<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Urbanistas - São Paulo &#187; Entrevistas</title>
	<atom:link href="http://urbanistas.com.br/sp/categorias/entrevistas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://urbanistas.com.br/sp</link>
	<description>Blog coletivo sobre a cidade de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Apr 2011 16:32:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>Ela é Sampa: Thais Losso</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/06/06/ela-e-sampa-thais-losso/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2008/06/06/ela-e-sampa-thais-losso/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 13:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Geraldini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumista]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/?p=2926</guid>
		<description><![CDATA[Thais Losso é uma das estilistas mais hypes da cidade de São Paulo. Por aqui, ela já desenhou para grandes marcas como Zapping, Cavalera, Sommer&#8230; (nota da blogueira: aliás, enquanto escrevo olho para o chão, e no meu pé, visto uma Melissa desenhada por ela, ou seja, ela é hype mesmo!) No tempo livre ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/06/thaislosso.jpg" alt="" align=left/></center></p>
<p><strong>Thais Losso</strong> é uma das estilistas mais hypes da cidade de São Paulo. Por aqui, ela já desenhou para grandes marcas como Zapping, Cavalera, Sommer&#8230;</p>
<p><em>(nota da blogueira: aliás, enquanto escrevo olho para o chão, e no meu pé, visto uma Melissa desenhada por ela, ou seja, ela é hype mesmo!)<br /></em><br />
No tempo livre ela passeia pela blogosfera e atualiza o seu <a href="http://thaislosso.blig.ig.com.br/" target="_blank">blog pessoal </a>com novidades quentinhas de ums insider do mundo fashion e mais qualquer coisa que se passe pela cabeça dela.</p>
<p>Nesse final de semana, Thais representa São Paulo durante a semana de moda carioca que começa no sábado (7).</p>
<p><strong>De onde vem e para onde vai Thais Losso?</strong><br />
Vim da Aclimação e voltei pra cá depois de morar em vários lugares. E acho que no final vou pro céu, pois tenho sido uma boa moça&#8230; </p>
<p><strong>Por onde anda?</strong><br />
Eu e meu marido não saímos muito, pois trabalhamos feito dois alucinados. Quando a gente se aventura, vamos visitar a família, os amigos ou jantar fora. Aí vamos ao Ritz do Itaim, La Frontera, Le Vin, em algum Sushi barato ou bater um hamburguer no Joakin&#8217;s, que ele adora.</p>
<p><strong>A moda em São Paulo é a melhor por que&#8230;</strong><br />
Hmmmmmm&#8230; Não sei não se a de São Paulo é a melhor. A do Rio tá bombando. A Cantão, a Farme, a Redley, a Maria Bonita Extra e outras marcas cariocas estão fazendo beeeeem bonito nesse momento&#8230;</p>
<p><strong>Onde comprar por R$5, R$50 e R$500?</strong><br />
Por R$ 5 na 25 de Março, por R$ 50 na C&amp;A e por R$ 500 alguma coisa do Marc Jacobs&#8230;</p>
<p><strong>O que na cidade é fashion e o que é cafona?</strong><br />
Fashion é qualquer pessoa autêntica na hora de se vestir, não importa o estilo que ela faça. Cafona é achar que você é superior aos demais pelas coisas materiais que possui. Isso em SP é beeeeeeeeem cafona.</p>
<p><strong>Qual lugar escolheria de cenário para fazer um desfile na cidade e qual escolheria de inspiração?<br />
</strong>Gostaria de fazer um desfile em uma cantina italiana da Móoca, aquelas com salames e mortadelas penduradas, toalhinhas vermelhas e brancas, antepasto na mesa (com beringela, parmesão, etc&#8230;) regado a muito vinho e muita música. Seria uma bela homenagem ao meu pai&#8230;</p>
<p><em>Foto: Carol Nogueira para Vogue</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2008/06/06/ela-e-sampa-thais-losso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ele é Sampa: Alisson Gothz</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/23/ele-e-sampa-alisson-gothz/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/23/ele-e-sampa-alisson-gothz/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 00:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ligia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/23/ele-e-sampa-alisson-gothz/</guid>
		<description><![CDATA[Alisson Gothz é uma figura mítica da noite paulistana. Com suas maquiagens absurdas &#8211; e feitas por ele mesmo! -, desperta ora admiração, ora medo em quem passa na porta da festa Trash 80&#8242;s aos sábados ou o encontra no Gloria, na Lôca ou pela noite afora. Quem tem a oportunidade de conhecê-lo de verdade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alisson Gothz é uma figura mítica da noite paulistana. Com suas maquiagens absurdas &#8211; e feitas por ele mesmo! -, desperta ora admiração, ora medo em quem passa na porta da festa Trash 80&#8242;s aos sábados ou o encontra no Gloria, na Lôca ou pela noite afora.</p>
<p><img alt="alisson_sampaist.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_ligia/alisson_sampaist.jpg" width="600" height="300" /></p>
<p>Quem tem a oportunidade de conhecê-lo de verdade, se depara com seu humor ácido, mas também com uma pessoa muito querida e carinhosa, como pude comprovar mais uma vez no final do ping-pong que fiz com ele pra publicar aqui no Sampaist.</p>
<p>Então, com vocês&#8230; Alisson Gothz!</p>
<p><img alt="alisson_ladinho.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_ligia/alisson_ladinho.jpg" width="226" height="500" / align="left" hspace="8"><strong>Há quanto tempo freqüenta a noite de São Paulo?</strong><br />
Quase metade da minha vida&#8230; hihihihihi <em>(Nota da redação: ele não quis nos dizer a idade, mas vimos no MySpace que são 31 anos. Será?)</em></p>
<p><strong>E há quanto tempo trabalha na noite?</strong><br />
Dez anos, mais ou menos.</p>
<p><strong>Qual o trabalho do qual você mais se orgulha?</strong><br />
Das performances na festa Grind, no clube A Lôca.</p>
<p><strong>O que de mais legal você conquistou com o que faz?</strong><br />
Ser reconhecido pela qualidade do meu trabalho.</p>
<p><strong>Qual casa noturna é pra você o retrato de São Paulo?</strong><br />
A Lôca, por ser uma grande mistura bagunçada de tudo.</p>
<p><strong>Qual seu lugar preferido na cidade?</strong><br />
Bairro da Liberdade! Passo horas por lá&#8230;</p>
<p><strong>Quando você está longe daqui, de que sente mais saudade?</strong><br />
Do barulho.</p>
<p><strong>Um lugar inusitado que você freqüenta na cidade:</strong><br />
Uma padaria búlgara no Bom Retiro, cujo nome não me lembro, mas que faz doces incríveis e só quem é de lá conhece realmente. Lá também tem um mercadinho coreano que vende uns sucos de latinha ótimos!</p>
<p><strong>Pra qual paulistano você manda um beijo?</strong><br />
Pra Ligia Helena!</p>
<p>Eu agradeço e retribuo o beijo! E digo que vale muito a pena conhecer o trabalho do Alisson Gothz. Você encontra mais sobre ele no <a href="http://www.myspace.com/alisson_gothz" target="_blank">MySpace</a>, <a href="http://www.fotolog.com/alissongothz" target="_blank">Fotolog</a>, <a href="http://www.flickr.com/alisson_gothz" target="_blank">Flickr</a> e no <a href="http://www.youtube.com/profile?user=alissongothz" target="_blank">YouTube</a>.</p>
<p>Depois do clique, assista a uma de suas performances mais recentes <img src='http://urbanistas.com.br/sp/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-2049"></span><br />
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/w8RhhUT4mgs"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/w8RhhUT4mgs" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/23/ele-e-sampa-alisson-gothz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sampaist Entrevista: LUDOV</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/06/sampaist-entrevista-ludov/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/06/sampaist-entrevista-ludov/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2007 13:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/06/sampaist-entrevista-ludov/</guid>
		<description><![CDATA[A banda paulistana Ludov acaba de lançar seu segundo CD, o &#8220;Disco Paralelo&#8221;. O agora quarteto continua pop até onde pode, e jura que o ritual de passagem do primeiro para o segundo álbum foi tranqüilo. Pelo menos do lado deles. Rejeitando o rótulo de &#8220;mais maduros&#8221;, eles preferem dizer que estão apenas mais&#8230; livres. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="ludov3.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_ana/ludov3.jpg" width="500" height="326" /></p>
<p>A banda paulistana <a href="http://www.ludov.com.br/"><strong>Ludov</strong></a> acaba de lançar seu segundo CD, o <strong>&#8220;Disco Paralelo&#8221;</strong>. O agora quarteto continua pop até onde pode, e jura que o ritual de passagem do primeiro para o segundo álbum foi tranqüilo. Pelo menos do lado deles. Rejeitando o rótulo de &#8220;mais maduros&#8221;, eles preferem dizer que estão apenas mais&#8230; livres.</p>
<p><strong>Você pode conferir as novas músicas ao vivo nessa terça-feira, dia 10, em plena Avenida Paulista!</strong> Quer programa mais paulistano que esse?</p>
<p>Conversamos com o integrante multiinstrumentista <strong>Mauro Motoki</strong> (foto abaixo), também principal letrista da banda. Após o link, maiores informações sobre o show e disco.</p>
<p><img alt="ludov2.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_ana/ludov2.jpg" width="365" height="333" align="left" hspace="8" /><em><strong>Para os leitores do Sampaist que não conhecem o Ludov, por quais músicas eles devem começar?</strong></em></p>
<p>Vou puxar a sardinha para o Disco Paralelo, nosso novo álbum, e dizer que eles podem começar pelas 11 músicas contidas nele.</p>
<p><em><strong>As letras do Ludov são atuais e &#8220;cotidianas&#8221;. Como é o processo de criação dentro da banda?</strong></em></p>
<p>Justamente nesse disco, procuramos dividir mais as autorias. Então, quando eu tinha uma idéia, por exemplo, eu começava, e tratava de passar rapidamente para os outros, mesmo que fossem apenas um par de versos ou idéias. Mas especialmente para as letras, há uma boa parcela de trabalho solitário.</p>
<p><em><strong>Para esse novo trabalho, vocês praticamente se mudaram para o Rio. Há letras que nasceram aqui e outras que nasceram lá? A cidade tem alguma influência nas composições?</strong></em></p>
<p>Não creio que tenha havido nenhuma letra surgida lá no Rio. Houve uma estrofe da música &#8220;Disco Paralelo&#8221; que eu lembro da gente ter completado bem em Ipanema, mas foi exceção. O Rio talvez não tenha exercido grande influência nas composições, mas certamente exerceu nas gravações.</p>
<p><em><strong>No release de vocês há uma frase que rejeita o termo &#8220;amadurecimento&#8221;, quando se compara o primeiro CD com o segundo. O que significa dizer que a banda &#8220;ficou mais livre&#8221; neste segundo CD? Livre de pressão, do comércio, de críticas, o que seria?</strong></em></p>
<p>Pois é. O Santiago Nazarian, que é nosso amigo e ótimo escritor, achou que o termo &#8220;maduro&#8221; era um pouco conservador, comodista, algo assim. Essa liberdade é mais do que nunca interna. Não sentimos necessidade de provar nada para ninguém. Nem para nós mesmos.</p>
<p><em><strong>Ludov agora é um quarteto. A sonoridade da banda mudou com o novo formato?</strong></em></p>
<p>Sim. Parte da sonoridade do novo álbum foi determinada nesse processo de reajuste.</p>
<p><em><strong>Quais as vantagens de participar de um mega-projeto como a trilha do filme &#8220;High School Musical&#8221;? Houve alguma mudança na faixa etária do público em shows?</strong></em></p>
<p><span id="more-2004"></span><br />
Há boas vantagens: a experiência de lidar com uma trilha sonora, que nunca tínhamos feito, lidar também com uma mega corporação como a Disney, e também permitir que um público distinto nos conhecesse. Não, não houve uma mudança sensível na faixa etária do nosso público, mas aqui e ali vemos gente mais nova nos shows.</p>
<p><img alt="ludov.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_ana/ludov.jpg" width="331" height="320" align="right" hspace="8" /><em><strong>O show do dia 10 será no coração da cidade. Que música vem à cabeça quando vocês dão de cara com a Avenida Paulista?</strong></em></p>
<p>Eu dou de cara com a Paulista todos os dias, então muitas músicas me vêm à cabeça por lá. Mas como emblema, temos qualquer música de uma dessas duas bandas bem paulistanas: Seychelles e Banzé.</p>
<p><strong>Ludov indica&#8230;</strong></p>
<p>Gostamos dos SESCs, do SESI, e do Centro Cultural para tocar ou para ver shows. São lugares com som bom, preço acessível, horário digno.</p>
<p><em><strong>Só o Ludov conhece&#8230;</strong></em></p>
<p>O sítio do Fabio Pinczowski. Ah, que delícia é ir pra lá&#8230; cozinhar, tocar, gravar.</p>
<p>* Para ouvir Ludov: <a href="http://www.myspace.com/ludov  "><strong>MySpace</strong></a></p>
<p>* Para ver Ludov: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MfZF8a5trrc">vídeo da música &#8220;Rubi&#8221; ao vivo</a></p>
<p><em>Fotos: divulgação // segunda foto por Sharon Eve Smith. A foto foi modificada para ilustrar o post. Veja a original <a href="http://www.flickr.com/photos/ludovs/578520802/in/set-72157600414776521/">aqui</a>, no <a href="http://www.flickr.com/photos/ludovs">Flickr da banda</a>.</em></p>
<p><em>LUDOV @ Teatro Popular do SESI // Avenida Paulista 1313 // às 20h // R$ 3,00</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2007/07/06/sampaist-entrevista-ludov/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Papel Pop é (quase) Sampa!</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/05/17/papel-pop-e-quase-sampa/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2007/05/17/papel-pop-e-quase-sampa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2007 13:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2007/05/17/papel-pop-e-quase-sampa/</guid>
		<description><![CDATA[Nós do Sampaist somos viciados em blogs, como todos sabem. Se você faz parte dessa turma, er, &#8220;nerd com muito orgulho&#8221;, certamente já deu uma passadinha no blog carioca Papel Pop. Afiado, às vezes até maldoso, o blogueiro Phelipe Cruz fala de tudo um pouco: fofocas e fotos de celebridades em momentos constrangedores, comentários sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="papelpop.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/papelpop.JPG" width="650" height="108" /></p>
<p>Nós do <strong>Sampaist</strong> somos viciados em blogs, como todos sabem. Se você faz parte dessa turma, er, &#8220;nerd com muito orgulho&#8221;, certamente já deu uma passadinha no blog carioca <a href="http://www.papelpop.com"><strong>Papel Pop</strong></a>. Afiado, às vezes até maldoso, o blogueiro <strong>Phelipe Cruz</strong> fala de tudo um pouco: fofocas e fotos de celebridades em momentos constrangedores, comentários sobre notícias absurdas do dia, e claro, cinema e música. As categorias são divertidas e fixas: &#8220;susto do dia&#8221;, &#8220;lixo do dia&#8221;, &#8220;frase do dia&#8221;, etc.</p>
<p>A diferença do Papel Pop é justamente o humor do autor. Por mais que a notícia seja batida e chata, ele consegue tirar dali algo engraçado. Não deixe de ler a <a href="http://papelpop.com/2007/05/10/fotonovela-bento-16-no-brasil/"><strong>fotonovela da passagem do Papa Bento XVI</strong></a> por aqui, por exemplo.</p>
<p>Phelipe é jornalista e acaba de ser contratado como editor do <a href="http://capricho.abril.com.br/home/">site da Revista Capricho</a>! De mudança para São Paulo, ele diz já ter achado o seu canto preferido por aqui. Passado o choque, conversamos com ele para saber o que ele está achando da cidade:</p>
