. É também engraçadinho.

Ficamos nas massas, mas no cardápio, há vitela, cabrito, coelho e frango. Um quadro na parede oferece frutos do mar e “deliciosas rãs temperadas com alho”. Não seguimos a recomendação do garçom e exageramos na dose. Um prato serve, sem exagero, três pessoas com fome. Quando tivemos que pedir que embrulhasse para levarmos para casa, ele recomendou que da próxima vez, pedíssimos “meia porção” para cada duas pessoas. Recado dado!

O ambiente é familiar, mas é ideal para ir com uma turma de amigos. Dá para comer e beber a vontade por muito pouco! O lugar fecha às 0h, então comece a noitada cedo.

Cantina Gigio // Brás: R. do Gasômetro, 254 // Telefones: (11) 3228-2045, (11) 3326-5340
Cantina Gigio // Pinheiros: Rua dos Pinheiros, 355 // Telefones: (11) 3064.6823, (11) 3081.8419
Diariamente, das 11h30 à 0h.

Pernil do Estadão

estadao_004.jpg A dica que vamos dar agora é velha conhecida de grande parte dos paulistanos, principalmente aqueles que circulam com freqüência pelo centro da cidade. Estivemos no fim de semana no bom e velho “Bar e Lanches Estadão” para comer o delicioso sanduíche de pernil (na foto, pernil com queijo!).

O “pernil do Estadão” é um lanche simples, sem firulas. Pão francês, várias fatias de pernil bem assado e molho com cebola, tomate e pimentão. Na versão devorada pelo Sampaist, algumas fatias de queijo deram o toque final. O tamanho impressiona e as várias fatias de pernil deixam o pão francês no limite da sustentação. Por R$ 8,50 conseguimos comer um “senhor” lanche!

Pioneiro em São Paulo no atendimento 24 Horas, o Bar & Lanches Estadão, conhecido simplesmente como Bar Estadão, é uma das metáforas mais fiéis da cidade – nunca dorme. É o Cioran dos bares paulistanos. Para quem ignora, Emile Michel Cioran (1911 – 1997) foi um importante escritor romeno que padecia da ausência de sono.

Para quem não conhece, o Bar do Estadão fica em frente ao antigo prédio do jornal “O Estado de S. Paulo” (por isso o nome), que na década de 60 ainda funcionava por ali. Hoje, a redação do Diário de São Paulo ocupa o prédio.

Bar do Estadão // Viaduto 9 de Julho, 193 // 24h

Fran’sFashion

fransfashion.jpg Em semana de Fashion Week e inauguração de Starbucks, o Fran’s Café divulga que seus funcionários sofreram um banho de loja e mudaram o visual dos uniformes. “O novo uniforme, mais do que conferir praticidade e limpeza visual, é marco de um novo momento de renovação”, diz o release.

Segundo a assessoria da rede, a mudança no uniforme é o primeiro passo para o “rejuvenescimento visual aliado ao conhecimento e à tradição já inerentes à marca Fran’s Café”. E termina com “Fran’s mostra a que veio, sua cara brasileira com o requinte dos cafés de primeiro mundo”.

A pergunta que fica é: será que eles já estão sentindo a chegada do Starbucks e querem dar uma repaginada nas lojas e reforçar a “cara brasileira” da rede? Achamos que sim, o que vai ser bom para todos os amantes de cafés de Sampa.

Primeiro!

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baires_lemp_299.jpg Ok, nós até que tentamos, mas não fomos os primeiros clientes da nova loja do Starbucks, na Rua Amauri. Chegamos por lá bem cedo, por volta das 8h30, mas algumas pessoas que trabalham na região já estavam confortavelmente sentadas nos sofás da loja, degustando os diversos tipos de café.

Com a loja ainda vazia, pudemos escolher com calma nossos pedidos. Um ponto positivo da visita foi o atendimento dos balconistas, bem menos afobados e inexperientes que os funcionários que enfrentamos na estréia do Shopping Morumbi.

Outro ponto positivo que anotamos é o deck logo na entrada, com mesas de madeira quase na calçada. Em dias de clima ameno como hoje, é uma ótima pedida. É mais agradável para ver e ser visto, um dos fortes da Rua Amauri. Se quiser mais privacidade (ou se quiser se esconder do chefe), suba até o mezanino e aproveite os sofás espalhados.

Sabemos que depois deste post vamos receber as já tradicionais críticas: “americano não sabe fazer café”, “é estúpido quem paga tão cara por um café”, “bla, bla, bla bla…”. Se você pensa que “americano” (não vi nenhum por lá) não sabe fazer café, experimente o “Expresso Brasil Blend”. Melhor e mais forte que muito café que a gente toma por aí.

O preço cobrado pelo Starbucks não é dos mais baratos. Mas também não é um absurdo, principalmente na Rua Amauri. Um café expresso na finada “Pracinha” não saia por menos de R$ 2,50. No Starbucks, sai por R$ 3,00. Se contarmos a diferença de atendimento, o conforto e o wi-fi de graça, até que vale o preço, não?

Starbucks // Rua Amauri, 268 // 8h às 00h