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Dois Palitos

 

Um brasileiro lê, em média, menos de cinco livros por ano. Nas grandes cidades, a média é um pouco mais alta, 5,2 livros por habitante/ano.

Há os que justificam a pouca leitura com a falta de tempo. Louvável, já que os brasileiros gastam cerca de um mês por ano no trânsito (são mais de duas horas e meia por dia, em média!).

Se pudéssemos aproveitar esse tempo com leitura, a média anual de livros por habitante poderia ser bem maior. Mas para os paulistanos que atravessam a cidade no transporte público em direção ao trabalho, os livros seriam um peso a mais e, para os motoristas, é impossível ler no anda-e-pára-anda-e-pára dos congestionamentos na hora do rush.

Mas que tal microcontos, com até 50 letras, dentro de uma pequena (e - obviamente - leve) caixinha de fósforos? Pois é isso que faz o escritor e publicitário Samir Mesquita, curitibano que cresceu em Alfenas (MG) e atualmente mora em São Paulo.

O microlivro “Dois Palitos”, que contém cinqüenta microcontos e já está à venda nas Livrarias da Vila, Mercearia São Pedro, Livraria Espaço Unibanco, Livraria Pop, B_arco e Livraria Sobrado, em São Paulo, e também online através do site do autor, vem embalado em uma caixinha de fósforos de verdade, retrabalhada artisticamente por ele.

Dá pra carregar no bolso, para ler no ônibus e no metrô, e dá até para quem dirige ler rapidinho, no cruzamento, esperando o sinal ficar verde. É também uma boa opção de presente para aquela pessoa que tem tudo (aposto que isso ela não tem!). Idéias não faltam. A não ser para Samir, que, depois de esvaziar centenas de caixinhas de fósforos para realizar sua publicação criativa, ainda não sabe o que fazer com os milhares de palitos que vem acumulando em sua casa. Ele está aceitando sugestões.

 

Alguns dos microcontos de Samir também podem ser lidos aqui.

Shopping Cidade Jardim, a savana hype paulistana

Depois do enviAthos especial ter se aventurado pelo shopping Bourbon Pompéia, domingo foi dia de alguém do Urbanistas se embrenhar no mais novo (se é que já não abriram outro de ontem para hoje) shopping da cidade, e com direito a jardim. Cidade Jardim! Rá!

Ao errarmos a entrada uma vez, aproveitamos para passar pela Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira, aquela que fica presa em cabos e não tem passagem para pedestres. Idas e vindas depois, encontramos a entrada, logo depois de um ponto de ônibus.

A garagem é um labirinto, mas muito bem sinalizada pelas dezenas de pessoas que ficam fazendo seta com os braços e apontando o caminho das vagas. As vagas, aliás, são as maiores da categoria! Cabe um utilitário sem grandes manobras e ainda sobra espaço para uma escola se samba realizar o recuo da bateria. Já o Porsche Cayenne fica na medida, mas sem perigo da bater a porta no companheiro ao lado. Mas carrões estavam em falta nesse fim de semana, ou estavam todos no valet. O preço é semelhante ao dos outros shoppings, R$5,00 a primeira hora e com sistema Sem Parar funcionando.

Ao entrar no setor das lojas, um som ambiente embala o pessoal, em altura equilibrada, pelos estreitos corredores que engarrafam em alguns momentos, mesmo com poucas pessoas caminhando por ali. E lá está o jardim, com as sibipirunas, coqueiros e outras plantas (artigo raro) transplantadas de todas as áreas do terreno para o centro e topo da construção retangular, sob a ausência de teto e o céu da metrópole. Os ventiladores de teto e a cor ocre/cimento acentuam o clima de savana urbana, e pode-se tirar uma confortável soneca nas cadeironas dos “chill outs” centrais.

Com quatro andares perceptíveis – dois em ação, um em stand by e outro ao ar livre – e mais ou menos 120 estabelecimentos comerciais funcionando (outros 60 devem abrir ao longo do ano), a riqueza de detalhes e a sensação de acolhimento, mesmo para os pobres mortais, encanta. Foco no banheiro, todo em pedra, com ralos estratégicos e um funcionário sempre à postos, que impedem a formação daquele riacho de água na pia e perto dos “espaços de desapego”. Apenas duas folhas bastam mesmo para secar muito bem as mãos. Recomendados que as mulheres, furtivamente, entrem no banheiro masculino para conhecer os mictórios, a Ferrari do segmento!

Pausa para um sorvete da Mil Frutas (R$7,00 uma bola; limão siciliano não é para os fracos) e para observar a Baked Potato, o mais simples dos pontos de alimentação espalhados por lá. Fila suportável na Lanchonete da Cidade, com vista para SP, e no Nonno Ruggero, uma ilha de mesas e cadeiras um pouco angustiante. Kosushi estava tranqüilo, e a cozinha é visível para quem está no corredor. Perca muitos minutos vendo o pessoal regar os pratos com shoyu. Sede? Não gaste com água, pois os bebedouros também são lindos e divertidos.