<p><img alt="papelpop2.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/papelpop2.JPG" width="300" height="290" align="left" hspace="8" /><em><strong>Você acha que seu blog vai sofrer mudanças em São Paulo? O Rio de Janeiro tinha alguma influência nos seus posts (na linguagem, ou nos temas, no humor, etc)?</strong></em></p>
<p>Acho que o Papel Pop só mudaria bastante se eu fosse morar numa cidade em que nada acontece. Aqui em São Paulo, assim como no Rio, tem sempre muita coisa acontecendo, muita informação e muita novidade. Não senti diferença. Você notou?</p>
<p><em><strong>Ainda não&#8230; Qual foi o primeiro choque da mudança?</strong></em></p>
<p>Acordar no fim de semana, num belo dia de sol, e perceber que não dá mais para pegar uma praia em Ipanema na barraca da Fátima, que colocava os filhos pequenos para trabalhar na areia servindo água de côco pro pessoal. Que saudade da praia&#8230; Que saudade da Fátima&#8230;</p>
<p><em><strong>Você está há pouco tempo na cidade, mas já achou o seu canto por aqui? Cite três lugares interessantes que você conheceu nas últimas semanas.</strong></em></p>
<p>Já achei meu canto. Estou na Bela Cintra, perto da Av. Paulista, e aqui perto tem tudo: cinema, restaurantes, clubes e o Promocenter cheio de DVD pirata. Estou no paraíso. Sobre os três lugares interessantes que conheci por aqui, adorei o clube Glória, a Bella Paulista (já comeu aquela trufa de nozes?) e a Rua Augusta de noite (quanta gente diferente, quantas prostitutas, quantos emos, que maravilha!)</p>
<p><em><strong>Uma das categorias mais divertidas do Papel Pop é a &#8220;Susto do Dia&#8221;. Qual paulistano(a) mereceria entrar nela?</strong></em></p>
<p><span id="more-1840"></span><br />
A Hebe e todas as outras Hebes que adoram passear no Shopping de Higienópolis com o cachorrinho na coleira.</p>
<p><em><strong>O seu blog já te ajudou profissionalmente? Ou já te prejudicou de alguma forma?</strong></em></p>
<p>Nunca me prejudicou e sempre me ajudou. Conheci muita gente legal e consegui um emprego bacana.</p>
<p><em><strong>Recomende três blogs nacionais que você tem lido ultimamente.</strong></em></p>
<p>Adoro o <a href="http://www.submusica.com/impop/"><strong>Impop</strong></a>, do Carlos Freitas, que é praticamente o avesso do Papel Pop. Leio também o <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/"><strong>Pensar Enloquece</strong></a>, do Inagaki, e o blog do <a href="http://lucioribeiro.blig.ig.com.br/"><strong>Lúcio</strong></a>.</p>
<p><em><strong>O que falta nas baladas paulistanas? Além de celebridades, claro.</strong></em></p>
<p>Gente pelada.</p>
<p><em><strong>A pergunta clássica bairrista: Rio ou São Paulo?</strong></em></p>
<p>Se a pergunta é clássica, a resposta tem que ser clichê: Rio para curtir e São Paulo para trabalhar.</p>
<p><em><strong>Você sabe que alguém é paulistano quando&#8230;</strong></em></p>
<p>Quando usa gel no cabelo ou bermuda com tênis e meia.</p>
<p><em><strong>Todo &#8220;blogueiro pop&#8221; tem vivido um dilema&#8230; Como está sendo a vida sem Paris Hilton?</strong></em></p>
<p>Muito difícil. Eu acordo triste, desmotivado, sonho com ela sofrendo na cadeia, acordo assustado, com o coração na mão. Tá sendo uma barra.</p>
<p><strong>Phelipe vai discotecar hoje na festa Peligro no Milo Garage! Estaremos lá!</strong></p>
<p><em>Festa da Peligro @ Milo Garage // Show: Patife Band // DJs: Phelipe Cruz + Centro Cultural Batidão // Hoje, dia 17 de maio, a partir das 22h // Rua Minas Gerais, 203 – Higienópolis // Ingressos: R$ 10.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2007/05/17/papel-pop-e-quase-sampa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ele é de Sampa: Alexandre Inagaki</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/02/08/ele-e-de-sampa-alexandre-inagaki/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2007/02/08/ele-e-de-sampa-alexandre-inagaki/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2007 00:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2007/02/08/ele-e-de-sampa-alexandre-inagaki/</guid>
		<description><![CDATA[Alexandre Inagaki é praticamente uma celebridade entre os blogueiros brasileiros. Seus textos, sempre bem humorados, fizeram do Pensar Enlouquece &#8211; Pense Nisso referência entre os que buscam na internet literatura descompromissada, mas honesta. E fãs de Inagaki é o que não faltam. Basta dar uma rápida navegada pelos comentários de seus posts para perceber o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="inagakiok.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/inagakiok.jpg" width="650" height="143" /></p>
<p><strong>Alexandre Inagaki</strong> é praticamente uma celebridade entre os blogueiros brasileiros. Seus textos, sempre bem humorados, fizeram do <a href="http://www.gardenal.org/inagaki">Pensar Enlouquece &#8211; Pense Nisso</a> referência entre os que buscam na internet literatura descompromissada, mas honesta.</p>
<p>E fãs de Inagaki é o que não faltam. Basta dar uma rápida navegada pelos comentários de seus posts para perceber o quão suas reflexões mexem com a <strong>nova geração web 2.0</strong>.</p>
<blockquote><p>Dia desses, em um vagão do metrô, um garoto trajava uma camiseta do blog. Perguntei, curiosa: &#8220;Por acaso você fez camisetas para o Pensar Enlouquece?&#8221;. Inagaki, surpreso, respondeu: &#8220;Não!&#8221;. Então contei o caso a ele. Pena que não estava com a velha e guerreira câmera a tiracolo.</p></blockquote>
<p>E claro que toda essa fama &#8220;virtual&#8221; já lhe rendeu muitas entrevistas, matérias, citações e, obviamente, <a href="http://www.gardenal.org/inagaki/2007/02/minha_vida_de_redator_de_perfi.html">clonagem de seus geniais textos</a> mundo afora. O último post do blog, inclusive, aborda exatamente esse assunto. Vale a pena dar uma passadinha por <a href="http://www.gardenal.org/inagaki">lá</a>.</p>
<p>Alexandre Inagaki é um paulistano convicto e, além das respostas às nossas perguntas bandeirantes, ainda mandou de lambuja, como <em>bonus track</em> &#8211; foi assim que se referiu ao presente -, um poema onde declara seu carinho pela cidade.</p>
<p>Divirtam-se!!</p>
<p><strong>Você mora na Vila Mariana, popular bairro paulistano. Se não morasse lá, qual outro bairro seria o seu refúgio bandeirante?</strong></p>
<p><em>Morei quase 20 anos em Perdizes, e continuaria lá numa boa. Perdizes é um bairro de topografia pra lá de acentuada. Repleta de barrancos, escadarias e colinas, obriga carros menos possantes a apelarem para a primeira marcha: trata-se de uma verdadeira montanha-russa de ruas. A região, que concentra grande número de prédios residenciais, começou, de alguns anos para cá, a ganhar contornos comerciais. Marcas como Blockbuster, Sottozero, Bank of Boston e Gelateria Parmalat tornaram-se presentes, causando reviravolta significativa (e simbólica destes tempos de globalização) no perfil de um bairro caracterizado por logradouros com nomes de origem indígena, como Caiubi, Kaiowaa, Apiacás e Caetés, que é a rua onde morei. Bons tempos nos quais freqüentei assiduamente lugares como a padaria La Plaza, o restaurante Juca Alemão e o Fran&#8217;s Café da Avenida Sumaré.</em></p>
<p><strong>São Paulo tem cheiro, gosto e cor de quê?</strong></p>
<p><em>São Paulo é uma balbúrdia multifacetada. Ao mesmo tempo que exala o cheiro nauseabundo da marginal Pinheiros ou o odor enjoativo dos churrascos gregos do Largo 13 de Maio, também tem o cheiro de mato dos caminhos que levam ao Pico do Jaraguá ou à Serra da Cantareira. Mas esta cidade também tem o gosto da pizza do Castelões no Brás, do Häagen-Dazs de Strawberry Cheesecake na Oscar Freire, da coxinha do Yokoyama na Lins de Vasconcelos, da esfiha de carne do Jáber na Domingos de Moraes, do rodízio de churrasco do Fogo de Chão na Santo Amaro etc etc. Quanto à cor, não tem jeito: Sampa é cinza.</em></p>
<p><strong>Um lugar para dançar, pensar, jogar conversa fora&#8230;</strong></p>
<p><em>Pra dançar: o <a href="http://www.studiosp.org/">Studio SP</a>, na Vila Madalena, e a quadra de ensaios da Vai Vai, no Bexiga. Pra pensar: o Centro Cultural São Paulo, na Vergueiro, a sala de espera do Aeroporto de Congonhas ou qualquer banco na Rodoviária do Tietê. Pra jogar conversa fora: compartilhando uma mesa com amigos no mezanino da Galeria dos Pães, no Empanadas da Vila Madá ou na Prainha da Paulista, aboletado na grama da Praça do Pôr-do-Sol em Pinheiros ou proseando durante uma caminhada no Ibirapuera ou no campus da USP.</em></p>
<p><strong>Na sua opinião, qual a rua que tem a cara de Sampa?</strong></p>
<p><em>Se fosse avenida, a resposta seria óbvia: Paulista. Como é rua, minha resposta é: Augusta. Porque ela é uma espécie de microcosmo de toda a bagunça e diversidade paulistana, resumindo a esquizofrenia típica desta cidade. É a rua do Espaço Unibanco, do Cinesesc e da Estação Vitrine; a rua das putas, habitués das saunas e casas de &#8220;entretenimento adulto&#8221; instaladas pela rua ou extraviadas do Kilt e Vagão; a rua do Pedaço de Pizza, do Frevo e do Charme; a rua do Promocenter e da Loja do Gugu, que dividem com o Stand Center da Paulista os carinhosos apelidos de &#8220;Ching Ling&#8221; e &#8220;Carrefurto&#8221;. A rua do Outs, do Sarajevo, do Vegas e do Inferno. A rua, enfim, que virou sucesso de Jovem Guarda graças a Ronnie Cord e que, ao lado da Angélica e da Consolação, foi devidamente homenageada pelo Tom Zé.</em></p>
<p><strong>Três lugares para se conhecer por aqui antes de morrer&#8230;</strong></p>
<p><em>Se você descer na Estação da Luz, já estará diante de três lugares imperdíveis da cidade: a própria Estação, que é belíssima, o Museu da Língua Portuguesa, o melhor presente que São Paulo ganhou no ano passado, e a Pinacoteca de São Paulo, que além de ser um belo monumento arquitetônico e de ter um ótimo acervo, possui uma agradabilíssima cafeteria no térreo e, de quebra, entrada gratuita aos sábados.</em></p>
<p><strong>Música e filme que, segundo Inagaki, têm a cara de São Paulo?</strong></p>
<p><em>Uma música que pra mim tem cara de café da manhã, bocejos e noites de sono interrompidas na marra é o &#8220;Tema de São Paulo&#8221;, composto por Billy Blanco e melhor conhecida pelo refrão: &#8220;Vambora, vambora/ Olha a hora, vambora, vambora&#8221;. Música executada anos a fio pela Jovem Pan AM, trilha sonora do rádio-relógio usado pelos meus pais que me acordavam para ir à escola: &#8220;São Paulo que amanhece trabalhando/ São Paulo que não sabe adormecer/ Porque durante a noite paulista vai pensando/ Nas coisas que de dia vai fazer&#8221;. Quanto a filmes, a cidade de São Paulo já serviu de locação para pelo menos duas obras-primas do cinema nacional: &#8220;O Grande Momento&#8221; (1958), de Roberto Santos, e &#8220;São Paulo S.A.&#8221; (1965), de Luís Sérgio Person. Mas um filme menos conhecido e que sou obrigado a citar nesta resposta é &#8220;Fogo e Paixão&#8221;, longa dirigido em 1988 pela dupla de arquitetos Isay Weinfeld e Márcio Kogan. Primeiro, porque o elenco é repleto de gente muito identificada com a cidade, como Rita Lee, Cristina Mutarelli, Mira Haar, Giulia Gam, Nair Belo e Carlos Moreno. E segundo, porque os cenários utilizados em &#8220;Fogo e Paixão&#8221; foram escolhidos a dedo dentre os locais arquitetonicamente mais interessantes de São Paulo, como o prédio da Bienal, o Castelinho da Rua Apa e o Edifício Bretagne.</em></p>
<p><span id="more-1433"></span><br />
<strong>Ônibus, metrô ou carro? Por quê? </strong></p>
<p><em>Metrô, sem dúvida nenhuma. Porque, além de ainda ser um meio de transporte rápido e eficiente (apesar das obras de ampliação ultimamente pra lá de conturbadas), moro a duas quadras da estação Chácara Klabin e trabalho a duas quadras da estação Brigadeiro.</em></p>
<p><strong>O que fazer para se distrair no trânsito?</strong></p>
<p><em>Ter um bom tocador de mp3, a fim de tentar abstrair a mente da máquina de fazer estressados que é o trânsito de Sampa City. Mas não tenho, na verdade, muitos motivos pra me queixar: nem sei onde foi parar minha carteira de motorista, porque não fiz a mínima questão de renová-la. Muito melhor ser passageiro do que motorista.</em></p>
<p><strong>Do luxo ao lixo &#8211; ou vice-versa, como preferir. Um lugar barato bacanérrimo e um lugar caríssimo para curtir a cidade&#8230;</strong></p>
<p><em>Como é quase unanimidade dizer que uma das melhores coisas de São Paulo é a sua variedade gastronômica, cito dois lugares bacanas pra se comer. Para os menos abastados, recomendo o Trailer do Hervi, que costuma ficar estacionado na Rua Mourato Coelho. Um point obrigatório pra todos os notívagos que saem das baladas da Vila Madalena e desejam matar a larica com um lanche honesto e delicioso. Pedida imperdível: o sanduba de frango com pão de ervas. Para quem tem bala na agulha e deseja impressionar a namorada ou a família, recomendo uma ida ao Figueira Rubayat, na Haddock Lobo. De preferência, reservando uma mesa à sombra da majestosa figueira, de 50 metros de altura, que orna os jardins do restaurante. Além do visual belíssimo, tanto de dia quanto à noite, quando a iluminação dá um toque ainda mais especial ao local, a comida é da mais alta qualidade: destaco em especial o couvert e os deliciosos grelhados.</em></p>
<p><strong>Dia ou noite paulistana? Por quê?</strong></p>
<p><em>A noite, sem dúvida alguma. Porque é mais ou menos a partir das 21 horas que o trânsito dá uma certa trégua, e andar por São Paulo torna-se, enfim, algo palatável. Além disso, a noite oculta as paredes pichadas, a poluição visual, os postes empesteados de anúncios, e faz com que esta cidade tão embotada, vilipendiada e mal cuidada pareça ser menos feia (embora não exista noite sem luar que seja capaz de esconder as feiúras de locais como o Minhocão ou a estátua do Borba Gato). Por fim, porque é ótimo jantar em lugares como o mexicano El Kabong, o italiano Família Mancini, o coreano Lua Palace ou o brasileiríssimo Sujinho, passar uma noite inteira assistindo a filmes nos noitões promovidos pelo HSBC Belas Artes ou o Espaço Unibanco, fazer compras na calmaria da madrugada no Extra do Itaim ou no Carrefour da Ricardo Jafet, curtir boa música em lugares como a Funhouse, o Café Piu Piu ou o Barnaldo Lucrécia, e constatar que morar em São Paulo é um privilégio que só conseguimos valorizar devidamente quando nos desvencilhamos das algemas do trampo nosso de cada dia.</em></p>
<p><strong>Cinema de rua ou shopping? Qual a melhor sala da cidade?</strong></p>
<p><em>Cinemas de rua são cada vez mais escassos nesta cidade. Com poucas e honrosas exceções (como o Cinesesc da Augusta e a Sala Cinemateca na Vila Mariana), quase todas as salas estão dentro de shoppings. Apesar de gostar de assistir a filmes no bar que fica dentro da sala do Cinesesc, creio que o melhor cinema de São Paulo é o complexo UCI do Shopping Jardim Sul, que reúne telas grandes, poltronas confortáveis e som de ótima qualidade. </em></p>
<blockquote><p><strong>Sampa</strong></p>
<p>Sampa &#8211; duras ruas caóticas e deslineares<br />
Sampa &#8211; sintaxe confusa de sonhos e sons<br />
Sampa &#8211; olhares montagem controle remoto<br />
Sampa &#8211; broto cinza de crescimento desconexo<br />
Em tuas esquinas me perco e me reencontro<br />
Monstro de gentilezas insuspeitadas<br />
Peito forjado em luz e arabescos<br />
Teu luar anêmico fura o céu sem estrelas<br />
E observa impassível os homens cansados<br />
Sampa, teus sinais verdes são escoamentos de gente<br />
Teus ônibus cheios são viagens redentoras<br />
Nas filas de banco pensando em nada<br />
Pensando pensando pensando e nada<br />
Parques de concreto e lutas abstratas<br />
Putas e pivetes famintos na esquina<br />
Praças, latrinas abertas ao público<br />
Sampa &#8211; pútrida, mas tão bela cidade<br />
