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Retrospectiva 2007: pizza para todos os gostos

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Nem parece que passou tanto tempo, mas esta já é a segunda retrospectiva do Sampaist. Até o fim do ano, vamos relembrar os posts mais legais, interessantes ou inusitados de 2007. No post abaixo, publicado originalmente no Dia da Pizza, demos sugestões das melhores pizzas paulistanas.

Como os press releases que recebemos diariamente não nos deixam esquecer, hoje, 10 de julho, é o Dia da Pizza.

É evidente que um blog sobre São Paulo não poderia deixar de dar atenção especial pra essa data. Há quem diga que pizza é o prato mais típico de SP, e há também quem diga que as pizzas paulistanas deixam as de Napoli no chinelo.

Disputinhas à parte, o que a gente sabe é que São Paulo oferece lugares sensacionais para comer pizza. Ano passado listamos algumas das nossas favoritas. Esse ano fizemos um rápido top 10 + 1 mostrando o caminho das pedras pra quem quer celebrar o dia de hoje comendo uma bela redonda:

— Veja na íntegra as 11 dicas do Sampaist!

Retrospectiva 2007: Churro em roda mágico na Mooca

Nem parece que passou tanto tempo, mas esta já é a segunda retrospectiva do Sampaist. Até o fim do ano, vamos relembrar os posts mais legais, interessantes ou inusitados de 2007. O texto abaixo é sobre a saga de Athos Sampaio em uma incursão pela Moóca para comer churros de madrugada.

Este sampaísta empolgado vai falar de uma casa aberta em 1947 e não quer ouvir de ninguém que não é novidade (óbvio).

Pois lá fomos nós, com três franceses, para um programa meio de São Paulo turística — samba-rock no Copan. Nunca tinha ido (também estava de turista…), foi ok (valeu por entrar no prédio e pelas porções grátis de pipoca. Pipoca nunca é demais).

Lá pelas 4h, pausa para escolher o lugar pra matar a fome. Bateu uma preguiça quando alguém sugeriu a Mooca. Caramba, mas foi chegar e esquecer.

—> Clique aqui para ler até o final!

Ale Blanco, o bar Veloso e o mapa da coxinha em SP

A Ale Blanco, blogueira do Comidinhas, acabou de soltar um saborosíssimo “mapa das coxinhas” de São Paulo. Antes, ela postou suas impressões sobre o bar Veloso, na Vila Mariana. A gente roubou o post na cara dura para o Sampaist e você o lê a seguir, assim que terminar de votar na Ale como melhor weblog em Português no Bobs - Best of The Blogs, um dos prêmios mais importantes da blogosfera.

bolinhocamarao2.jpg Demorou, mas fui conhecer a coxinha do bar Veloso na Vila Mariana, em São Paulo. A coxinha, o bolinho de camarão, o de bacalhau, a caipirinha de jabuticaba, outra de tangerina. E, pode anotar: o lugar é um absurdo!.

Para começar, fica em uma pracinha de paralelepípedos, que tem cara de “me perdi em uma rua de bairro em Montevidéo”, sabe? Uma delícia de lugar que por incrível que pareça fica a uma quadra da Paulista, mas dá para ficar de pé conversando bem no meio da rua, de tão tranqüilo.

Aí você entra no Veloso e pode pedir um drinque do Souza, o barman que tem sido eleito seguidas vezes como o melhor da cidade. E parte para o que interessa: a coxinha. Há quem jure que é a melhor. E eu concordo e assino embaixo. Sim, é até melhor que a minicoxinha do Frangó. Porque ela é média, crocante por fora e macia por dentro, mas sem montes de catupiry. Bem temperada. E, se você colocar uma pimentinha, poucas coisas podem ser melhor.

Os outros salgados e até o filé com batatas também são bons. Mas se você tiver que escolher algo para apostar suas calorias, vá direto na porção de coxinha com caipirinha de jabuticaba. Aos sábados, o bar ao lado, o Brasa Mora, também serve feijoada (e todas as comidinhas e bebidinhas do Veloso).

