A estação de metrô é uma pechincha!

A notícia vem de Nova York, direto do nosso “ex-blog mãe”, o Gothamist. A Autoridade Metropolitana de Transportes (ou M.T.A. na sigla em inglês) conseguiu finalmente concluir a venda dos direitos sobre o nome de uma estação de metrô da cidade. A partir de 2012, a estação atualmente conhecida como Atlantic Avenue-Pacific St. passa a ser “Estação Barclays” (sim, o Banco Barclays “comprou” o nome da estação!)
A MTA, que gerencia todo o sistema de transportes de Nova York, vai receber US$ 200 mil dólares por ano para ceder o nome de uma de suas estações ao banco londrino. Em época de crise, ter US$ 200 mil por ano, durante vinte anos, até que não é um mau negócio. Mas até que ponto esse tipo de transação afeta o cotidiano da cidade?
Vamos imaginar a mesma situação em São Paulo. Digamos que o governo do Estado decida vender o nome de alguma estação para a iniciativa privada. Qual estação seria a primeira a parar nas mãos de alguma empresa? Imagina combinar um ponto de encontro na “estação Banco do Brasil”? Eu não aprovo, e você?!
Foto no Flickr do @MSG




O terreno, que é da subprefeitura da Lapa, foi usado como canteiro do Metrô por 12 anos. “Quando o lugar ficou vazio e abandonado, alguns moradores questionaram a segurança do local”, diz Iênidis Benfati, presidente do conselho da Associação Viva Pacaembu por São Paulo. A prefeitura previa a construção de uma praça, com entrega ainda em 2008, mas o projeto sofreu resistência. “Fomos surpreendidos sabendo, pelo jornal, que seria uma pista 24 horas”, relembra a representante do bairro.