Sampa que amo e suporto<br />
O silêncio incômodo dos elevadores<br />
A música dispersa das paixões sem espelho<br />
Bocas amargas de palavras recolhidas<br />
E a solidão realçada pela multidão<br />
O vento da madrugada na saída do bar<br />
O azul do céu quando nasce a manhã<br />
A beleza inesperada de tua aurora<br />
Como inesperado é o sorriso banhado em sol e esperança<br />
Uma queda e um reerguer-se contínuos<br />
Sampa, meu coração e minhas angústias<br />
E caminham apressados carregando suas dores<br />
Caminham apressados como se fugissem<br />
Como se pudessem fugir</p>
<p><em>Alexandre Inagaki</em></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2007/02/08/ele-e-de-sampa-alexandre-inagaki/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>15</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ele é Sampa: Dj Marky na capital brasileira da música eletrônica</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/01/30/ele-e-sampa-dj-marky-na-capital-brasileira-da-musica-eletronica/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2007/01/30/ele-e-sampa-dj-marky-na-capital-brasileira-da-musica-eletronica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 14:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_carol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2007/01/30/ele-e-sampa-dj-marky-na-capital-brasileira-da-musica-eletronica/</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo quem não gosta ou não conhece música eletrônica já ouviu falar do DJ Marky. Ele é um dos principais expoentes da música eletrônica brasileira, posto que conquistou depois de uma longa trajetória na cena paulistana. Nascido Marco Antonio da Silva, ele começou a se aprofundar na arte da mixagem na década de 80, época [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="MARKY.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/MARKY.jpg" width="600" height="155" align="center" /></p>
<p>Mesmo quem não gosta ou não conhece música eletrônica já ouviu falar do <a href="http://www.djmarky.com.br">DJ Marky</a>. Ele é um dos principais expoentes da música eletrônica brasileira, posto que conquistou depois de uma longa trajetória na cena paulistana.</p>
<p>Nascido Marco Antonio da Silva, ele começou a se aprofundar na arte da mixagem na década de 80, época em que ainda era conhecido como Marky Mark. Rapidamente se tornou o nosso pioneiro na discotecagem do <strong>Jungle </strong>e <strong>Drum’n’Bass</strong>, dois estilos mais “quebrados” e percussivos da música eletrônica.</p>
<p>A fama chegou com os anos 90, quando foi DJ residente da lendária casa noturna <strong>Toco</strong> e, mais tarde, comandou uma das noites mais famosas do <strong>Lov.e</strong>, a <strong>Vibe</strong>. Nessa época foi eleito diversas vezes como melhor DJ do país e influenciou a popularização da música eletrônica e o surgimento de uma cena nacional.</p>
<p>Aos 32 anos, Marky continua sendo o DJ de maior evidência do país e, apesar de passar cerca de 6 meses do ano em turnê mundo afora, mora em São Paulo, capital brasileira da música eletrônica.</p>
<p>Depois de muita espera, o Sampaist bateu um papo virtual (e suscinto) com o DJ. <strong>Confira abaixo porque o DJ Marky é Sampa!</strong></p>
<p><span id="more-1388"></span><br />
<img alt="MARKY2.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/MARKY2.jpg" width="334" height="500" align="left" hspace="8" /></p>
<p><strong>Conte um pouco sobre o Marky, suas origens e paixões&#8230;</strong><br />
Eu nasci em Guarulhos e cresci em São Paulo. Minha paixão sempre foi a música. Escutava muitos os discos dos meus pais quando era moleque e ouvia rádio o dia todo. Minha casa sempre foi muito barulhenta.</p>
<p><strong>Como você se tornou DJ?</strong><br />
Ganhei um par de picapes da minha mãe quando era criança. Encanei que queria virar DJ e todo mundo começou a achar que eu estava louco. Escutava meus ídolos.</p>
<p><strong>Como a cidade influencia seu som?</strong><br />
A cidade tem uma série de coisas disponíveis que fazem a vida nela valer a pena. Já disse isso: foda-se o trânsito.</p>
<p><strong>Que música toca na sua cabeça quando chega a São Paulo? Qual é a trilha sonora da cidade? </strong><br />
Headhunter.</p>
<p><strong>Por que Sampa combina com drum and bass&#8230;</strong><br />
Acho que por causa da influência negra na nossa cultura, por causa da mistura, do requebrado.</p>
<p><strong>Para quem não conhece música eletrônica, por onde começar?</strong><br />
Alguma rádios no <a href="http://www.apple.com/br/itunes/">Itunes </a>trazem uma variedade bacana de música eletrônica. Acho que uma forma bacana de se iniciar no meio seria escutando algumas delas e vendo o que te agrada. Difícil apontar um “sure shot” assim.</p>
<p><strong>Que medidas você toma para que seu trabalho seja bom? </strong><br />
Escutar música, ler sobre música, falar sobre música, ler manuais, conversar com pessoas e manter um espaço especial para os clássicos. Sempre!</p>
<p><strong>Para onde caminha a música eletrônica e a cena paulistana? </strong><br />
Não sei. Mas sempre para o maior e para o melhor.</p>
<p><strong>Qual foi o melhor lugar que você já tocou em Sampa? E o pior?</strong><br />
A lista muda sempre. Não saberia dizer.</p>
<p><strong>Depois da balada, a larica é onde? </strong><br />
No lugar mais perto possível.</p>
<p><strong>O melhor de Sampa é&#8230;</strong><br />
A dimensão das coisas daqui. Tudo!</p>
<p><strong>O que São Paulo tem que Londres não tem?</strong><br />
Calor, coletividade, cooperação.</p>
<p><strong>Você sabe que é alguém é paulistano quando&#8230; </strong><br />
Quando fala aquele “cinqüêêêênta”.</p>
<p><strong>Qual o melhor bairro de Sampa para se morar? </strong><br />
Vila mariana, Brooklin, a parte silenciosa da Vila Madalena&#8230;</p>
<p><strong>O que falta e o que sobra na cidade? </strong><br />
Falta tempo, sobram opções.</p>
<p><strong>O mundo vai acabar em 24 horas. Como você passaria o dia em São Paulo? </strong><br />
Nem me fala isso. Mas certamente com meu filho em algum parque.</p>
<p><strong>Você mandaria um beijo para qual paulistano? </strong><br />
Pode ser uma paulistana?</p>
<p><strong>Conta aí um lugar inusitado que você freqüenta na cidade: </strong><br />
Um snooker aqui perto de casa&#8230;</p>
<p><strong>Marky é Sampa por que&#8230;</strong><br />
&#8230;(ele não respondeu essa pergunta, mas nós podemos dizer&#8230;Marky é Sampa por que faz a cidade dançar!)</p>
<p>Fotos dos Flickrs <a href="http://www.flickr.com/photos/miolo/67556631/">Miolo</a> e <a href="http://www.flickr.com/photos/jovana_nz/348803294/">Jovana_Nz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2007/01/30/ele-e-sampa-dj-marky-na-capital-brasileira-da-musica-eletronica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ale Blanco e o mundo dos sabores</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/19/ale-blanco-e-o-mundo-dos-sabores/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/19/ale-blanco-e-o-mundo-dos-sabores/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2006 15:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas OF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Sabor da cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/19/ale-blanco-e-o-mundo-dos-sabores/</guid>
		<description><![CDATA[Ale Blanco, blogueira do apetitoso Comidinhas, é uma apaixonada por sabores e vai contribuir com o Sampaist em posts ocasionais sobre o “sabor da cidade”. Fomos falar com ela sobre os aromas, cores e gostos de São Paulo, para uma apresentação “formal” antes do primeiro post. Não se assustem com a cara de brava e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="comidinhas.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/comidinhas.jpg" width="600" height="140" /><br />
Ale Blanco, blogueira do apetitoso <a href="http://comidinhas.blig.ig.com.br/">Comidinhas</a>, é uma apaixonada por sabores e vai contribuir com o Sampaist em posts ocasionais sobre o “sabor da cidade”.</p>
<p>Fomos falar com ela sobre os aromas, cores e gostos de São Paulo, para uma apresentação “formal” antes do primeiro post.</p>
<p>Não se assustem com a cara de brava e o cargo de comando, porque atrás desse perfil “Margareth Thatcher”, bem perto da superfície, fervilha uma mulher com alma de moleca, ligada em tudo, elétrica e de sorriso gostoso, que dança toda espevitada ao som das pick ups de <a href="http://lucioribeiro.blig.ig.com.br/">seu marido</a> (uma das condições mais fortes para não nos rasgarmos em elogios à sua beleza, que é muita e notória).</p>
<p>Bom apetite!</p>
<p><em><strong>Quem é e a que veio Alessandra Blanco?</strong></em><br />
Sou jornalista, gerente de conteúdo do iG, viciada em seriados de TV e mais maluca ainda por assuntos gastronômicos. Vim para alimentar e me alimentar.</p>
<p><em><strong>De onde veio a paixão por gastronomia?</strong></em><br />
Da bisnona, da nona, das tardes fazendo massa de pão e pizza com a mãe.</p>
<p><em><strong>São Paulo é doce, salgada, azeda, adstringente&#8230;?</strong></em><br />
Ah, São Paulo é uma mistura de tudo. Por que escolher se cada um deles é bom do seu jeito?</p>
<p><em><strong>Qual a melhor bebida para brindar a cidade?</strong></em><br />
Dry martini, do Terraço Itália, o melhor drinque da cidade, com uma vista incrível e um lugar que pode ser cafona, mas tem o seu charme.</p>
<p><em><strong>Um lugar para piquenique? Um lugar para um jantar de gala?</strong></em><br />
O parque do Ibirapuera, fiz vários piqueniques (fugindo no meio do trabalho) lá quando comecei a namorar com o meu marido. Um jantar de gala? Não tenho muitos desses e acho chato.<br />
<img alt="Ale.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/Ale.jpg" width="350" height="234"align="left" hspace="8"/><br />
<em><strong>Onde comer bem com 5, 50 e 500 reais?</strong></em><br />
5 – hambúrguer do seu Osvaldo, no Ipiranga<br />
50 – Ritz, sempre bom<br />
500 – o menu degustação do D.O.M.</p>
<p><em><strong>Qual lugar na cidade abre o apetite? E qual tira totalmente a fome?</strong></em><br />
Abre meu apetite a padaria Big Bread, do Ipiranga.<br />
Tirar a fome? Difícil&#8230;. tenho vontade de experimentar até o churrasquinho de grego da avenida São João.</p>
<p><em><strong>Aperitivos abrem ou estragam o apetite?</strong></em><br />
Abrem, abrem, abrem. Nada melhor que drinques e pãezinhos antes do jantar.</p>
<p><em><strong>O que cozinhar a dois?</strong></em><br />
Espaguete, como a Dama e o Vagabundo.</p>
<p><em><strong>Onde comprar ingredientes de primeira?</strong></em><br />
No Ceagesp, delícia, sempre compro mais o que devia. A bagunça, as cores, os cheiros, as variedades e o barulho são maravilhosos.</p>
<p><em><strong>O que na cidade está verde, o que está maduro e o que já apodreceu?</strong></em><br />
Os parques estão super verdes nessa época do ano, perfeitos para caminhadas, piqueniques, sorvetes ou só namorar;<br />
Maduro: os restaurantes, cada dia melhores;<br />
Já apodreceu: o trânsito e a violência.</p>
<p><em><strong>Qual restaurante conhecer antes de morrer?</strong></em><br />
O maior número deles possível, do PF ao 3 estrelas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/19/ale-blanco-e-o-mundo-dos-sabores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especial Festa do Sampaist: Imperdíveis e o RPB</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/08/especial-festa-do-sampaist-imperdiveis-e-o-rpb/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/08/especial-festa-do-sampaist-imperdiveis-e-o-rpb/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/08/especial-festa-do-sampaist-imperdiveis-e-o-rpb/</guid>
		<description><![CDATA[Para completar o time que faz a Festa Sampaist HOJE no StudioSP: a banda Imperdiveis! Os amigos da foto ao lado já dividiram o palco com: Placebo, Iggy Pop &#038; The Stooges, Nine Inch Nails e Sonic Youth. Só isso. Fazem um tipo de rock diferente &#8211; o RPB (Rock Popular Brasileiro) &#8211; acabam de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="imperdiveis5.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/imperdiveis5.jpg" width="199" height="300" align="left" hspace="8" /> Para completar o time que faz a <a href="http://www.sampaist.com/festa.php">Festa Sampaist</a> <strong>HOJE</strong> no <a href="http://www.studiosp.org">StudioSP</a>: a banda <a href="http://imperdiveis.com/"><strong>Imperdiveis</strong></a>!</p>
<p>Os amigos da foto ao lado já dividiram o palco com: Placebo, Iggy Pop &#038; The Stooges, Nine Inch Nails e Sonic Youth. Só isso. Fazem um tipo de rock diferente &#8211; o RPB (Rock Popular Brasileiro) &#8211; acabam de lançar o segundo disco &#8220;Roquenrou Em Estéreo&#8221;, prometem show para dançar, e são apaixonados pelos bairros onde moram.</p>
<p>Você já deve ter visto essa turma por aí. A imprensa paulistana descobriu o &#8220;roquenrou&#8221; dos meninos e eles estiveram em todos os cantos: jornais, revistas e TV.</p>
<p>Fomos checar o que eles têm a dizer sobre a cidade, a festa, e o rumo da banda em 2007.</p>
<p><em><strong>O que seria o &#8220;Rock Popular Brasileiro&#8221;? Digam uma grande influência rock e outra grande influência da MPB, se é que ela existe.</strong></em></p>
<p>Somos uma banda de RPB – Rock Popular Brasileiro – que faz um som direto, com uma linguagem simples, coloquial, preocupada em provocar discussão sobre diversos assuntos do cotidiano brasileiro, mas com bom humor e inteligência. Temos muita influência brasileira, principalmente da Jovem Guarda e Punk dos anos 80. Nos shows sempre tocamos algumas versões adaptadas ao nosso estilo. Roberto e Erasmo Carlos, Titãs, Mutantes, Itamar Assumpção e Jorge Ben Jor são alguns dos artistas que homenageamos.</p>
<p><em><strong>Quais bandas nacionais vocês têm ouvido ultimamente?</strong></em></p>
<p>Várias. Estamos sempre conhecendo coisa nova. Gostamos de Barra Mundo, que é aqui de São Paulo, Cachorro Grande, Charme Chulo, Moptop. São muitas mesmo.</p>
<p><em><strong>Dá para viver de música em São Paulo?</strong></em></p>
<p>Depende da proposta da banda ou do artista. No nosso caso, temos empregos fixos além da banda. Achamos que trabalhar com música própria é bem mais legal, e vemos futuro nisso, mas, financeiramente, não é fácil pra quem não faz parte do mainstream. Principalmente pra nós que apostamos num trabalho autoral e diferente.</p>
<p><em><strong>Como foi a experiência de vencer a etapa paulistana do festival Claro Que é Rock? Rendeu frutos ou foi em vão?</strong></em></p>
<p>Foram dois momentos. Tocamos com o Placebo, para 8 mil pessoas, no Credicard Hall. Foi uma experiência incrível. O som estava perfeito, o palco era infinito, e o público foi comprando a nossa idéia logo nas primeiras músicas. Depois fomos anunciados vencedores e, o melhor de tudo, tivemos o voto do público. Depois disso, tocamos com outras 7 bandas novas que venceram as outras etapas estaduais e com grandes bandas nacionais e internacionais. Teve Iggy Pop, Flaming Lips, Sonic Youth, Cachorro Grande, Nação Zumbi e várias outras bandas que adoramos. Esse evento foi ainda maior. Foi na chácara do Jóquei Clube, e tinha 23 mil pessoas. Deu pra muita gente conhecer o trabalho, se interessar em saber mais sobre a banda, recebemos muitos e-mails de gente que visitou o site e passou a acompanhar a banda em diversos shows, saímos em alguns veículos de imprensa, etc. Foi muito positivo pra banda.</p>
<p><em><strong>Cantar em português virou regra? Por que?</strong></em></p>
<p>Não temos nada contra quem canta em inglês ou outro idioma qualquer, mas preferimos cantar em português porque é assim que gostamos de passar nossas mensagens, nosso jeito de ser, que é bem brasileiro: romântico e alegre.</p>