Na foto, os bolinhos de camarão.

E como eu havia prometido, faltava só o Veloso para eu fechar o meu mapa da coxinha em São Paulo. Então, aí vai abaixo, em uma versão super web 2.0 Google Maps : )


Exibir mapa ampliado

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Festival gastronômico do Chile

Bandeira do Chile

Quer sentir um gostinho do Chile mas está sem tempo ($$) para tirar umas férias? O restaurante Las Palmas, do Hotel Gran Melia Mofarrej promove, nos dias 24, 25, 26 e 27 de outubro, o Festival Gastronômico do Chile. Segundo a Folha:

A extensa costa do Pacífico garante na mesa dos chilenos a presença de grande variedade de produtos de qualidade. O prato de mestre é o cebiche, peixe como corvina ou frutos-do-mar marinados com limão. Uma campanha publicitária já dizia que “Chile se escreve com ‘C’ de cebiche, centolla e caldillo de congrio”. O caranguejão centolla e o peixe congrio são muito consumidos. Outro destaque fica por conta dos mariscos, bem populares, como os locos quanto mais se lhes bate, mais macios ficam.

As delícias gastronômicas propostas pelo chef chileno Jordan Barrera, do Melia Patagonia, serão acompanhadas por vinhos Concha y Toro, Tamaya, Santa Carolina e Viu Manent, assim como por um bom Pisco Sour Capel.

Leia mais sobre a culinária chilena no blog Comidinhas!

Restaurante Las Palmas // Alameda Santos, 1.437 // R$ 78,00 por pessoa // Reservas: 3146-5900 ramal 3155 com Luciana

Foto no Flickr do felipe_ascencio

Coxinha e caipirinha com gostinho paulista

caipirinhajabuticaba.GIFAlguns membros do Sampaist compareceram na noite dessa terça-feira ao Veloso, um bar bastante simpático, ali na Vila Mariana.

O boteco, conhecido por sua deliciosa coxinha de frango e por sua exótica caipirinha de jabuticaba, é deveras amistoso e reúne um cardápio, assim, com cara de barzinho de esquina.

A caipirinha de tangerina é outra bebida bastante apreciada e perfeita para acompanhar os deliciosos bolinhos; experimentamos dois: o de bacalhau e o de camarão. Aprovamos todos, evidentemente!

A sobremesa fica por conta de um pudim de leite condensado, capaz de fazer subir as paredes qualquer mortal. Ainda prefiro aquele da latinha, facilmente encontrado na frente do Parque Trianon, na Avenida Paulista, mas o do Veloso também já entrou na listinha dos “top of the pops”.

Estavam conosco a especialista Alessandra Blanco, que edita o Comidinhas - e fará uma análise muito mais profissional que a da entusiasta aqui -, Lúcio Ribeiro, do Popload, Anamaria Rinaldi, do Assunto de Mulher, e Juliana Zambelo, do Popará. Os demais companheiros de mesa, minha gente, eram os Sampaists Carlos Augusto Gomes, Marcela Tavares e Ligia Helena Sales Nunes.

Serviços
Bar Veloso
R. Conceição Veloso, 56 - Vila Mariana
(11) 5572-0254

Hamburgueria Nacional

albacoara.jpg Quem diz que hamburguer e peixe na mesma grelha não combinam, não sabe o que está falando. Dia desses conhecemos a Hamburgueria Nacional, restaurante do sushiman Jun NSakamoto.

Segundo o próprio site da casa, o hambúrguer é assado na salamandra, um tipo de grelha que não deixa a carne ficar ressecada, “como nas melhores casas de Nova York”. Como comprovamos, a carne é realmente deliciosa e pode figurar entre o “top 3″ da cidade.

