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A estação de metrô é uma pechincha!

A notícia vem de Nova York, direto do nosso “ex-blog mãe”, o Gothamist. A Autoridade Metropolitana de Transportes (ou M.T.A. na sigla em inglês) conseguiu finalmente concluir a venda dos direitos sobre o nome de uma estação de metrô da cidade. A partir de 2012, a estação atualmente conhecida como Atlantic Avenue-Pacific St. passa a ser “Estação Barclays” (sim, o Banco Barclays “comprou” o nome da estação!)

A MTA, que gerencia todo o sistema de transportes de Nova York, vai receber US$ 200 mil dólares por ano para ceder o nome de uma de suas estações ao banco londrino. Em época de crise, ter US$ 200 mil por ano, durante vinte anos, até que não é um mau negócio. Mas até que ponto esse tipo de transação afeta o cotidiano da cidade?

Vamos imaginar a mesma situação em São Paulo. Digamos que o governo do Estado decida vender o nome de alguma estação para a iniciativa privada. Qual estação seria a primeira a parar nas mãos de alguma empresa? Imagina combinar um ponto de encontro na “estação Banco do Brasil”? Eu não aprovo, e você?!

Foto no Flickr do @MSG

Todo carnaval tem seu fim

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São Paulo 40 graus!

O paulistano nunca está feliz com o clima na cidade. Quando esfria, ele reclama. Quando chove, ele reclama das enchentes. Quando o ar fica seco, reclama do nariz ardendo. E agora, nesta onda de calor, reclamamos também!

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências, várias estações de medição registraram temperaturas de 35º nesta tarde, um novo recorde para a cidade. Ontem, de acordo com o G1, a temperatura registrada pelo Inmet, 34,1ºC, não foi apenas a mais alta do ano na capital paulista: desde que o Inmet começou a fazer medições na cidade, em 1943, nunca se registrou uma temperatura tão alta com esta em um mês de março.

Com o clima abafado e a falta de ventos, a sensação térmica nas áreas mais povoadas da cidade chega a causar mal estar e tonturas. Flagramos este termômetro de rua na região da Vila Mariana marcando 40º… QUARENTA GRAUS!!! Como diria o amigo Lucasof, a Zâmbia é aqui!

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E você? Ainda não acredita em aquecimento global?

Dr. Arnaldo vai de skate

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 Tem parque novo na área. O Zilda Natel, inaugurado dia 15 ali na esquina da Av. Dr. Arnaldo com a Rua Cardoso de Almeida, em Perdizes (zona oeste), abriga a maior pista pública para prática de skate em São Paulo — já que os dados oficiais não contam assim a calçada da Av. Paulista, né.

Zilda_Natel_Do_AthosO terreno, que é da subprefeitura da Lapa, foi usado como canteiro do Metrô por 12 anos. “Quando o lugar ficou vazio e abandonado, alguns moradores questionaram a segurança do local”, diz Iênidis Benfati, presidente do conselho da Associação Viva Pacaembu por São Paulo. A prefeitura previa a construção de uma praça, com entrega ainda em 2008, mas o projeto sofreu resistência. “Fomos surpreendidos sabendo, pelo jornal, que seria uma pista 24 horas”, relembra a representante do bairro.

Conversas entre moradores, skatistas e a administração fecharam a versão final: em vez de uma praça, um parque, com horário de abertura e fechamento, portões, banheiros. Além da área para o skate, a reforma, que custou cerca de R$ 696 mil, incluiu uma quadra de streetball.

Um grupo de grafiteiros foi chamado pra dar uma cara às paredes — há poucas plantas; verde, mesmo, só as grades e o piso da quadra. Um biciletário foi instalado (mas a bike pode apenas ser estacionada. O lugar não é adequado para quem quer dar umas voltas).

Ao lado de um pequeno gramado, entre o barulho dos rolamentos e o do trânsito, há 10 aparelhos para ginástica de baixo impacto, voltados para o público da terceira idade. Em princípio, parecem deslocados — o parque tem sido frequentado por crianças, adolescentes e jovens adultos.

Com a formação do conselho gestor, outras questões ainda devem ser avaliadas. “Falamos com a prefeitura sobre a proibição de bicicletas na pista. Já houve caso até de motocicletas, e isso pode provocar acidentes”, exemplifica Iênidis.

Então é só saber brincar e aparecer por lá. O Zilda Natel, bem perto da estação Sumaré do Metrô, fica aberto diariamente das 9h às 21h — só há alteração em dias de jogos no Pacaembu, quando a prefeitura define o esquema, variável.

Chuva alaga cidade e encerra o carnaval

O temporal que atingiu São Paulo nesta quarta-feira encerrou oficialmente as festividades do carnaval, alagou diversas regiões da cidade e lembrou os paulistanos dos problemas da vida real após a folia.

A Thaís Pontes, do Dica do Dia, mandou fotos do alagamento na Avenida Sumaré, na altura do número 1.300.

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Esta não é a primeira vez neste ano que a região fica alagada. No dia 27 de janeiro, uma forte chuva inundou completamente a Rua Turiassu e a região do Sumaré. Para não ser pego de surpresa pela enxurrada, vale visitar o site do Centro de Gerenciamento de Emergências, que atualiza em tempo real os pontos de alagamento na cidade.

Tem fotos ou relatos de alagamentos perto da sua casa? Envie para o Urbanistas!

Manifestantes entram em confronto com polícia

Um protesto na favela de Paraisópolis descambou para a violência na tarde desta segunda-feira. Manifestantes queimaram pneus e pedaços de madeira, interditando algumas vias de acesso da favela, na região do Morumbi.

Segundo o G1:

A polícia foi chamada para desobstruir as ruas e foi recebida com paus e pedras, atirados pelos moradores do local. Segundo a Polícia Militar, os manifestantes não apresentaram motivo para o protesto. Os policiais recorreram a bombas de efeito moral para dispersar os moradores. Por enquanto, não informações sobre pessoas feridas ou presas.

De acordo com testemunhas, o protesto teria começado por causa da morte de um morador da região durante uma ação policial por volta das 12h30 de segunda-feira (1°). A polícia informou que o morador que foi morto era foragido e resistiu à prisão. O protesto nesta terça-feira começou por volta das 17h. Já no começo da noite, carros foram depredados e incendiados. Pelo menos sete pontos de bloqueio foram verificados dentro da favela.

Em entrevista à rede Record News, um líder comunitário confirmou que a manifestação teve início de forma pacífica, mas que não sabe o que aconteceu para o protesto se transformar em ato violento.