<p><em><strong>Onde vocês moram e quais são os lugares inusitados do bairro de vocês?</strong></em></p>
<p><span id="more-1136"></span><br />
<strong>Anabela (vocalista):</strong> Moro no <strong>Sumaré</strong>, um bairro bem residencial, próximo da MTV e da Lanchonete Real. É um bairro bem gostoso, cheio de pequenas praças, bastante arborizado. Fica entre Pompéia, Perdizes e Vila Madalena. Não tem enchente porque fica bem no alto da cidade. Gosto muito desse pedacinho onde vivem vários músicos, artistas e gente bonita.<br />
<strong>Ale (guitarrista):</strong> Moro no <strong>Jardim Aeroporto</strong>, um bairro residencial bastante calmo, apesar de ficar próximo ao aeroporto de Congonhas. Ao contrário do que muitos devem pensar, aqui não faz muito barulho de avião não; moro numa região onde avião não desce nem sobe. Se passar algum avião por aqui é melhor sair correndo pois tem coisa errada! O bairro, de cara meio provinciana, fica ao lado de bairros agitados como Moema, Brooklin, e tem acesso rápido pela 23 de maio, ou seja, posso ter facilmente paz e baladas! São Paulo é uma cidade surpreendente! Poder curtir o que ela oferece e ter tranqüilidade é realmente um privilégio.<br />
<strong>Caju (baterista):</strong> Eu moro no <strong>Jardim Marajoara</strong>, perto da Avenida Interlagos, e gosto muito porque minha janela dá de frente pra um gramado gigantesco que é o Cemitério de Congonhas. Ele é todo arborizado, muito bonito, com muito verde. Então de manhã, eu só ouço passarinhos e, abrindo a janela, só vejo verde! Nem parece que estou a 5 minutos do aeroporto.<br />
<strong>Deh (baixista):</strong>Eu moro no <strong>Jardim Paulista</strong>. É bem tranqüilo. Acho a Avenida Paulista a mais charmosa de todas e o Parque do Ibirapuera é um ótimo refúgio pra se ter sossego.</p>
<p><em><strong>Vocês sabem que alguém é paulistano quando&#8230;</strong></em></p>
<p>Paulistano é aquele cara que já comeu o sanduíche de pernil do Estadão, de mortadela no Mercado Municipal, que vive elétrico, que trabalha muito, que tem balada de domingo a domingo, que dirige rápido, que compra disco na galeria do rock, que pega metrô, busão, trânsito, que tem medo das ruas mas não vive sem elas.</p>
<p><img alt="festasampaist3.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/festasampaist3.JPG" width="300" height="284" align="left" hspace="8" /><em><strong>Para quem for à festa na sexta-feira, o que esperar do show?</strong></em></p>
<p>Podem tem certeza que verão uma banda com originalidade, muita energia e que só quer ver a galera dançar, sorrir e se divertir muito.</p>
<p><em><strong>E para quem não conhece a banda, por onde começar?</strong></em></p>
<p><a href="http://www.imperdiveis.com">Nosso site</a>, que tem músicas, vídeos, fotos, etc.</p>
<p><em><strong>As melhores baladas da cidade são&#8230;</strong></em></p>
<p>Balada é o que não falta em São Paulo. Gostamos de freqüentar os lugares que têm banda ao vivo, bons DJs, etc. O Studio SP é bem legal, o Vegas, o CB, o Inferno, a Fun House.</p>
<p><em><strong>O que falta na noite paulistana? E o que sobra?</strong></em></p>
<p>Mais lugares com som de qualidade para as bandas mostrarem seus trabalhos. Temos, mas poucos. O que sobra é trânsito e violência.</p>
<p><em><strong>Que música faz vocês pensarem na cidade?</strong></em></p>
<p>Anabela: Uma Coisa de Cada Vez (Imperdíveis)<br />
Ale: A Briga do Edifício Itália e do Hilton Hotel (Tom Zé)<br />
Caju: Noite de Balada (Golpe de Estado)<br />
Deh: São Paulo (365)</p>
<p><em><strong>Quais são os planos para 2007?</strong></em><br />
Tocar, tocar e tocar, pra muita gente, viajar, divulgar o trabalho pra grande massa, em todo o país, distribuir o disco, fechar uma parceria com uma grande empresa pra conseguir recursos pra só viver de música, gravar outro disco e trabalhar muito!</p>
<p><em><strong>Como vocês passariam o dia na cidade se o mundo acabasse em 24h?</strong></em></p>
<p>Poderíamos alugar um caminhão-palco e sair tocando pelos quatro cantos de São Paulo.</p>
<p><strong>Nossa festa ainda conta com a discotecagem de Tatá Aeroplano, vocalista da banda <a href="http://www.jumboelektro.com.br/">Jumbo Elektro</a>, <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/12/05/especial_festa_entrevisa_marcelo_costa.php">Marcelo Costa</a>, do site <a href="http://www.screamyell.com.br/">Sream &#038; Yell</a>, e <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/12/07/especial_festa_1.php">Carlos Freitas</a>, ex-guitarrista do Mundo Livre SA e autor do <a href="http://impop.blig.com.br/">ImPop</a>.</strong></p>
<p><em>IMPERDÍVEIS na Festa SAMPAIST // Studio SP: Rua Inácio Pereira da Rocha, 170 &#8211; Vila Madalena // R$ 15, com o nome na lista R$ 10 // Para enviar seu nome para a lista de convidados do Sampaist, mande um e-mail para lista@sampaist.com até às 18h. <strong>A lista só vale até uma da manhã!!!</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/08/especial-festa-do-sampaist-imperdiveis-e-o-rpb/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especial Festa do Sampaist: Toca Clash, Carlos Freitas!</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/07/especial-festa-do-sampaist-toca-clash-carlos-freitas/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/07/especial-festa-do-sampaist-toca-clash-carlos-freitas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2006 15:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/07/especial-festa-do-sampaist-toca-clash-carlos-freitas/</guid>
		<description><![CDATA[Esse aí da lado é o Carlos Freitas, nosso convidado para pilotar as pickups da festa do SAMPAIST, junto com Marcelo Costa e Tatá Aeroplano. Promete que na pista vai rolar The Clash e &#8220;o mundo impop de mashups&#8221;. De Recife veio parar em Sampa. No currículo, a banda Mundo Livre s/a, uma loja de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="cfreitas.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/cfreitas.jpg" width="234" height="276" align="left" hspace="8"/> Esse aí da lado é o Carlos Freitas, nosso convidado para pilotar as pickups da <a href="http://www.sampaist.com/festa.php">festa do SAMPAIST</a>, junto com <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/12/05/especial_festa_entrevisa_marcelo_costa.php#comments">Marcelo Costa </a>e Tatá Aeroplano. Promete que na pista vai rolar The Clash e &#8220;o mundo impop de mashups&#8221;.</p>
<p>De Recife veio parar em Sampa. No currículo, a banda Mundo Livre s/a, uma loja de discos, paixão por música e torcedor do Náutico. Está por descobrir mais sobre São Paulo. E, apesar de dizer que não sabe a que veio, o Sampaist sabe e mostra nesta conversa.</p>
<p><strong>1 &#8211; Quem é a Carlos Freitas? De onde veio e a que veio?</strong><br />
A primeira é a pergunta da minha vida. Ainda não consegui responder. Penso nisso quase todos os dias, embora seja um sujeito afeito a insistências e resistências. Não sou completamente zelig (alô Woody Allen), mas um lost in translation. Sim, o nome do filme da Sofia Coppola é a resposta que sempre recorro à pergunta. To confundindo para esclarecer (salve Tom Zé!), bem sei, mas entre as encruzilhadas que ligam Recife Rio e São Paulo, sempre escolhi as trilhas menos convencionais.</p>
<p><strong>2 &#8211; Como você veio parar em São Paulo?</strong><br />
É samba de um enredo só: transferências. Comecei numa empresa de internet em Recife chamada Radix. Comprada pelo iBest, foi transferida para o Rio. Segui com ela. Com a fusão dos provedores iG, iBest e BrTurbo, São Paulo passou a ser minha casa.</p>
<p><strong>3 &#8211; Quem for à festa do Sampaist, vai ouvir o que na pista?</strong><br />
Se a festa fosse hoje a seleção de músicas seria completamente diferente. Depende dos últimos 30 discos que ouço nos últimos dois dias. E salve a Internet! Hoje teria Serge Gainsbourg como inspiração. O repertório, portanto, seria composto de iconoclastia e improbabilidades. Certo mesmo é a presença de This is Radio Clash, do The Clash. Foi prometida para Capitu (colaboradora do Sampaist). É uma música que, acredito, espelha o cenário musical contemporâneo: urbano, de combate, dançante, mestiço, impreciso. Ta vendo, tudo termina numa ode a improbabilidade! É que simpatizo com as obras que não se encerram em um período, que mantenham o seu poder de sedução e transformação. O mundo impop de mashups, da remix culture (salve Lawrence Lessig!) é a minha casa.</p>
<p><strong>4 &#8211; E que história é essa de Mundo Livre S/A e loja de discos?</strong></p>
<p><span id="more-1130"></span><br />
Como guitarrista do Mundo Livre s/a participei da pré-história do manguebit. Foi nos anos 80, na praia de candeias, que conheci Fred Zero Quatro (rato, na época) por culpa do The Clash, Patti Smith, Talking Heads. Tínhamos paixão pelo punk rock e amigos em comum. À época, tocávamos em lugares pequenos para audiências menores ainda. Como a Arteviva, uma casa cheia de espelhos (uma academia de ballet adaptada à casa de shows alternativos). Foi lá que, em 87, levei minhas intervenções cheias de ruídos e tentativas de ser Andy Gill e Robert Fripp para o Mundo Livre s/a. A loja de discos, a Discossauro, inicialmente sebo de discos usados e depois especializada em CDs importados, veio após a parada do Mundo Livre s/a, motivada pela vinda de Fred para SP. Quando ele remontou a banda, no início dos anos 90, eu já era pai e vivia às voltas com a improbabilidade de vender discos não-comerciais. Uma lida que consumiu deliciosos 10 anos da minha vida.</p>
<p><strong>5 &#8211; Você sabe que alguém a paulistano quando&#8230;</strong><br />
Me diz que essa cidade deu tudo o que conquistou na vida. Praticamente foi essa frase que ouvi dos filhos naturais e adotivos da paulicéia durante o meu primeiro mês na cidade.</p>
<p><strong>6 &#8211; São Paulo para você é&#8230;</strong><br />
Um grande beco com muitas saídas.</p>
<p><strong>7 &#8211; Depois da festa, a larica é onde?</strong><br />
Ainda não descobri. Mas aquela região da paulista tem uns lugares bacanas, como o Bella Paulista.</p>
<p><strong>8 &#8211; Que música toca na sua cabeça quando chega à São Paulo? </strong><br />
Algumas tocam. Todas dos anos 80. Teu Inglês, do Fellini, é uma delas. O disco Três Lugares Diferentes é expressão de independência e daquilo que às vezes sinto quando estou perdido em São Paulo. Atropelamento e Fuga, do Skowa e Máfia. AS músicas do Akira S e as Garotas que Erraram&#8230; Não são músicas que falam especificamente de São Paulo. Representam, porém, aquilo que eu projetava da cidade, de seu cosmopolismo, generosidade à vanguarda. O pós-punk paulista me influenciou muito. E agora está sendo reconhecido internacionalmente devido em razão das coletâneas que foram lançadas lá fora: The Sexual Life of the Savages (Soul jazz) e Nao Wave: Brazil Post Punk 1982-1988 (Man Recordings).</p>
<p><strong>9 &#8211; O que é que só você conhece na cidade?</strong><br />
É difícil dizer isso numa cidade tão plural, de sensações tão compartilhadas. Tenho sempre a impressão de que alguém do lado está alinhado com o que sinto e penso de algum lugar. Porém, quando estou entre a Augusta e a Paulista me sinto num lugar único.</p>
<p><strong>10 &#8211; Você mandaria um beijo para qual paulistano?</strong><br />
Para uma vendedora de refrigerantes que conheci num trem, em outubro de 2004, quando estava a caminho do Sonarsounds, festival que estava rolando no Credicard Hall. Tinha ido assistir ao show do LCD Soundsystem. Ela me chamou atenção porque dizia que vendia a melhor diversão para atravessar o caminho para o fim do mundo. E sobre ele, o fim do mundo, emendava: o melhor lugar para ser feliz. Achei aquela senhora insana e fascinante. Conseguia driblar a dificuldade do dia-a-dia com poesia.</p>
<p><strong>E levem dinheiro ou talão de cheque para comprar as camisetas do Sampaist no dia da festa (<a href="http://www.sampaist.com/festa.php">08/12, no Studio SP</a>) porque é certeza que vão se encantar e querer levar uma (ou várias) camiseta para a casa!</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/07/especial-festa-do-sampaist-toca-clash-carlos-freitas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especial Festa do Sampaist: Marcelo Costa é Sampa!</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/05/especial-festa-do-sampaist-marcelo-costa-e-sampa/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/05/especial-festa-do-sampaist-marcelo-costa-e-sampa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2006 03:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas OF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[boteco]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/05/especial-festa-do-sampaist-marcelo-costa-e-sampa/</guid>
		<description><![CDATA[Marcelo Silva Costa aposta que que o CD tal qual o conhecemos ainda não morreu, mas vai morrer, e logo. Ainda assim tem 5 mil desses disquinhos ocupando toda sua sala. “O CD vai morrer, mas não a música. O suporte mudou, mas a música continua a mesma.” E quando não está ouvindo ou pensando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="marcelocds.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/marcelocds.jpg" width="512" height="320" /></p>
<p>Marcelo Silva Costa aposta que que o CD tal qual o conhecemos ainda não morreu, mas vai morrer, e logo. Ainda assim tem 5 mil desses disquinhos ocupando toda sua sala. “O CD vai morrer, mas não a música. O suporte mudou, mas a música continua a mesma.”</p>
<p>E quando não está ouvindo ou pensando em música, está tocando ou escrevendo sobre ela. De “profissão séria” é editor de homes em um portal de internet, editor do site <a href="http://www.screamyell.com.br/">Scream &#038; Yell</a> e <a href="http://revoluttion.blig.ig.com.br/">escreve sobre música, cinema e cultura pop</a>.</p>
<p>Quer alguém mais gabaritado para comandar as pick ups <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/11/29/e_tempo_de_fest.php">da festa do Sampaist no Studio SP</a>?!</p>
<p><em><strong>De onde veio e para onde vai Marcelo Costa?</strong></em><br />
Marcelo Costa já veio e já foi para tanto lugar que nem sabe mais onde ele está. Ele continua procurando algo que ainda não sabe o que é. É um eterno insatisfeito que, ironia das ironias, é apaixonado pela vida.</p>
<p><em><strong>São Paulo produz boa música? E sabe consumir boa música?</strong></em><br />
Das capitais que produzem boa música, São Paulo deve estar em sétimo, oitavo lugar. Existem ótimas bandas aqui (Ludov, Pullovers, CSS), mas essas boas bandas não constituem uma cena. Há boa música, mas em comparação, é menos do que se produz em capitais como Curitiba, Porto Alegre, Goiânia e Recife, por exemplo. Mas a noite daqui é agitada e quente. As pessoas vão atrás das informações. São Paulo é a capital cultural do país. É o melhor lugar para um apaixonado por cultura pop viver.</p>
<p><strong><em>Qual a trilha sonora de SP?</em></strong><br />
Acho que o <a href="http://www.tramavirtual.com.br/pullovers">Pullovers</a> está vestindo essa camisa, sabe. Esse papel que era do Ira! nos anos 80, de se dizer paulista e se sentir orgulhoso por ser daqui.</p>
<p><em><strong>Falta algo aqui?</strong></em><br />
A minha mãe (risos). Ela ama São Paulo, provavelmente mais do que eu, mas acho que não teria coragem e pique de voltar a viver aqui. São Paulo é uma cidade muito agitada.</p>
<p><em><strong>Quem for à festa do Sampaist vai ouvir o que na pista?</strong></em><br />
Sempre monto a discotecagem na hora, mas deve ter rock da melhor qualidade, muita coisa nova, muita coisa velha e Be My Baby encaixada no meio de tudo.</p>
<p><strong><em>Qual a característica mais comum de um paulistano?</em></strong><br />
A pressa. São Paulo não anda, corre.</p>
<p><span id="more-1117"></span><br />