O maior apelo da Hamburgueria Nacional, no entanto, está na mistura entre o hambúrguer suculento e os pratos feitos com peixes, especialidade de NSakamoto. O Albacoara, sanduíche com uma posta de atum ao molho teryaki e rúcula, foi eleito pela Revista Playboy como o melhor lanche exótico da cidade.

Além de receitas tradicionais, há outras tipicamente brasileiras como o sanduíche de calabresa produzida na própria casa e o sanduíche de pernil. Como somos tradicionalistas, deixamos o pernil para a porta de estádio ou para o Bar do Estadão

Diferente das lanchonetes “tradicionais”, a Hamburgueria tem decoração bem sóbria e estilo de restaurante “chic-despojado”. Quando fomos, a casa estava bem vazia e nem metade do amplo salão estava ocupado. Uma boa pedida para grupos pequenos e jantares a dois.

P.S.: Cuidado! O Super Hambúrguer do cardápio é realmente “super”. Se você não quiser se empanturrar com quase meio quilo de comida, opte pelo hambúrguer simples…

Foto de divulgação do Albacoara.

Hamburgueria Nacional // Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 822 // Itaim Bibi

Luiz Horta, o não filho de Nina

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Luiz Horta é jornalista acidental de vinhos, mora em São Paulo com sua gata Frederica, é blogueiro do Portal iG, colaborador da revista Gula e do caderno Paladar do Estado de S.Paulo, além de tentar escrever livros quando dá tempo. Adora explicar coisas, detesta cartilagem de frango e ama viajar, embora nunca queira ir, nem voltar. O ponteiro de sua bússola aponta sempre para Barcelona.

Os que já puderam dividir com ele um Jerez Pedro Ximenez em tarde fria paulistana dizem ser experiência única compartilhar seus comentários afiados e pontuais sobre quase tudo. Ainda mais sobre o visual surpreendente de alguns chefs estrelados pelo Michelin. Para puxar papo, comece comentando o seriado Seinfeld. E para quem ainda tem essa dúvida, ele não é parente de Nina Horta!

No mais, saboreie suas respostas para nossas perguntas paulistanas:

Quem é e a que veio Luiz Horta?
Eu sou um especialista em idéias gerais, muito preguiçoso e vim à Terra a passeio. Minha excursão foi legal e já está quase na hora de voltar pra casa, que eu queria que fosse Barcelona, mas acho que é Saturno.

De onde veio a paixão por vinhos e gastronomia?
Fui criado à inglesa numa casa bem portuguesa, gente do norte de Portugal, nunca faltou um papo sobre vinhos e meu avô sempre passou aos netos um copinho de vinho diluído em água. Agora, como algo consciente e de dedicação quase exclusiva, o jornalismo de gastronomia começou quando voltei de três anos em Buenos Aires, em dezembro de 2000 e precisava escrever sobre alguma coisa de que gostasse. Até então tinha sido jornalista cultural, mas cansei do assunto.

Vinho é sua bebida preferida ou, de verdade, prefere refrigerantes?
Minha bebida favorita é água com gás. Depois vem o vinho.

São Paulo tem aroma e retrogosto de que?
De freada de pneu no asfalto, e isso não é uma crítica. É mais uma licença poética.

Qual a melhor bebida para brindar a cidade?
Um Jerez Pedro Ximenez, que é viscoso, denso e escuro, tem alguma coisa a ver com óleo de carro e com a fumaça da cidade, mas é doce por debaixo desse aspecto “poluído”.

Um lugar para piquenique? Um lugar para um jantar de gala?
Piquenique? Adoraria dizer que é o parque, mas infelizmente não temos um verdadeiro hábito de freqüentá-los. Acho que é mesmo o meu mini jardim de um metro por um metro. Jantar de gala para mim sempre é na Figueira Rubayat. Que, aliás, é um parque! Pode unir as duas coisas lá, piquenique e jantar de gala!

