Big Pastel para prefeito

BigPastel_doAthosEle já foi tema de post aqui no Urbanistas e agora volta, depois do resultado das urnas paulistanas, como uma alternativa futura viável: pós-Kassabinho, por que não o Big Pastel?

A cena eleitoral de hoje é no estilo ‘candidato lê papelada no escritório’ — só que o dele é na calçada da Av. Paulista.

Big Pastel é amarelo e não fala (ainda). Sua trajetória é manjada: indo e vindo ali perto da galeria do cine Gemini. Tem humor desconhecido, mas parece bom; trabalha duro de sol a sol, não tolera vagabundo e não é uma perua loira desbocada.

Ele promete retirar o ISS de diversas categorias, colocar especialistas nas UBSs e fazer mais CEUs — incluindo o CEU-pastel, que ele vai explicar durante a campanha.

Ponto de alerta entre os marketeiros: não se sabe se ele é casado nem se tem filhos. Mas ele já disse, em aspas-alívio de assessor: ‘tá assim de esfiha querendo dar uns pegas’.

Extra, Extra… Noite em Sampa!

SampaNight @ FlickrNight

SampaNight
por: Fabio Raphael

O pastel da esquina

Sobre o hidrante da Al. Joaquim Eugênio de Lima com a Av. Paulista.

Imagem da Semana

Spider Boy

“The Amazing Spider-Bat-Boy and his mom”

Foto no Flickr do Rednuht

Putz, será que perdi o busão?

Aí você chega ao ponto de ônibus e um bem da cor do seu está um quarteirão lá na frente — e não vai parar. Você pergunta pra senhora com as compras do supermercado, mas ela não reparou se aquele era o seu, que passa de 40 em 40 minutos e às vezes atrasa. Às vezes não. Logo chega um outro busão, de que você gosta menos, porque pára um pouco mais longe, mas pode quebrar um galho dependendo da ocasião. Mas é esta a ocasião? Afinal, você acabou de perder o seu ônibus ou ele já está logo ali na rua anterior, para chegar? Pegar ou não pegar o quebra-galho? Ele é ok, mas o outro… O outro é o certo. Mas será que ele era o que você viu há pouco? Mas… Mas… Ei, motorista, calmaê!

Uma norma simples, simples vai dar uma forcinha na hora da decisão dos passageiros. A implantação é gradual (notamos as primeiras mudanças nas últimas semanas), mas desde abril a prefeitura determinou que os coletivos tenham, também no vidro traseiro, a identificação da linha. Assim, quem está atrás do veículo pode ver qual foi o ônibus que acabou de passar — e evitar muita angústia.

A medida é uma melhoria na identificação dos cerca de 15 mil veículos da frota que atende a cidade — como foi a volta do código de cores, há cerca de 4 anos. Na carta enviada aos consórcios também está a exigência de alteração nas placas internas que indicam as paradas da linha (que antes eram pequenas, com cerca de 5 itens, e depois sumiram na maioria dos coletivos). Os novos quadros que estão sendo instalados no interior dos veículos seguem um padrão parecido com o usado no metrô — com um número bem maior de pontos de destaque. Do lado de fora, perto da porta de embarque, uma versão resumida da placa traz os intinerários de ida e volta.

Tão singelo quanto imediatamente eficiente. A propósito, grande parte dos (mais complexos) painéis eletrônicos das paradas, que deveriam ajudar os passageiros com informações sobre a espera para os próximos ônibus, seguem oferecendo dados incompletos ou dado nenhum – estamos de olho vivo.

Incêndio destrói Cultura Artística; veja vídeo

Um incêndio de grandes proporções destruiu todo o terceiro andar do Teatro Cultura Artística, no centro. Apesar de todo o dano material e cultural para a cidade, o teatro estava vazio e incêndio não deixou vítimas.

O fogo começou durante a madrugada e foi controlado por volta das 8h40 deste domingo. De acordo com os Bombeiros, o trabalho de rescaldo será feito durante todo o dia, porque há pequenos focos de incêndio em todo o prédio.

Do G1:

Todo o terceiro andar do teatro, onde ficava a sala de espetáculos Esther Mesquita, a maior do local, com 1.156 lugares, foi destruído. As chamas causaram o desabamento do teto do local. Uma área de apresentações menor, a sala Rubens Sverner, com capacidade para 339 lugares, não foi atingida pelas chamas.

Na fachada da casa, há o maior afresco existente do artística plástico brasileiro Di Cavalcanti. Com 48 metros de largura por oito de altura, a obra foi feita em mosaico de vidro e inaugurada em março de 1950. Segundo os bombeiros, o afresco não foi atingida pelas chamas.

Alguns vídeos do incêndio já estão na internet. Assista abaixo:

Do Último Segundo:

O incêndio que atingiu o Teatro Cultura Artística fez com que a apresentação da Orquestra Filarmônica de Liège fosse transferida para o Teatro Municipal e para a Sala São Paulo. Segundo informe divulgado no site do Teatro atingido, quem comprou ingresso para o dia 18 deve se dirigir ao Municipal e quem comprou para o dia 19 deve ir à Sala São Paulo.

Foto de Raphael Enes no Flickr da Clau Mani.