<strong><em>Que banda nacional você tem ouvido?</em></strong><br />
Duas: Terminal Guadalupe, de Curitiba, e Violins, de Goiânia. Ambas lançam discos novos no começo de 2007. Ambos discos sensacionais.</p>
<p><em><strong>Onde comprar CDs e discos de vinil?</strong></em><br />
Há, pelo menos, uma dezena de lojas de CDs ótimas nessa cidade. As minhas preferidas são a <a href="http://velvetcds.com.br/">Velvet CDs</a> e a <a href="http://www.sensorialdiscos.com.br/">Sensorial</a> no centro da cidade, a <a href="http://nuvemnove.com.br/">Nuvem Nove</a> no Itaim e as filiais da Neto Discos (tem uma ótima, com muita coisa de MPB, na frente do Espaço Unibanco, na Augusta). Vinil é na Benedito Calixto ou na Baratos Afins, na Galeria do Rock.<br />
<img alt="img_marcelo2.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/img_marcelo2.jpg" width="158" height="130"align="right" hspace="8"/><br />
<strong><em>De ônibus, metrô, carro, moto, bicicleta ou à pé?</em></strong><br />
Como moro na Maria Antônia, quase Consolação, todo o trecho de cinemas (Bristol, Cine Bombril, HSBC, Espaço Unibanco, Reserva Cultural), baladas (Vegas, Inferno, Outs, Funhouse, A Loca, Sarajevo) e lugares para comer (Bela Paulista, Pedaço da Pizza, Exquisito) e beber (os botecos da Augusta próximos ao Espaço Unibanco) até a região da Paulista faço a pé. É ótimo andar por ali. E os corredores de ônibus melhoraram – e muito – o transporte na cidade.</p>
<p><strong><em>Qual paulistano merece uma música só pra ele?</em></strong><br />
Putz, sou paulistano, da Mooca, mas ouso dizer que os paulistanos que mais admiro são paulistanos adotados, como o Tom Zé, por exemplo. Ele, que já fez várias músicas pra São Paulo (“Augusta, Angélica e Consolação” é uma das músicas que descobri neste ano, e é tão linda), merecia uma música em que São Paulo o reconhecesse com paulistano (de coração) que ele é.</p>
<p><strong><em>Um amor e um ódio na cidade.</em></strong><br />
Um ódio: o trânsito. Um amor: a Paulista</p>
<p><strong><em>Qual a hora de Revolution?</em></strong><br />
Toda hora é hora de Revolution.</p>
<p><strong>E já marcou na agenda que dia 08/12, próxima sexta-feira, <a href="http://www.sampaist.com/festa.php">tem festa</a> e mandou seu nome pra lista?</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/12/05/especial-festa-do-sampaist-marcelo-costa-e-sampa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Invasão dos Seres Verdes</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/24/a-invasao-dos-seres-verdes/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/24/a-invasao-dos-seres-verdes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2006 14:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/24/a-invasao-dos-seres-verdes/</guid>
		<description><![CDATA[Amanhã São Paulo fica &#8220;rural&#8221; e sapos invadem, coachando, o Centro Cultural São Paulo. Se ontem o Los Pirata pedia o fim do carão nas noites de rock paulistanas, hoje o Sampaist entra no climão brejo-psicodélico e pede um róque (assim mesmo) mais&#8230;natureba. Aquele sem calça justa e jaqueta de couro, sabe? Chinelão no pé, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="seresverdes.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/seresverdes.jpg" width="500" height="130" /></p>
<p>Amanhã São Paulo fica &#8220;rural&#8221; e sapos invadem, coachando, o <a href="http://www.centrocultural.sp.gov.br/"><strong>Centro Cultural São Paulo</strong></a>.</p>
<p>Se ontem o Los Pirata <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/11/23/la_revuelta.php">pedia o fim do carão nas noites de rock paulistanas</a>, hoje o Sampaist entra no climão <strong>brejo-psicodélico</strong> e pede um róque (assim mesmo) mais&#8230;natureba. Aquele sem calça justa e jaqueta de couro, sabe? Chinelão no pé, samambaias ao redor, o velho e bom português, e Sá &#038; Guarabira ao fundo.</p>
<p><a href="http://www.tramavirtual.com.br/supercordas"><strong>Supercordas</strong></a>, banda carioca de jovens congelados nos anos 60, lança em São Paulo o disco <strong>&#8220;Seres Verdes ao Redor: Música para Samambaias, Animais Rastejantes e Anfíbios Marcianos&#8221;</strong> (Trombador Discos). O desenho do encarte feito em aquarela, é impressionante. Se saísse em vinil, ia virar item de colecionador logo, logo. Sem exagero.</p>
<p>Uma combinação feliz de Beatles e Clube da Esquina, com destaque para as canções <strong>&#8220;Ruradélica&#8221;</strong>, <strong>&#8220;3000 Folhas&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Frogrock&#8221;</strong>. Com baixo, guitarras, bateria, viola caipira e até serrote, <strong>a banda faz <em>&#8220;música clorofilada&#8221;</em></strong>. Entendeu?</p>
<p>O vocalista e ser-verde <strong>Bonifrate</strong>, explica.</p>
<p><img alt="supercordas.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/supercordas.jpg" width="262" height="350" align="left" hspace="8" /><em><strong>Fale um pouco da trajetória de vocês.</strong></em></p>
<p>Metade dos Supercordas veio da roça pra cidade e a outra metade sempre esteve na cidade. As duas se encontraram graças a camisas do Spacemen 3 e do Spiritualized. Tocamos juntos desde 2003 e neste ano de 2006 o barulho que fazemos andou aumentando um pouco. Temos um disco novo muito bonito sendo lançado.</p>
<p><em><strong>Por que os leitores do Sampaist devem ir ao show do Supercordas?</strong></em></p>
<p>Porque prometemos cogumelos alucinógenos para todos! A T.F.P. pode cortar essa parte&#8230; Coloca aí: &#8220;porque estamos lançando &#8220;Seres verdes ao redor: música para samambaias, animais rastejantes e anfíbios marcianos&#8221;.</p>
<p><em><strong>Por qual música começar? Por que?</strong></em></p>
<p>Pela primeira do disco, eu acredito, porque acho que a ordem não está ali por acaso. Claro que pra ouvir no MySpace você tem limitações, então que seja qualquer uma. Particularmente eu não vejo muito poder nas canções fora do disco, mas certamente há quem discorde.</p>
<p><em><strong>No MySpace de vocês há uma salada de referências. O disco novo se aproxima mais de qual delas?</strong></em></p>
<p>Talvez se eu respondesse, muito esforço saudável auditivo e de interpretação das pessoas seria poupado. Longe de mim.</p>
<p><em><strong>&#8220;Música clorofilada&#8221; e &#8220;brejos psicodélicos&#8221; combinam com São Paulo?</strong></em></p>
<p>As paisagens rurais que por vezes evocamos no caso específico desse disco podem ser tanto interiores quanto exteriores às mentes das pessoas e podem até não serem rurais (algumas canções eu até acho bem urbanas). Não sei se tal imaginário combina com São Paulo, mas certamente pode combinar com muitos paulistanos.</p>
<p><em><strong>Hippie, folk, freak-folk, rural rock, MPBIndie&#8230;afinal, Supercordas é&#8230;.</strong></em></p>
<p>Qualquer coisa dessas aí que disserem, mas do nosso ponto de vista acho que somos a música que produzimos e já somos cascudos o suficiente como expedicionários musicais pra descartarmos termos como esses. Adotamos temporariamente nosso próprio pra todos os efeitos, e estamos ruradélicos no momento.</p>
<p><em><strong>Que música faz você pensar em São Paulo?</strong></em></p>
<p><strong>&#8220;Vegas Special&#8221;</strong>, dos <a href="http://www.myspace.com/ostelepatas">Telepatas</a>; <strong>&#8220;Balada do paulista&#8221;</strong> da <a href="http://www.myspace.com/lulina">Lulina</a>. Eu sempre quis fazer uma versão J. Spacemen de &#8220;Sampa&#8221; trocando &#8216;novos baianos&#8217; por &#8216;paratibanos&#8217;, mas não sei não&#8230;</p>
<p><em><strong>Pergunta clássica bairrista: Rio ou Sampa? Por que?</strong></em></p>
<p>São João del Rei!</p>
<p><em><strong>Você(s) sabe(m) que alguém é paulistano quando&#8230;</strong></em></p>
<p><em><strong>(resposta censurada!) =)</strong></em></p>
<p><span id="more-1051"></span><br />
Quando a voz sai pelo nariz. ALTERNATIVA À CENSURA ANTI-BAIRRISTA: Quando se emite algum som.</p>
<p><em><strong>Quais bandas nacionais vocês têm ouvido ultimamente? E paulistanas?</strong></em></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/ostelepatas"><strong>Os Telepatas</strong></a>, <a href="http://www.myspace.com/lulina"><strong>Lulina &#038; os Causadores</strong></a> de São Paulo, <a href="http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&#038;friendid=120609009"><strong>Filme</strong></a> aqui do Rio. <a href="http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&#038;friendid=36552743"><strong>Cidadão Instigado</strong></a>, <a href="http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=26244"><strong>Assaz abjetos entoadores de canções</strong></a> e mal posso esperar pra ver o <strong>Ipanema</strong> tocar ou ouvir alguma coisa (eles estão fazendo um suspense angustiante). Essas de coisas contemporâneas. De coisas passadas, um caldeirão desgovernado que passa por <strong>Lula Cortes &#038; Zé Ramalho</strong>, <strong>Caetano</strong>, e acaba sempre caindo de volta no <strong>Clube da Esquina</strong>.</p>
<p><em><strong>Vocês freqüentam algum lugar inusitado na cidade?</strong></em></p>
<p>O pé da Serra da Cantareira.</p>
<p><em><strong>Depois dos shows a larica é onde?</strong></em></p>
<p>Na casa da nossa empresária (a família dela tem uma padaria).</p>
<p><em><strong>Como uma cidade influencia na música? Se os Supercordas morassem em São Paulo, o que teria sido diferente na música de vocês?</strong></em></p>
<p>Acho que tudo acontece por conexões de um mero acaso que acaba assumindo, pelo entendimento do próprio acaso enquanto acaso, uma providência. Então se fôssemos de São Paulo não seríamos nós, mas outras pessoas fazendo uma música um tanto diferente (ou não). Mas se fôssemos morar aí (e inevitavelmente acabamos vindo com essa idéia), certamente a cidade tomaria de assalto nossos nervos criativos, não tenho idéia de como.</p>
<p><img alt="supercordasdisco.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/supercordasdisco.JPG" width="250" height="226" align="left" hspace="8" /></p>
<p>Ouça róque rural e clorofilado <a href="http://www.myspace.com/supercordas">aqui</a>.</p>
<p>Músicas disponíveis para download no site:<br />
&#8220;Ruradélica&#8221; (linda!<a href="http://www.myspace.com/supercordas">clique aqui</a> para ouvir agora!), &#8220;3000 Folhas&#8221;, &#8220;Ricochete&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=OvkYdkt16yc">Veja vídeo Supercordas</a>.</p>
<p>O <strong>CD</strong> aí ao lado estará à venda no local por <strong>R$15,00</strong>. Como dissemos acima, só a capa já vale.</p>
<p>O show de amanhã ainda conta com <a href="http://www.myspace.com/lulina"><strong>Lulina e Os Causadores</strong></a>.</p>
<p>&#8220;Tipo assim&#8221;, ouça a ótima <a href="Lulina e Os Causadores">&#8220;Balada do Paulista&#8221;</a>, meu!</p>
<p><em>Lançamento do disco “Seres Verdes ao Redor” // Supercordas (RJ) e Lulina (PE e SP) // CCSP (Centro Cultural São Paulo): Rua Vergueiro, 1000 (prox. Estação Vergueiro do Metrô) // 25 de novembro de 2006, sábado // Horário: 19 horas // Ingresso: R$ 10 (estudantes pagam meia-entrada).</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/24/a-invasao-dos-seres-verdes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>São Paulo quer dançar!</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/17/sao-paulo-quer-dancar/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/17/sao-paulo-quer-dancar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2006 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[balada]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/17/sao-paulo-quer-dancar/</guid>
		<description><![CDATA[A dupla de fanáticos por &#8220;música boa&#8221; Alexandre Matias e Luciano Kalatalo promove hoje mais uma edição da festa &#8220;Gente Bonita Clima de Paquera&#8221;. Eles partem da premissa de que &#8220;música boa&#8221; é simplesmente aquela que te faz dançar: sem gêneros definidos, ou segmentações. O clima tem sempre que ser o de festa. Um movimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="logomashup.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/logomashup.jpg" width="500" height="136" /><br />
A dupla de fanáticos por &#8220;música boa&#8221; <strong>Alexandre Matias</strong> e <strong>Luciano Kalatalo</strong> promove hoje mais uma edição da festa <a href="http://www.gentebonita.org/"><strong>&#8220;Gente Bonita Clima de Paquera&#8221;</strong></a>.</p>
<p>Eles partem da premissa de que <strong>&#8220;música boa&#8221;</strong> é simplesmente aquela que te faz dançar: sem gêneros definidos, ou segmentações. O clima tem sempre que ser o de festa.</p>
<p><strong>Um movimento contra o <strong>carão</strong> tão famoso do público-blasé paulistano?</strong></p>
<p><strong>Kalatalo</strong> é fanzineiro das antigas, geek confesso de internet, e grande colecionador de &#8220;pérolas&#8221; da pista. <strong>Matias</strong>, jornalista sem papas na língua, tem um dos <a href="http://www.gardenal.org/trabalhosujo/"><strong>blogs</strong></a> mais legais da cidade, além do inovador <a href="http://badtrip.com.br/vidafodona/2006/11/15/vida-fodona-055-vamo-ver-se-eu-consigo/"><strong>&#8220;blog de jornalismo oral&#8221;</strong></a>, com podcasts certeiros das músicas &#8220;do momento&#8221;.</p>
<p>E o mais interessante disso tudo é que, a <strong>&#8220;música do momento&#8221;</strong> aqui, pode ser aquela que bombou na pista em 1988. Não se assuste se no meio daquela musiquinha-bomba-pista do New Order, entrar a Madonna com seu colant em &#8220;Hang Up&#8221;. Trata-se de um <em><strong>&#8220;mashup&#8221;</strong></em>, estilo que une duas músicas em uma só, criando um terceito elemento confuso, porém&#8230;dançante!</p>
<p>Conversamos com a <strong>dupla-mashup</strong> para saber se o paulistano manda bem na pista:</p>
<p><img alt="festamashup.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/festamashup.jpg" width="260" height="390" align="left" hspace="8" /> <em><strong>O que falta nas noites de São Paulo?</strong></em></p>
<p>Lugares para se divertir  sem patrulha, segmentação. Chega desta coisa da &#8220;turma do rock&#8221;,  o cantinho dos clubbers ou o refúgio dos indies deprimidos. Adoramos novidades, mas quando as pessoas saem à noite, não querem nem saber o que está tocando &#8211; querem dançar, encontrar gente legal, conhecer pessoas novas. O nome da festa é um reflexo deste astral que queremos passar &#8211; a noite como um lugar positivo. Nossa festa é uma resposta a isto, tocamos música boa para dançar, independente de gênero &#8211; apenas as melhores.</p>
<p><em><strong>Quais as baladas mais divertidas da cidade? Tirando a festa de vocês, claro.</strong></em></p>
<p>São muitas. Aqui em Sampa você tem o benefício da dúvida,  mas vai depender muito do seu estado espírito. A noite daqui atualmente deve certamente ser uma das melhores do mundo &#8211; e dependendo da sua praia, dá pra circular por meios completamente diferentes. Assumindo que é uma cidade noturna, a cidade está descobrindo, literalmente, a sua praia. Casas como <strong>Vegas</strong>, <strong>Berlin</strong>, <strong>Studio SP</strong>, <strong>Mood</strong>, <strong>Milo Garage</strong>, <strong>CB</strong>, <strong>D-Edge</strong>, <strong>A Lôca</strong>, <strong>Outs</strong>, <strong>Sarajevo</strong>, <strong>Funhouse</strong>, <strong>Toy Lounge</strong>, <strong>Treze</strong> são a praias daqui &#8211; é aqui que o paulistano e os <strong>&#8220;paulistamos&#8221;</strong> (como nós, que somos de Brasília) saímos para desestressar e se esbaldar. A praia de São Paulo é a &#8220;balada&#8221; &#8211; assim mesmo, em paulistanês &#8211; e as pessoas não precisam passar protetor pra &#8220;pegar um som&#8221;.</p>