Onde beber bem com 5, 50 e 500 reais?
Com 5 reais só na Espanha. Com 50 reais em casa, com duas boas garrafas de ótimos vinhos argentinos, chilenos ou uruguaios. Com 500 reais, se você tem tempo, no ambiente mais confortável da urbe, o lobby do Hotel Fasano, afundando numa daquelas poltronas de couro, sorvendo devagar o líquido e pensando sobre a graça da espécie humana.

E onde comer bem com 5, 50 e 500 reais?
Com 5 reais, no Zillana, a mercearia judaica aqui do bairro (esquina da Rua Sergipe com Rua Itambé, em Higienópolis), uns vareniques. Com 50 reais no ótimo almoço do ICI Bistrot (principalmente quando tem costela a provençal) e com 500 reais, no D.O.M do Alex Atala, nham, salivei!

Qual lugar na cidade abre o apetite? E qual tira totalmente a fome?
O que abre o apetite é o Ceagesp cedinho, ver produtos frescos recém descarregados e em exposição é uma das coisas mais apetitosas, uma promessa de belas refeições. O que tira a fome é o descaso dos cidadãos com essa palavra, sua condição, de donos da cidade. O privado é lindo em São Paulo, mas os espaços públicos são acabrunhantes. Queria que os habitantes gostassem mais de usar a cidade em conjunto e não dentro de suas casas.

Vinhos combinam com comida ou comidas combinam com vinho?
Hehe, pergunta maldosa… Eu sou do tipo dois, a humanidade se divide nisso daí da pergunta; eu acho que comida é que vem depois, primeiro se escolhe o vinho…

caballero%20con%20la%20mano.JPGBeber sozinho, a dois ou em muitos?
Para tomar notas, sozinho, mesmo porque o ideal é deixar a garrafa evoluir devagar, por vezes até dois dias. Mas minha assistente, que é a Frederica, minha gata, sempre torna a tarefa menos solitária, mesmo porque ela cheira todos os vinhos antes. No mais, como quase tudo na vida, a dois é o ideal. Mas até cinco vai bem. Se são mais de dois tem que ser ímpar, para não haver consensos, quando todo mundo concorda em vinhos alguma coisa está errada.

Onde comprar vinhos de primeira?
Sao Paulo, Chicago, Barcelona, cidades com oferta de cair o queixo. Eu não escondo que combino muito com as escolhas e com o entusiasmo da importadora Mistral, que foi minha pós-graduação. E eles têm minha atual paixão e mania, vinhos austríacos.

E de segunda?
Infelizmente ainda há grande produção de vinhos de uvas não viníferas, os terríveis garrafões. Mas estamos melhorando, breve espero não haja mais este lugar e nem estes vinhos, quando também os vinhos terão baixado de preço…Xi, acho que estou sonhando demais…

O que na cidade está verde, o que está maduro e o que já apodreceu?
Verde: a noção de que a cidade nos pertence. Maduro: o público bem informado sobre comida e bebida, bastante exigente e conhecedor. Apodreceu: o transporte público, a falta de áreas verdes comuns, a impossibilidade de ser um flâneur, caminhar pelas ruas da cidade despreocupadamente. Baudelaire aqui teria sido atropelado por um motoboy…

Qual restaurante conhecer antes de morrer?
Tem uma lista enorme, o Pierre Gagnaire, o Drolma do Fermi Puig em Barcelona, o Olivier Roellinger na Bretanha. Mas estes são meros objetos de desejos gulosos. O restaurante para ir sempre até morrer é o do único cidadão que eu ouso chamar de gênio, o Mugaritz, de Andoni Luis, em San Sebastian, no País Basco.

Um lugar que só você conhece na cidade.
Puxa, será que tem algum? Posso dizer alguns lugares que só eu valorizo, mas seria meio pedante, não é? Não consigo pensar em nada que pelo menos alguém não tenha ido antes.

Quer fazer um brinde em homenagem a qual paulistano?
À minha querida mentora e madrinha gastronômica, pessoa que sintetiza bem a finura no ato de viver e de escrever, Nina Horta (que não é minha parente, esclareço mais uma vez). Ela é o que São Paulo deveria ser, elegante, mas discreta, com muito senso de humor, o que os franceses chamam savoir-vivre.

Sampaist respondeu… E o leitor agradeceu com dicas e fotos

Há um tempo Fábio nos escreveu querendo dicas de passeios em São Paulo, especialmente na região da Liberdade e com isso montei um guia que publiquei aqui. Fábio veio, passeou e como agradecimento nos mandou um texto sobre suas impressões da cidade, dicas de guloseimas orientais e essas belas fotos do slideshow!

Tudo bem ?
Escrevo pelo e-mail de minha garota, pois suporta fotos pesadas. Estou de volta ao Rio. Graças as suas dicas e à net, eu e minha namorada percorremos quase toda Sampa de metrô. Adoramos o metrô, que é bem rápido e bem sinalizado. O único problema são as constantes superlotações. A Sé nos lembrou a música de Zé Ramalho “Vida de gado”.

O que achamos chato foi na hora das pessoas nos darem informações. Cada um dava sua versão de como chegar ao local. Logo tivemos que fazer uma média aritmética, além de sempre ouvirmos uma 2ª opinião. A noção de distância dos locais também variava bastante. Com certeza a maioria dos paulistanos não conhece bem a imensa São Paulo. Achamos os paulistanos bem mais apressados e mais secos que os cariocas.

Como ficamos na Liberdade, reparamos que os japoneses são mais simpáticos que os chineses e coreanos. Coreanos e chineses pouco se misturam, além de serem mais rudes. Porém todos os orientais evitam olhar nos olhos, além de respeitarem bem a privacidade alheia.

Só ficamos realmente apreensivos na Luz ( Quando nos perdemos perto da Cracolândia) e na Praça da Sé. Constatamos que Sampa realmente é mais limpa que o Rio e bem mais policiada. O que falta ao Rio é “botar o bloco na rua”. Aumentar o efetivo da PM nas ruas, visando a prevenção & armar a guarda municipal ( Aí é chamada de Guarda Metropolitana ).

Quanto à violência parece que Sampa é como Brasília: tem uma violência mais na periferia. O “lixo” fica nos cantos da sala, enquanto que no Rio o “lixo” fica espalhado por toda a casa. Logo a sensação de “limpeza” em Sampa é maior. Isso me foi dito, em outras palavras, pelos próprios paulistanos. Aqui no Rio todos e tudo se misturam democraticamente. Vc literalmente nunca sabe quem está num barzinho tomando chopp ao seu lado. Pode ser um pastor, um político ou um traficante procurado. Cordialidade e mistura são nossas marcas registradas. Infelizmente nossas virtudes também são nossa grande sina.

Adorei Sampa. Descobri uma bela São Paulo, com seus inúmeros parques e várias etnias numa única terra. São Paulo tem diversos penteados, sotaques e idiomas. É o exercício mais belo de democracia e globalização que já vi na vida. Em São Paulo a cada dia descobri algo novo, uma sedução diária em cada esquina. São Paulo é Rock, Techno e Punk. São Paulo é Minhocão, Torre Banespa & Anhangabaú. São Paulo é churrasco coreano, esfiha e pizza. São Paulo é Água Branca, Ibirapuera e Aclimação. São Paulo é “Chinatown”, “Little Italy” e Bom Retiro. São Paulo é judia, italiana e japonesa. 14 dias foi muito pouco pra nós. São Paulo é pouco pra uma única vida…