<p><em><strong>Qual o papel do DJ na noite, e o quanto ele influencia no &#8220;clima de paquera&#8221;?</strong></em></p>
<p>Ora, ele é  o responsável por tudo,  está na mão dele o sucesso da noite ou não. Basta vocês lembrarem o que acontecia quando tocava &#8220;Take My Breath Away&#8221; nos idos dos 80.</p>
<p><em><strong>Música boa é aquela que&#8230;</strong></em></p>
<p>Aquela que você sai correndo para pista e dança por impulso.</p>
<p><em><strong>Qual o TOP 5 para pista hoje?</strong></em></p>
<p>Kalatalo:<br />
Madonna &#8211; Hang Up ( diplo remix)<br />
Horny as a Dandy &#8211; Loo &#038; Placido<br />
Till the End of the Day &#8211; Kinks<br />
Get It On &#8211; T-Rex<br />
Young Folks &#8211; Peter bjorn and John</p>
<p>Matias:<br />
Mamãe Quero Ser Capitalista &#8211; João Brasil<br />
Straight Up &#8211; Paula Abdul<br />
My Love (DFA Mix) &#8211; Justin Timberlake<br />
Part-Time Lover &#8211; Stevie Wonder<br />
Don Gon Do It &#8211; Rapture</p>
<p><em><strong>Um DJ não deve&#8230;</strong></em></p>
<p>Querer aparecer mais que a  pista. Não precisa complicar, o mantra deve ser &#8220;sempre tocar música boa para dançar&#8221;. Ou, &#8220;gatas na pista&#8221;. Sempre que mulher bonita dança, libera a pista para todas as outras pessoas se soltarem. É a senha pra festa bombar.</p>
<p><em><strong>Por que o &#8220;mashup&#8221;?</strong></em></p>
<p>É um reflexo do bombardeio de informações que vivemos.  Tendo acesso a tanta música,  expandimos os horizontes do nosso gosto musical, e este acúmulo desenfreado nos faz ao mesmo tempo reciclar tudo que gostamos ouvir. Disto surgem versões de canções que a princípio não teriam sentido algum,  garanto que ouvir um mix de AC/DC com Cristina Aguilera pode ser uma experiência única. E o mashup é um gênero nascido e criado na internet, seja no momento da sua concepção (os softwares de mixagem e a fonte dos mp3), ou na sua disseminação (pois não existem discos oficiais, já que de acordo com a visão atual das grandes gravadoras, o bastard pop inflige as leis) através de sites e redes de compartilhamento de arquivos.</p>
<p><strong><em>Para o leitor do Sampaist que nunca ouviu um mashup antes, por onde começar?</strong></em></p>
<p>Inclua as seguintes palavras chaves no google: &#8220;mashup&#8221; &#8220;bastard pop&#8221; &#8220;mp3&#8243;,  e um novo mundo irá surgir.</p>
<p><em><strong>Paulistano é bom de pista? E de paquera?</strong></em></p>
<p>Os paulistanos não sei, as paulistanas sim <img src='http://urbanistas.com.br/sp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>Gente Bonita Clima de Paquera // Hoje, 17 de novembro // Discotecagem: Luciano Kalatalo, Alexandre Matias e Dj Mulher (convidada) // Bar Treze &#8211; Rua Alagoas, 852 Higienopólis (em frente à Faap) // Telefone: 11 3666-0723 // Horário: A partir das 23h // Preço(s): R$ 10,00 ou R$ 5,00 (desconto no site: www.gentebonita.org) </em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/17/sao-paulo-quer-dancar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ela é Sampa: os toques de alma de Adília Belotti</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/11/ela-e-sampa-os-toques-de-alma-de-adilia-belotti/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/11/ela-e-sampa-os-toques-de-alma-de-adilia-belotti/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Nov 2006 04:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas OF</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/11/ela-e-sampa-os-toques-de-alma-de-adilia-belotti/</guid>
		<description><![CDATA[Em apresentações formais, a jornalista Adília Belotti é editora de conteúdo dos sites do portal iG e autora do livro Toques de Alma – Um Olhar Feminino. Para os que já foram acolhidos por uma blusa sua no frio de inverno durante um café na pracinha da Rua Amauri, entre som de água corrente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Adilia01.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/Adilia01.jpg" width="190" height="308"align="left" hspace="8"/> Em apresentações formais, a jornalista Adília Belotti é editora de conteúdo dos sites do portal iG e autora do livro <a href="http://www.rosarumo.com.br/catalogo.htm">Toques de Alma – Um Olhar Feminino</a>.</p>
<p>Para os que já foram acolhidos por uma blusa sua no frio de inverno durante um café na pracinha da Rua Amauri, entre som de água corrente e Ipês, ou pelas palavras mais doces do mundo saídas de seu coração, é um ser iluminado, que ouve, conversa, eleva.</p>
<p>Sabe aquelas pessoas que temos certeza que estão muito à frente de nós? É assim.</p>
<p>Afinada em temas como o universo feminino, espiritualidade e bem-viver, consegue enxergar beleza e paz em meio ao caos urbano, e compartilhar e mostrar isso a quem está ao seu redor .</p>
<p>Na biografia do livro, uma rápida síntese: “Nasceu em São Paulo, perambulou pelo mundo, voltou e hoje vive numa casa amarela com três dos quatro filhos (o mais velho mora na Inglaterra), o marido, a mãe, uma border collie e um gato malhado”.</p>
<p><em><strong>É com ela que fomos bater um papo para ver se aprendemos a ver Sampa – e a vida – ainda mais bonitas!</strong></em></p>
<p><strong>Quem é a Adilia? De onde veio e a que veio?</strong><br />
Adília é mulher, jornalista, tem 52 anos, nasceu aqui em São Paulo, num tempo em que era chique levar os bebês para passear de carrinho pelo Trianon. Ainda não sei ao certo a que vim, mas vou descobrir antes do final do terceiro ato, espero&#8230;</p>
<p><strong>Família e trabalho, como levar os dois?</strong><br />
Sem medo de errar, feito o bêbado, tentando aprender com os tombos, feito o equilibrista.</p>
<p><strong><a href="http://delas.ig.com.br/materias/398501-399000/398662/398662_1.html">Sua coluna</a> e o livro Toques de Alma falam para quem?</strong><br />
Sou uma mulher que ama as mulheres, é para elas que eu falo&#8230;</p>
<p><strong>São Paulo é uma cidade para mulheres?</strong><br />
Só para mulheres valentes.</p>
<p><strong>Uma paixão?</strong><br />
As palavras.</p>
<p><strong>Dicas pra manter a calma e a classe no trânsito, filas e ônibus lotado.</strong><br />
Respirar pelo abdômen e imaginar que o outro sempre podia ser você, num péssimo dia, digamos, num dia de TPM?</p>
<p><strong>Como ter uma vida zen com tanta fumaça e agitação?</strong><br />
Meditar todos os dias de manhã, não se levar muito sério e sempre que for possível correr para o colo da Mãe Natureza.<br />
<img alt="Adilia02.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/Adilia02.jpg" width="137" height="150"align="right" hspace="8"/><br />
<strong>Sampa é melhor de noite ou de dia?</strong><br />
De manhãzinha, por causa do sol, de madrugada, depois da chuva, porque as ruas vazias parecem telas de videogame.</p>
<p><strong>O que é que só você conhece na cidade?</strong><br />
O cheiro das madressilvas no jardim lá de casa, mas todos os amigos e agregados também conhecem&#8230;não deve valer como resposta.</p>
<p><strong>O mundo vai acabar em 24 horas. Como você passaria o dia em São Paulo?</strong><br />
Fazendo um piquenique na praça redonda imensa e árida que existe no meio do Parque Villa Lobos e que faz a gente ter a ilusão de estar no umbigo do mundo.</p>
<p><strong>Quer mandar um beijo para qual paulistano?</strong><br />
Para o bebê recém-nascido que acabou de abrir os olhos em algum canto da cidade, só para dizer bemvindo!</p>
<p><strong>E o naipe feminino do Sampaist quer saber: como ter o seu cabelo quando crescer?</strong><br />
A receita é meio longa:<br />
Aos 15, pinte o cabelo de azul e compre uma mochila que combine<br />
Aos 20, esqueça o cabelo e mantenha-o amarrado num rabo de cavalo<br />
Aos 25, faça permanente, para se despedir dos cachos<br />
Aos 30, levante o queixo e solte as madeixas<br />
Aos 35, corte o cabelo bem rente, pinte de cor de cobre, a correria exige coisas práticas<br />
Aos 40, brinque de luzes, faça chapinha hoje, escova amanhã, perca tempo<br />
Aos 45, chanel, para curtir a elegância<br />
Aos 46, na noite de ano-novo, prometa a si mesma que não vai mais pintar o cabelo, raspe a cabeça com máquina 4 e encontre um cabeleireiro que ouse ajudar você a se reinventar&#8230;</p>
<blockquote><p><strike>Nossa entrevistada vai participar hoje, às 11h, de um debate sobre literatura e a escrita feminina, uma parceria entre o selo Rosa Rumo de literatura feminina e a Livraria da Vila na Casa do Saber. Também estarão lá para o bate-papo a psicóloga e pesquisadora Monika von Koss e a jornalista e fotógrafa Bettina Lenci. E o Sampaist, é claro!</strike> Fomos, debatemos e jogamos a pergunta para vocês: existe uma “literatura feminina”? Caso sim, em que consiste? É boa ou ruim essa classificação? Complexo, heim!</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/11/ela-e-sampa-os-toques-de-alma-de-adilia-belotti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ela é Sampa: Flávia Ceccato diz a que veio</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/08/ela-e-sampa-flavia-ceccato-diz-a-que-veio/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/08/ela-e-sampa-flavia-ceccato-diz-a-que-veio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_carol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[boteco]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
		<category><![CDATA[pizza]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/08/ela-e-sampa-flavia-ceccato-diz-a-que-veio/</guid>
		<description><![CDATA[Dona do Lov.e Club &#038; Lounge e do recém inaugurado Loveland Flávia Ceccato praticamente abandonou a moda, sua primeira paixão, para se tornar a mulher mais poderosa da noite paulistana. Confira o papo que o Sampaist bateu com a empresária: Conte um pouco sobre a Flávia, suas origens e paixões Bom&#8230;eu sou de Santos mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="FLAVIA.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/FLAVIA.jpg" width="200" height="300" align="left" hspace="8" /> Dona do <a href="http://www.loveclub.com.br/"><strong>Lov.e Club &#038; Lounge</strong></a> e do recém inaugurado Loveland Flávia Ceccato praticamente abandonou a moda, sua primeira paixão, para se tornar a mulher mais poderosa da noite paulistana.</p>
<p><em><strong>Confira o papo que o Sampaist bateu com a empresária: </strong></em></p>
<p><strong>Conte um pouco sobre a Flávia, suas origens e paixões </strong></p>
<p>Bom&#8230;eu sou de Santos mas fui criada para sair de casa, estudar fora, ser independente. Meus pais são muito simples, mas sempre prezaram pela educação. Vim a São Paulo fazer faculdade de moda, em 89, na Santa Marcelina. Eu tinha decidido ser estilista aos sete anos de idade. Mas fiquei saturada. Ainda amo moda, mas quero fazer as coisas do meu jeito. Tenho dificuldade em me submeter. Minha outra grande paixão são os animais. Tenho seis cachorros e quatro gatos. Quero um casal de pavões e uma vaca!!! Adoraria ter um zoológico. Ou abrigar animais abandonados.</p>
<p><strong>Como nasceu a Flávia empresária da noite?</strong></p>
<p>Nasceu de um casamento. Comecei a sair muito e a noite passou a ser minha fonte de inspiração. Era o começo da música eletrônica em São Paulo e aquilo fervilhava na minha cabeça. Acabei conhecendo e casando com o Angelo (Leuzzi) e com ele montei o club B.A.S.E. Assim fui me distanciando da moda e me envolvendo cada vez mais com a noite. Só assumi mesmo tudo sozinha quando me separei e fiquei com o Lov.e nas mãos. Isso foi em 2000.</p>
<p><strong>A noite de Sampa é a melhor do mundo por que&#8230;</strong></p>
<p>É muito diversificada. Tem opção para todos os gostos, a qualquer hora.</p>
<p><strong>Que música toca na sua cabeça quando chega à São Paulo? Qual é a trilha sonora da cidade? </strong></p>
<p>Depende muito. Se está calor, se está frio. Se chove ou faz sol. Se é dia ou noite. Tenho trilha sonora para tudo!</p>
<p><strong>Como a cidade influencia seus projetos?</strong></p>
<p>Acho que o paulistano é muito exigente, sabe bem o que quer e sempre está atrás de coisas novas. Por isso procuro sempre fazer o meu melhor.</p>
<p><strong>Para quem não conhece a noite de Sampa, por onde começar?</strong></p>
<p>Indo jantar no Ritz, que não tem erro. A comida é ótima e os preços são honestos. Depois uma esticadinha ao Loveland, que tem drinks incríveis, shows de altíssima qualidade e uma mesinha de snooker para acompanhar. Lá pela 1:30h é só dar três passos e cair no Lov.e. Se a fome bater já de manhã, sugiro a Galeria dos Pães. Aberta 24h e com um excelente café da manhã. Se ainda houver fôlego e for final de semana, ainda tem os afters espalhados pela cidade. Eu gosto do Hell´s no Vegas e do Imnsonia&#8230; até a energia acabar.</p>
<p><strong>Que iniciativas você toma para que seus clubes &#8220;dêem certo&#8221;? </strong></p>
<p>Trabalho com pessoas da minha confiança, minha família. E me envolvo pessoalmente em tudo o que acontece. Sabe aquela&#8230;&#8221;o olho do dono engorda o gado&#8221;? É bem isso!</p>
<p><strong>Como lida com as críticas aos seus projetos? </strong><br />
Ouço tudo. Mas confio na minha intuição e na experiência.</p>
<p><strong>Em que pé está o projeto Lov.e por São Paulo? Podemos esperar uma nova versão da festa para logo?</strong></p>
<p>Eu adoraria porque era um projeto que eu adorava e que sempre me dediquei. Infelizmente não depende de mim. Era um projeto em parceria com a prefeitura do PT. Na mudança do governo, deve ter ido para alguma gaveta. Ainda tentei retomar o diálogo com os novos responsáveis mas não obtive sucesso.</p>
<p><strong>Como nasceu esse projeto?</strong></p>
<p>Eu já fazia algumas ações sociais, como entrada no club com alimentos, brinquedos, mas sentia falta de alguma coisa maior. Nessa época a prefeitura me procurou, via Secretaria da Juventude e elaboramos o projeto juntos, com apoio da Red Bull.</p>
<p><strong>Depois da festa, a larica é onde? </strong></p>
<p>Olha&#8230; minha geladeira tem a melhor larica da cidade. Para mim, noite é trabalho, quando saio do trabalho quero a minha casa!</p>
<p><strong>Quem faz o melhor cabelo de Sampa? Vale também o melhor pão de queijo, sushi, lava rápido, etc&#8230;</strong></p>
<p>Cabelo é complicado!!! Eu corto com a Andréa do Celso Kamura mas com penteado eu me viro, apesar de conhecer os profissionais mais talentosos da cidade. O melhor cookie do planeta é o da Cremeria Nestlè. Sou louca por livros e a Livraria Cultura do Market Place é minha perdição. Cosméticos na drogaria Iguatemi, maquiagem na MAC. Café no Santo Grão. Picanha e cupim no Fogo de Chão. Esfiha do Jaber. A carne seca com quibebe na Mercearia do Alto. Fim de noite com risada garantida na Choperia Liberdade.</p>
<p><img alt="FLAVIA1.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/FLAVIA1.jpg" width="500" height="449" /></p>
<p><strong>Oscar Freire ou 25 de Março?</strong></p>
<p>Com dinheiro na Oscar Freire, com disposição na 25 de Março</p>
<p><strong>Você sabe que é alguém é paulistano quando&#8230; </strong></p>
<p>Diz que não está entendeeendo.</p>
<p><strong>Qual o melhor bairro para abrir um negócio e para morar? </strong></p>
<p>Não é tão simples assim. São Paulo tem lugar certo para cada especialidade. Seja moda nos Jardins, pizzaria na Moóca, eletro-eletrônicos na Santa Efigênia, quinquilharia na Paula Souza, tecido no Bom Retiro, plásticos no gasômetro, clubs na Vila Olímpia ou Barra Funda, bares na Vila Madalena&#8230; essa lista nunca teria fim! Mas para morar&#8230; aí é fácil! Eu gosto de lugares arborizados, silenciosos e sem prédios, fico com Alto de Pinheiros ou Alto da Boa Vista. Adoro o centro, mas é muito barulhento e eu geralmente vou dormir quando já amanheceu.</p>
<p><strong>O que falta e o que sobra em Sampa?</strong></p>
<p>Faltam áreas verdes, falta um belo calçadão em volta de rio limpo, faltam ruas largas e floridas, falta paciência.</p>