Abraços mil & obrigado por tudo
Fabio – RJ

DICAS GASTRONÔMICAS ORIENTAIS
1 – Bolinhos de polvo (com molho de peixe/gengibre & deliciosos; Feira da Liberdade)
2 – Doces recheados de creme (baunilha/mel & bem macios; Feira da Liberdade)
3 – Churrasco coreano (delicioso & bem picante; Bom Retiro ou Aclimação)
4 – Picolé de melão & mousse de chá verde (Bakery Itiriki)
5 – Balas de melão & balas de flores (Supermercados da Liberdade)
6 – Chás gelados de flores (Supermercados da Liberdade)
7 – Bentôs (bandejas mistas de sashimis/sushis; Supermercados da Liberdade)
8 – Noodles (Miojos japoneses/coreanos originais) - Supermercados da Liberdade

Café, bar… e jogos!!!

monopoly.jpg A leitora Lulileslie, do imperdível Petitpois, mandou no nosso e-mail a dica sobre a inauguração do “Ludus Luderia“, “o primeiro bar e café que oferece jogos de tabuleiro nacionais”.

Pioneiro no ramo em Sampa, e talvez até no Brasil, a idéia do “Ludus Luderia” é receber o pessoal fã de jogos de tabuleiro para boas partidas e boa companhia. Segundo o site oficial do local:

O público freqüentará o local para jogar e interagir com pessoas que tenham o mesmo interesse usufruindo toda a infra-estrutura que um bar / café proporciona e amparado por uma equipe experiente em expor e ensinar os mais variados jogos de tabuleiro.

A idéia parece ótima e já estamos agendando uma reunião do Sampaist por lá. Só resta saber se eles ficam abertos a madrugada inteira para esperar que as partidas intermináveis de Banco Imobilário terminem sem bagunça!

Atualização: avisaram nos comentários que existe uma casa com a mesma proposta em Belo Horizonte (MG).

Atualização 2: O bar de Belo Horizonte se chama SOHO e fica na Savassi. Ganhou a alguns anos atrás a melhor batata frita no concurso comida de boteco. O bar é excelente e merece destaque por ser mais antigo que a versão paulistana. (por Henrique Damião)

Atualização 3: A Jess, do Crashtester, diz que já existe algo parecido em São Paulo. “O snooker bar Conspiração do Jogo, no complexo do Velhão, em Santana, tem jogos de tabuleiro para os frequentadores também, desde… hum, faz tempo :D”. Valeu, Jess!

Ludus Luderia // Rua 13 de Maio, 972

Foto no Flickr do TheKillerBiscuit.

Tem Festival do Japão começando na sexta!

festivaldojapao_bonecos.jpgPerdeu as barraquinhas de quitutes orientais do Festival das Estrelas? Pois lá mesmo estes simpáticos bonequinhos nos lembravam da décima edição do Festival do Japão, que acontece agorinha nos dias 20, 21 e 22 de julho.

Ano passado fui por lá sem grandes expectativas e fiquei encantada com a organização, as atrações e com as dezenas de barracas de comida. A comissão já divulgou a programação de atividades culturais, gastronômicas, de cursos e shows, além da data do desfile do Miss Festival Japão, que acontece no sábado, confira:

Atividades culturais
Espaço Gastronômico
Cursos e oficinas
Shows e apresentações
Miss Festival 2007

E mais uma vez lembrando, a melhor pedida é ir até as estações Jabaquara ou São Judas do metrô e pegar um dos micro ônibus gratuitos que te levam rapidinho para o Centro de Exposições Imigrantes.

10º Festival do Japão // Dias 20, 21 e 22 de julho // Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia dos Imigrantes, km. 1,5, São Paulo, SP // Entrada: R$ 5,00 // Horários: Sexta, das 14h às 20h. Sábado, das 10h às 20h. Domingo, das 10h às 18h // Informações: (11) 6865-4312 // Translado gratuito partindo das estações de metrô São Judas e Jabaquara // Estacionamento: R$ 15,00 para carros, R$ 30,00 para ônibus // Clique para ver o mapa de como chegar de carro