<p>Sobra trânsito lento, poluição, sujeira, violência, pressa, informação, cultura, boas opções gastronômicas. Eu não troco essa cidade por lugar algum.</p>
<p><strong>O mundo vai acabar em 24 horas. Como você passaria o dia em São Paulo?</strong></p>
<p>Na minha casa, com meus bichos, ouvindo as músicas que eu mais gosto.</p>
<p><strong>Você mandaria um beijo para qual paulistano? </strong></p>
<p>Putz! Eu mandaria um beijo para o Renato Kherlakian que apostou em mim quando eu ainda era uma pirralha e me ensinou tudo o que eu sei, na prática, sobre moda. Penso em muita gente mas não sei se são paulistanos.</p>
<p><strong>Por que os leitores do Sampaist deve ir ao Lov.e e ao recém inaugurado Loveland? </strong></p>
<p>Ao Lov.e para ver os melhores djs nacionais e internacionais, com o melhor sound system da cidade. Ao Loveland se você procura um boteco que não tenha aquela cara de Rio de Janeiro e que não toque sambinha. Um lugar que tem uma programação musical de qualidade e oferece drinks e petiscos e preços bacanas.</p>
<p><strong>Conta aí um lugar inusitado que você freqüenta na cidade: </strong></p>
<p>Hummm&#8230; o mercado municipal de Santo Amaro.</p>
<p><strong>Flávia Ceccato é Sampa por que&#8230;</strong></p>
<p>Tem pressa, é exigente mas bem desorganizada!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/08/ela-e-sampa-flavia-ceccato-diz-a-que-veio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ele é Sampa: DJ Alex S e o groove paulistano</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/03/ele-e-sampa-dj-alex-s-e-o-groove-paulistano/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/03/ele-e-sampa-dj-alex-s-e-o-groove-paulistano/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Nov 2006 13:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_carol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/03/ele-e-sampa-dj-alex-s-e-o-groove-paulistano/</guid>
		<description><![CDATA[No dia 26 de novembro o núcleo SP Groove comemora sete anos com uma festa à luz do dia de line-up esmagador. Um dos nomes de peso da rave, tanto nas pick-ups quanto na organização, é o DJ Alex S, que bateu um papo simpático com o Sampaist neste começo de mês. Alex S começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="ALEXS.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/ALEXS.jpg" width="500" height="285" /></p>
<p>No dia 26 de novembro o núcleo <a href="http://www2.uol.com.br/spgroove/"><strong>SP Groove</strong></a> comemora sete anos com uma festa à luz do dia de line-up esmagador. Um dos nomes de peso da rave, tanto nas pick-ups quanto na organização, é o <strong>DJ Alex S</strong>, que bateu um papo simpático com o Sampaist neste começo de mês.</p>
<p>Alex S começou sua carreira de DJ e produtor lá em 92, quando contribuiu para a organização da primeira rave no Brasil. Depois disso muita água já rolou. Ele foi residente nos principais clubes de São Paulo, tocou em diversos festivais brasileiros e em turnês pela Europa, África, América Latina, etc. Na produção, Alex S tem uma discografia extensa e selo próprio, o SP Groove Records, que coloca no mercado suas produções em vinil, exportando techno brasileiro de qualidade.</p>
<p>Ele sempre organizou festas importantes, até que nasceu a Groove Nation, que se tornou um marco na cena techno e evolui para se tornar a SP Groove em meados de 2001. Além disso ele já foi considerado um dos oito melhores DJs da noite paulistana pela revista Veja e recebeu três indicações na premiação Melhores da Noite Ilustrada.</p>
<p><em><strong>Confira o papo que batemos com ele:</strong></em></p>
<p><strong>Conte um pouco sobre o Alex S e sua carreira.</strong></p>
<p>Atualmente venho me dedicando ao selo SP Groove Records passando mais tempo em estúdio. O selo está no 14 release com boa repercussão por toda a Europa, chegando a ser um dos mais vendidos em lojas como a Juno.</p>
<p>No restante do meu tempo eu toco como DJ, nos fins de semana. Quem quiser baixar meus sets mais recentes pode acessar meu site <a href="http://www.djalexs.net"><strong>www.djalexs.net</strong></a> e ver o que estou tocando.</p>
<p>Além disso, lógico, maior parte do meu tempo fica na organização da festa da SP Groove. Amo muito tudo isso! Hahaha!</p>
<p><strong>Que música toca na sua cabeça quando chega a São Paulo? Sampa é techno?</strong></p>
<p>“Saudosa Maloca” dos Demônios da Garoa.</p>
<p>Sampa é techno, pois tem uma poluição sonora constante e muito zapping. Tudo acontece ao mesmo tempo. É uma cidade urbana, caótica e individualista. Feia, mas ao mesmo tempo fascinante. Não troco por nada!</p>
<p><strong>Como a cidade influencia seu som?</strong></p>
<p>Para mim Sampa pede info o tempo todo, por isso minha na minha música procuro ao máximo encontrar sonoridades que tenham muita energia que façam as pessoas se sentirem no maior alto astral possível.</p>
<p><strong>Para quem nunca ouviu techno: por onde começar?</strong></p>
<p>Aconselho a ir numa SP Groove e sentir na pele a vibe para tirar suas próprias conclusões.</p>
<p><strong>Qual foi o melhor lugar que você já tocou em Sampa? E o pior?</strong></p>
<p>Pra mim não existe o melhor lugar e o pior. Procuro tirar proveito ao máximo de mim mesmo para criar uma excelente atmosfera em todos os lugares que toco.</p>
<p><strong>Em qual lugar você não toca nem por decreto?</strong></p>
<p>Numa casa de strip, pois ninguém vai lá pela música.</p>
<p><strong>Conta aí um lugar inusitado que você freqüenta na cidade:</strong></p>
<p>Ando meio rato dos sebos do centro da cidade e dos cineclubes também.</p>
<p><strong>Você sabe que é alguém é paulistano&#8230;</strong></p>
<p>Pelo sotaque.</p>
<p><strong>Como nasceu a SP Groove?</strong></p>
<p>Nasceu numa iniciativa de colocar a cena techno no mercado brasileiro, pois não existia nenhuma rave direcionada a esse estilo. Fico feliz de ter contribuído durante esses 7 anos e ter feito algo de que me orgulho muito. Hoje estou fazendo minha tour passando por vários Estados, cidades como Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Jaraguá do Sul. Já passamos também por Cuiabá, Campo Grande, Santa Catarina, entre outros.</p>
<p><strong>Depois da festa, a larica é onde?</strong></p>
<p>Casa dos Pães é uma boa pedida.</p>
<p><strong>O mundo vai acabar em 24 horas. Como você passaria o dia em São Paulo?</strong></p>
<p>Daria uma corrida no parque Ibirapuera, depois um bom almoço num japonês e iria assistir a um filme no Cinesesc e por lá ficaria feliz.</p>
<p><strong>Você mandaria um beijo para qual paulistano?</strong></p>
<p>Adoro Maria Rita.</p>
<p><strong>Por que os leitores do Sampaist devem ir a SP Groove?</strong></p>
<p>Simples, eles vão encontrar uma vibe inesquecível, com pessoas fantásticas, abertas a fazer novos amigos, ouvir uma excelente música numa aparelhagem de som impecável, banheiro limpo durante todo o evento, sem fila no bar. Tudo muito organizado. Sem dúvida terão um dos melhores momentos de suas vidas! <strong><em>Keep the vibe alive!!!</em></strong><br />
<br />
<img alt="FLYER1.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/FLYER1.jpg" width="260" height="340" hspace="8" vspace="8" align="left"/></p>
<p><em><strong>SP Groove:</strong> Estrada do Havaí, 1000 – {na Rodovia Anchieta, pegar a saída Km 29 para Riacho Grande. Na Placa Conier Conrado, virar à esquerda no sentido balsa. Seguir pela estrada do Rio Acima, passar pelo E.C. Sultan Yakub e virar à direita na Igreja Evangélica (placa &#8211; CCS/ Jardim Tupã). Seguir adiante e virar à esquerda na estrada do Havaí (padaria Rainha dos Pães e Supermercado Serpol). Seguir reto até o local: Porto Praia}// dia 26 de novembro, a partir das 05h// Venda de ingressos nas principais lojas da Chilli Beans// de 02/10 a 22/10: R$35// de 22/10 a 25/11: R$45// na porta: R$60//** Proibida a entrada de menores de 18 anos**</em></p>
<p></p>
<p><strong>Line-up:</strong></p>
<p>05:00 Calabra Vs. Sacha &#8211; Back To Back ( Techno4m8 &#8211; Bra )<br />
07:00 Garcia ( Bra )<br />
08:30 Alex S ( Sp Groove &#8211; Bra )<br />
10:00 Mara Bruiser ( Smart Biz &#8211; Bra )<br />
11:30 D.a.v.e. The Drummer ( Hydraulix &#8211; Uk )<br />
13:30 Eric Sneo ( Beatdisaster &#8211; Ger )<br />
15:30 Chris Liberator ( Cluster &#8211; Uk )<br />
17:30 Murphy ( Hypno &#8211; Bra )<br />
19:00 Chris Liberator e D.a.v.e. The Drummer &#8211; em 4 pick-ups<br />
22:00 The End</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/11/03/ele-e-sampa-dj-alex-s-e-o-groove-paulistano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os Efervescentes</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/30/os-efervescentes/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/30/os-efervescentes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2006 21:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/30/os-efervescentes/</guid>
		<description><![CDATA[Nesta semana desembarca por São Paulo a banda gaúcha Os Efervescentes. Antes de chegar por aqui, os “guris” Daniel Tessler, Beto Stone e André Netto bateram um papo com o Sampaist. Pela primeira vez vêm à cidade da garoa mostrar porque o rock do sul está tão bem falado no Brasil. A banda foi formada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="efervescentes.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/efervescentes.jpg" width="300" height="400" align="left" hspace="8"/> Nesta semana desembarca por São Paulo a banda gaúcha <strong>Os Efervescentes</strong>. Antes de chegar por aqui, os “guris” Daniel Tessler, Beto Stone e André Netto bateram um papo com o Sampaist. Pela primeira vez vêm à cidade da garoa mostrar porque o rock do sul está tão bem falado no Brasil.<br />
A banda foi formada em 2001. Em julho de 2005, o baixista e vocalista Rodolfo Krieger (hoje no <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/08/08/que_loucura_ess.php">Cachorro Grande</a>) deixou o trio para a entrada de Daniel Tessler. Logo depois, outra baixa: Felipe Grimm (<a href="http://www.bideoubalde.com.br/">hoje no Bidê ou Balde</a>) deu lugar a André Netto. “Agora a banda está na sua melhor forma. O que mudou, foi que a estamos com as baterias novas, prontos para gravar o primeiro disco”, garantem.<br />
As influências dos rapazes? “Uma música pra frente e estimulante. Tentamos mesclar a vibração do The Who com a atualidade do Supergrass. Um tapa do lado da orelha”. Então, confira a entrevista. <a href="http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=5536">A trilha sonora pode ser o próprio Efervescentes! </a></p>
<p><strong>1- Por que os leitores do Sampaist devem ir ao show do Efervescentes?</strong><br />
Primeiro, porque não tocamos ainda em São Paulo e seria uma bela oportunidade de conferir. Segundo que, para as pessoas que gostam de rock, Os Efervescentes oferecem uma música que tem a ver com as grandes pérolas dos anos 60, assim como, bandas atuais da Europa e EUA. O som de um power trio. É demais!</p>
<p><strong>2 &#8211; Para quem nunca ouviu Efervescentes: por qual música começar?</strong><br />
Acreditamos que duas músicas seriam boas pra primeira impressão da banda. Um clássico, &#8220;Não Vou Lhe Contar&#8221; e &#8220;Não Demore&#8221;. Todas, afinal. Qualquer uma que se escute mostra bem a cara da banda.</p>
<p><strong>3 &#8211; Você sabe que é alguém é paulistano quando&#8230;</strong>É complicado porque pouco conhecemos de SP e do pessoal daí, mas da pra perceber. &#8220;Ô meu&#8221;, tem como confundir?</p>
<p><strong>4- O que vocês esperam do público de Sampa?</strong><br />
Aqui do sul sempre se escuta falar de São Paulo pra todos os lados. Acreditamos que vá ser demais. Esperamos os maiores e mais loucos públicos que ja tocamos. O que sabemos é que o pessoal gosta mesmo de rock.</p>
<p><strong>5 &#8211; Estão ouvindo alguma banda e/ou artista de São Paulo? Quem vocês recomendam?</strong><br />
As bandas do Thunderbird (Devotos de Nossa Senhora é uma delas). Tem também o Laboratório SP, que fazem um rock mais mod. É complicado, não conhecemos muito de São Paulo mesmo.</p>
<p><strong>6 &#8211; Algum lugar especial que gostariam de conhecer em Sampa?</strong><br />
Todos os lugares. O que é impossível em menos de cem anos! Mas a Galeria do Rock seria interessante. A Rua Augusta, a loja Baratos e Afins.</p>
<p><strong>7 &#8211; Quais são os planos da banda?</strong><br />
Começamos a turnê no dia 19 de outubro, no Paraná, onde ficamos até o dia 23. Voltando de SP, onde ficaremos do dia 1º de novembro até o dia 8, pretendemos passar por Curitiba pra fazer mais algumas apresentações por lá. Chegando em Porto Alegre os planos são dedicar todo o tempo na produção do álbum oficial.</p>
<p><strong>8 &#8211; Curiosidade básica: Beatles ou Rolling Stones?</strong><br />
Teu pai ou tua mãe? Impossível! Não tem um sem o outro. Mas ficamos com o Bob Dylan.</p>
<p><strong>AGENDA: Os Efervescentes tocam em São Paulo dia 01/11 (Funhouse), dia 03/11 (Clube Belfiore) e dia 04/11 (Oasis)</strong></p>
<p><img alt="Efervescentesamarelo.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/Efervescentesamarelo.jpg" width="500" height="349" /></p>
<p><em>Funhouse &#8211; Rua Bela Cintra, 567, Consolação // Fone: (11) 3259-3793.</em></p>
<p><em>Clube Belfiore &#8211; Rua: Brigadeiro Galvão, 871, Barra Funda // Fone: (11) 3666-8971</em></p>
<p><em>Oasis Club &#8211; Rua Augusta, 430, Cerqueira César // Fone: (11) 3258-2282 / 3214-2074</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/30/os-efervescentes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Monjolo e a Cidade Sam(b)a</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/18/monjolo-e-a-cidade-samba/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/18/monjolo-e-a-cidade-samba/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2006 15:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/18/monjolo-e-a-cidade-samba/</guid>
		<description><![CDATA[A banda Monjolo já foi assunto aqui no Sampaist. Foi amor à primeira vista: os pernambucanos se mudaram de vez para a cidade, montaram uma banda de conterrâneos, e desde então, a lista de shows só aumenta. Samba pesado, rock dançante&#8230; eles preferem dizer que fazem &#8220;música brasileira vibrante&#8221;. Coversamos com o letrista do grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="monjoloentrevista.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/monjoloentrevista.JPG" width="301" height="300" align="left" hspace="8" /> A banda <a href="http://www.myspace.com/monjolo">Monjolo</a> já <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/09/28/o_encontro_de_p.php">foi assunto aqui no Sampaist</a>.</p>
<p>Foi amor à primeira vista: os pernambucanos se mudaram de vez para a cidade, montaram uma banda de conterrâneos, e desde então, a lista de shows só aumenta.</p>
<p>Samba pesado, rock dançante&#8230; eles preferem dizer que fazem &#8220;música brasileira vibrante&#8221;.</p>
<p>Coversamos com o letrista do grupo (Alfaia) para entender um pouco mais de onde veio o amor pelo samba &#8211; e por Sampa.</p>
<p><strong>Como a cidade influenciou nas letras da banda?</strong></p>
<p><em>Bem, influencia muito porque é a cidade onde a gente vive e onde a banda nasceu. Tem uma letra que eu fiz, exatamente pra homenagear Sampa, do meu jeito, lógico. O nome é <strong>&#8220;cidade samba&#8221;</strong> mas no encarte do disco existe um (P), assim mesmo, ao lado da palavra samba, para as pessoas trocarem o b  pelo p e ficar evidente de &#8220;quem&#8221; estou falando.  Tem gente que diz que é uma letra &#8220;lado b&#8221; da famosa &#8220;Sampa&#8221; porque dá pra sentir nela um carinho pela cidade mas, não &#8220;analisa&#8221; muito na descrição das suas idiossincrasias.</em></p>
<p><strong>Então Sampa é Samba?</strong></p>
<p><em>Eu acho São Paulo a cidade que mais curte ritmos no  Brasil, do funk ao samba, do eletro ao maracatu, tudo tem espaço e a moçada se joga bonito&#8230;Por isso nessa letra faço a cidade sambar dentro do espaço poético que me cabe nesse latifúndio onde estão reunidas todas as tendências e tribos, etnias e seus rituais, que &#8220;atende&#8221; pelo nome de Cidade de São<br />
Paulo.</em></p>
<p><strong>Vocês mudaram a sonoridade do grupo depois de terem fixado residência aqui? Isso é bom ou ruim?</strong></p>
<p><em>A banda nasceu aqui, nós não viemos pra cá como uma banda. Nós morávamos na cidade e frequentávamos as mesmas rodas de malandragem, casas de amigos, etc. Então nos juntamos e começamos a tocar. Claro que o fato de todos terem vindo de Recife ajudou na hora de trocar as figurinhas musicais, as mesmas referências e tal&#8230;. Mas não dá pra dizer se mudou, porque a banda já nasceu &#8220;mudada&#8221;.</em></p>
<p><strong>Monjolo é mais São Paulo que Pernambuco?</strong></p>
<p><em>O Monjolo nasceu em Sampa com o signo da hibridez por termos vindo de Recife&#8230; Com certeza a cidade influencia a banda, mas não sei identificar o quanto, quais são os limites dessa infuência na música. Prefiro dizer que o Monjolo é uma banda do Brasil e que aqui em São Paulo o Brasil se reúne pra trabalhar, beber e jogar conversa fiada tomando um chopp, mais ou menos o que nós do Monjolo adoramos fazer, não nescessariamente nessa ordem. Nunca tocamos em Pernambuco, no entanto, há mais de ano, fazemos shows toda semana por aqui. <strong>É a cidade que nos acolhe, que nos viu nascer como banda e que a gente ama morar. Simples assim.</strong></em></p>
<p>Simples assim!</p>
<p>A maratona de shows no mês de outubro só termina no dia 26! Confira a agenda abaixo.</p>
<p><strong>Dia 19/10</strong>: o Monjolo toca na festa “Groove Calças Quentes”, comandada pelos DJs MZK, Don KB e Nego Billy no <a href="http://www.clubeberlin.com.br/"><strong>Berlin Bar</strong></a>.</p>
<p><strong>No dia 24/10</strong>: a banda volta a se apresentar no <a href="http://www.cbbar.com.br/"><strong>Clube Belfiore</strong></a>.</p>
<p><strong>Dia 26/10</strong>: showzinho no <a href="http://www.bleeckerst.com.br/"><strong>Bleecker St.</strong></a>, repetindo a dobradinha com a banda de ska paulistana Firebug.</p>
<p><a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/09/28/o_encontro_de_p.php">Leia o que já foi dito sobre o Monjolo</a>.</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/monjolo">Ouça &#8220;Samba do Seqüestro&#8221;.</a></p>
<p><em>* Berlin Bar // Rua: Cônego Vicente Miguel Marino, 85 // Barra Funda // 23 horas // Ingressos: R$ 12 e R$ 8 // Tel: 3392-4594<br />
* Clube Belfiore // Rua: Brigadeiro Galvão, 871 Barra Funda // 22 horas // Ingressos: R$ 15 e R$ 10 // Tel: 3666-8971<br />
* Bleecker St. // Rua Inácio Pereira da Rocha, 367 &#8211; Vila Madalena // 22 horas // Ingressos: R$ 15 e R$ 10 // Tel: 3032-3697 / 3032-8271</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/18/monjolo-e-a-cidade-samba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pra Maradona cantar, e pra Sampa ver</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/11/pra-maradona-cantar-e-pra-sampa-ver/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/11/pra-maradona-cantar-e-pra-sampa-ver/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2006 16:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/11/pra-maradona-cantar-e-pra-sampa-ver/</guid>
		<description><![CDATA[A banda paulistana Hurtmold continua desafiando aqueles que adoram rotular gêneros musicais. Desde que foi formada, em 1998, ela já foi chamada de &#8220;banda de hard-rock&#8221;, depois perdeu um pouco de peso e ficou apenas &#8220;rock&#8221;, algumas influências mais tarde e virou &#8220;banda experimental&#8221;, um pouco mais de sofisticação e logo passou a ser chamada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="hurtmold2.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/hurtmold2.JPG" width="350" height="262" align="left" hspace="8" /> A banda paulistana <a href="http://www.submarinerecords.net"><u><strong>Hurtmold</strong></u></a> continua desafiando aqueles que adoram rotular gêneros musicais.</p>
<p>Desde que foi formada, em 1998, ela já foi chamada de <strong>&#8220;banda de hard-rock&#8221;</strong>, depois perdeu um pouco de peso e ficou apenas <strong>&#8220;rock&#8221;</strong>, algumas influências mais tarde e virou <strong>&#8220;banda experimental&#8221;</strong>, um pouco mais de sofisticação e logo passou a ser chamada de <strong>&#8220;novo jazz&#8221;</strong>&#8230; e aqui estamos novamente, tentando encaixar tanta mistureba em um rótulo só.</p>
<p>Não dá, claro. É um pouco de tudo, mas não dá para fugir do talvez injusto, mas por hora suficiente, <strong>&#8220;post-rock-jazz&#8221;</strong>.</p>
<p>Absorvendo  várias referências sonoras, ao vivo a banda conta com inúmeros instrumentos tentando conviver pacificamente em um mesmo palco. A impressão é a de que estamos diante de uma mini-orquestra sendo regida por um baterista-maestro, que também toca&#8230;trompete.</p>
<p>O resultado dessa inusitada formação é uma musicalidade recheada de texturas. Calmas em certos momentos, para alguns segundos depois, ficarem nervosas e pesadas.</p>
<p>Representante brasileira no <strong>Festival Sónar</strong> de Barcelona em 2005, a banda se apresenta em São Paulo nessa <strong>sexta-feira</strong>! <strong>Sampaist</strong> conversou com o vocalista &#8211; também responsável pelo teclado, vibrafone e escaleta- <strong>Guilherme Granado</strong>, um apaixonado pela Lapa! Confira:</p>
<p><img alt="hurtmold3.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/hurtmold3.JPG" width="327" height="500" align="left" hspace="8" /> <strong>1- Por que os leitores do Sampaist devem ir ao show?</strong></p>
<p><em>Difícil dizer porque. A gente faz a coisa com amor e dedicação. Acho que isso é um bom motivo né?</em></p>
<p><strong>2- Para quem nunca ouviu Hurtmold: por qual música começar?</strong></p>
<p><em>Acho que qualquer uma do ultimo disco, &#8221; mestro&#8221; . Eu tenho um amor especial pela<br />
&#8220;Música política para Maradona cantar&#8221;. Acho que ela encapsula o que a banda estava passando na época que fizemos o disco.</em></p>
<p><strong>3-  Você sabe que é alguém é paulistano quando&#8230;</strong></p>
<p><em>Quando tem pressa. De uma maneira bem ampla.</em></p>
<p><strong>4- O mundo vai acabar em 24 horas. Como você(s) passariam o dia em São Paulo?</strong></p>
<p><em>Eu ficaria aqui no meu bairro, a Lapa. Talvez fosse a pé até Pinheiros, na área do estudio El Rocha, para ver os amigos. Mas acho que passaria a maior parte do tempo aqui na Lapa mesmo.</em></p>
<p><strong>5- Qual foi o melhor lugar que vocês já tocaram em Sampa? E o pior?</strong></p>
<p><em>O melhor, não com o Hurtmold, mas todas as nossas antigas bandas tocaram num lugar que se chamava Espaço Piccollo, na Vila Madalena. Depois o nome mudou pra Empório Cultural. A atmosfera era boa, o som era bom. Vi ótimos shows lá. O pior não dá pra dizer, porque tem tanto lugar que é ruim, e é sempre pelos mesmos motivos. Descaso e ganância. É difícil eleger um só.</em></p>
<p><strong>6- Em qual lugar vocês não tocam nem por decreto?</strong></p>
<p><em>Vários. Por esses motivos. Não dá para tocar em lugares onde se tem descaso com quem está tocando e com quem está assistindo. Não faz sentido. Pra que tocar num lugar onde a música não é importante?</em></p>
<p><strong>7- Depois dos shows, a larica da madrugada é onde?</strong></p>
<p><em>Em casa mesmo viu&#8230; isso se você não considerar cerveja como um mata fome. Eu considero.</em></p>
<p><strong>8- Que música toca na sua cabeça quando chega à cidade?</strong></p>
<p><em>Ah, isso é difícil. Depende da época. Na última vez que cheguei em São Paulo acho que foi &#8220;Deep space 9mm&#8221; do El-P.</em></p>
<p><strong>9- Lugar inusitado que você(s) freqüenta(m) na cidade:</strong></p>
<p><em>Não saímos muito. Geralmente ficamos na casa de alguém, ou em um bar conversando. Gosto muito de um bar em Pinheiros, que não lembro o nome. Tem chopp bom e barato. E gosto de tomar café na Kopenhagen na esquina do estudio também. Mas nada disso é inusitado, né?</em></p>
<p><strong>10- Você mandaria um beijo para qual paulistano?</strong></p>
<p><em>Eu mandaria um beijo para todo paulistano que não votou nos que ganharam as eleições desse ano. Estou bem envergonhado. Agora temos Serra, Maluf, e ainda por cima Kassab na prefeitura. Uma beleza.</em></p>
<p>** <strong>Hurtmold é</strong>: Fernando Cappi (guitarra/bateria), Guilherme Granado (teclado/vibrafone/escaleta/vocal), Marcos Gerez (baixo), Mário Cappi (guitarra), Maurício Takara (bateria/vibrafone/trompete/guitarra) e Rogério Martins (percussão/clarinete).</p>
<p>** <a href="http://www.myspace.com/hurtmold">Ouça <strong>&#8220;Música Política para Maradona Cantar&#8221;</strong></a>.</p>
<p><strong>** Update: </strong>o <a href="http://escritxos.blogspot.com/">Daniel</a> deixou o link de uma entrevista da banda que está publicada no YouTube. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WNeSweWr_Ls">Clique</a> para ver!</p>
<p><em>Fotos de divulgação.</em></p>
<p><em>Hurtmold no <a href="http://www.studiosp.org">StudioSP</a> // Discotecagem: DJ .guab. // dia 13 de outubro, sexta-feira // a partir das 22:30 horas // Rua Inácio Pereira da Rocha, 170 &#8211; Vila Madalena // R$15,00 e R$ 10,00 // Tel: 11 3817-5425</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/11/pra-maradona-cantar-e-pra-sampa-ver/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Moptop na ponte-aérea</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/04/moptop-na-ponte-aerea/</link>
		<comments>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/04/moptop-na-ponte-aerea/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2006 15:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sp_ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[boteco]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/04/moptop-na-ponte-aerea/</guid>
		<description><![CDATA[A banda carioca Moptop esteve na cidade nesse último final de semana e falou com o Sampaist! Sempre citada como o &#8220;Strokes nacional&#8221;, o grupo formado há três anos tenta fugir desse rótulo absorvendo novas influências. A comparação não incomoda, mas eles querem mostrar que nem só de Nova York vive o novo rock carioca. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="moptop.jpg" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/moptop.jpg" width="500" height="101" /></p>
<p>A banda carioca <a href="http://www.moptop.com.br"><strong>Moptop</strong></a> esteve na cidade nesse último <a href="http://www.sampaist.com/archives/2006/09/29/show_sao_paulo.php">final de semana</a> e falou com o <strong>Sampaist</strong>!</p>
<p>Sempre citada como o &#8220;Strokes nacional&#8221;, o grupo formado há três anos tenta fugir desse rótulo absorvendo novas influências. A comparação não incomoda, mas eles querem mostrar que nem só de Nova York vive o novo rock carioca. <a href="http://www.theclashonline.com/">The Clash</a> e <a href="http://www.thecure.com/">The Cure</a> aparecem como referências mais antigas, enquanto <a href="http://www.franzferdinand.co.uk/">Franz Ferdinand</a> e <a href="http://www.blocparty.com/">Bloc Party</a> representam o gosto musical atual dos meninos.</p>
<p>Formado por Gabriel Marques (vocal, guitarra), Rodrigo Curi (guitarra), Daniel Campos (baixo) e Mario Mamede (bateria), o <strong>Moptop</strong> acompanha a mais nova regra do rock nacional: cantar em português. O inglês &#8220;strokes&#8221; das primeiras composições foi limado pelo português &#8220;los hermanos&#8221; no primeiro CD, que tem <a href="http://ubbibr.fotolog.com/_moptop_/?pid=19721269"><strong>festa de lançamento hoje no Rio de Janeiro</strong></a>.</p>
<p>Sucesso instantâneo, o hit <strong>“O rock acabou”</strong>, fez com que o disco fosse baixado mais de 15 mil vezes no site oficial da banda. Mas logo que assinaram contrato com uma gravadora, as músicas para download foram retiradas e disponibilizadas para compra online (elas ainda podem ser ouvidas na íntegra, no entanto).</p>
<p><img alt="moptop4.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/moptop4.JPG" width="249" height="350" align="left" hspace="8" /> Leia o que esses cariocas disseram sobre a cidade:</p>
<p><strong>1 &#8211; Por que os leitores do Sampaist devem conhecer o Moptop?</strong></p>
<p><em>Quem gosta de rock provavelmente curtirá o Moptop. Tem um pouco de tudo&#8230;tanto o rock antigo de bandas como The Clash e Beatles como também o som de bandas novas como The Strokes e Franz Ferdinand.</em></p>
<p><strong>2- Para quem nunca ouviu Moptop: por qual música começar?</strong></p>
<p><em>Todas são importantes mas &#8220;O Rock Acabou&#8221;, &#8220;Tão Certo&#8221; e &#8220;Moonrock&#8221; são bons cartões de visita.</em></p>
<p><strong>3 &#8211; O que é melhor: abrir para o Oasis ou tocar em algum clube de garagem?</strong></p>
<p><em>Adoramos tocar em inferninhos, mas não é todo dia que temos a oportunidade de abrir para uma banda como o Oasis. Fico com a primeira opção.</em></p>
<p><strong>4 &#8211; O mundo vai acabar em 24 horas. Como você passaria o dia em São Paulo?</strong></p>
<p><em>Não conheço muito ainda, mas seria algo como:  Café da manhã na <strong>Bella Paulista</strong>, cerveja em algum boteco, almoço no <strong>Sujinho</strong>, mais cerveja em algum boteco da <strong>Augusta</strong>, show na <strong>Outs</strong> ou <strong>Funhouse</strong>, de preferência do Cachorro Grande ou Daniel Beleza.</em></p>
<p><strong>5 &#8211; Qual foi o melhor lugar que vocês já tocaram em Sampa? E o pior?</strong></p>
<p><em>Os melhores foram no Credicard Hall abrindo para o Oasis e um dos nossos primeiros shows na Funhouse.  O pior foi um show que fizemos para 3 pessoas (incluindo o DJ) em um pub que prefiro não citar o nome.</em></p>
<p><strong>6 &#8211; Em qual lugar vocês não tocam nem por decreto?</strong></p>
<p><em>Por enquanto, tocamos em qualquer lugar desde que o equipamento de som seja decente.</em></p>
<p><strong>7 &#8211; Depois dos shows, a larica da madrugada é onde?</strong></p>
<p><em>Padaria Bella Paulista.  Sempre ficamos em um hotel bem próximo à padaria.</em></p>
<p><strong>8 &#8211; Que música toca na sua cabeça quando chega à cidade?</strong></p>
<p><em>Alguma do Ramones (não sei bem porque) e a clássica Rua Augusta do Raul Seixas.</em></p>
<p><strong>9 &#8211; Pergunta clássica bairrista: Rio ou São Paulo? Por que? <img src='http://urbanistas.com.br/sp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </strong></p>
<p><em>Rio. Adoro as pessoas de São Paulo que são em geral mais loucas e excêntricas (como eu gosto).  Mas a beleza natural do Rio é incrível.</em></p>
<p><strong>10 &#8211; Quer mandar um beijo para qual paulistano?</strong></p>
<p><em>Acho a Rita Lee foda&#8230;mandaria um beijo para ela.</em></p>
<p><img alt="moptop6.JPG" src="http://www.urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/sampaist/moptop6.JPG" width="150" height="148" align="right" hspace="8" /> <em>Fotos de divulgação. A capa do CD é do ilustrador J. L. Benicio.</em></p>
<p><a href="http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=6497">Ouça Moptop.</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=CZU8qF91A8M">Veja o clipe da música &#8220;O Rock Acabou&#8221;.</a></p>
<p><a href="http://www.imusica.com.br/album.aspx?id=24434 ">Clique aqui para comprar o cd.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanistas.com.br/sp/2006/10/04/moptop-na-ponte-aerea/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