No terraço, depois de passar pelo andar fechado, a vista é deslumbrante e a cara é de um “quintalzão”. É por ali o acesso ao Cinemark, que é igual aos outros por enquanto, nada de mais. Ok, não tem a terrível música da Trama nas salas, enquanto o filme não começa. E ricos também furam a fila da pipoca e sentam no lugar que não compraram…

Para não sair de mãos abanando, algumas trufinhas caríssimas e saborosíssimas da superlativa Pati Piva, que tem uma esquininha lá, uma camiseta branca Zapalla, uma passada de mão nos tapumes europeus e cor de abóbora da Hermés (só em 2009), tchauzinho para Kate Moss enooorme da entrada da Longchamp e sacolas ao ar, para fazer a linha Sarah Jessica Parker. A loja mais bonita, na votação do júri popular, é a Tânia Bulhões perfumes.

Na saída, um tapa na cara para voltar ao mundo real. A porta da garagem já está meio avariada e o odor do Rio Pinheiros dá o seu recado. E evite olhar pela janela da Daslu. Tem máquinas trabalhando e concreto respingando das obras nas torres residenciais e comercial que ficam em cima do shopping e prometem agregar muito mais movimento ao ainda aprazível local.

Ah! Para quem ficou sem crédito, bateria ou ainda faz parte da parcela da população que não tem um calular (e aposto que também não tem perfil no Orkut), há muitos orelhões espalhados por lá, em pontos estratégicos, e com adaptação para deficientes.

Foto Web Luxo.

Começa o São Paulo Fashion Week

Começou nesta terça-feira a ediçaõ verão 2009 do São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda da América Latina, no pavilhão da Bienal, no Ibirapuera.

Como não entendemos quase nada de moda, vamos abrir o espaço para quem sabe e puxar a sardinha para a “urbanista” Mayara Geraldini e as meninas do Blog de Moda, do portal iG, que estão fazendo uma ótima cobertura em tempo real. Lá você já encontra os bastidores da sala da imprensa, a queda de um dos painéis que enfeitam a parede e fotos das exposições com temas japoneses espalhadas pela Bienal. Lucasof, outro “urbanista” que está lá na Bienal, manda seus pitacos “com notícias de lounge e afins” lá no blog da Maria Prata.

Da coletiva do Paulo Borges, organizador do SPFW:

Além dos desfiles, Borges comentou sobre as ações paralelas durante o evento, como exposições, seminários e workshops, atividades nos lounges dos apoiadores e intervenções por toda a Bienal. O Senac São Paulo traz novidades com a empresa-junior de moda e gastronomia; a Motorola lança mais um aparelho de celular do segmento de música e disponibiliza aos convidados baixar via bluetooth sons e wallpapers; a Natura traz o conceito do que é mais natural é mais belo reformulando sua linha de maquiagem Diversa.

Portanto, para ficar bem informado sobre o que rola no SPFW, visite o canal Moda do iG, que também está transmitindo ao vivo, em vídeo, todos os desfiles da edição deste ano!

Foto no Flickr So Sara Says.

Ela é Sampa: Thais Losso

Thais Losso é uma das estilistas mais hypes da cidade de São Paulo. Por aqui, ela já desenhou para grandes marcas como Zapping, Cavalera, Sommer…

(nota da blogueira: aliás, enquanto escrevo olho para o chão, e no meu pé, visto uma Melissa desenhada por ela, ou seja, ela é hype mesmo!)

No tempo livre ela passeia pela blogosfera e atualiza o seu blog pessoal com novidades quentinhas de ums insider do mundo fashion e mais qualquer coisa que se passe pela cabeça dela.

Nesse final de semana, Thais representa São Paulo durante a semana de moda carioca que começa no sábado (7).

De onde vem e para onde vai Thais Losso?
Vim da Aclimação e voltei pra cá depois de morar em vários lugares. E acho que no final vou pro céu, pois tenho sido uma boa moça…

Por onde anda?
Eu e meu marido não saímos muito, pois trabalhamos feito dois alucinados. Quando a gente se aventura, vamos visitar a família, os amigos ou jantar fora. Aí vamos ao Ritz do Itaim, La Frontera, Le Vin, em algum Sushi barato ou bater um hamburguer no Joakin’s, que ele adora.

A moda em São Paulo é a melhor por que…
Hmmmmmm… Não sei não se a de São Paulo é a melhor. A do Rio tá bombando. A Cantão, a Farme, a Redley, a Maria Bonita Extra e outras marcas cariocas estão fazendo beeeeem bonito nesse momento…

Onde comprar por R$5, R$50 e R$500?
Por R$ 5 na 25 de Março, por R$ 50 na C&A e por R$ 500 alguma coisa do Marc Jacobs…

O que na cidade é fashion e o que é cafona?
Fashion é qualquer pessoa autêntica na hora de se vestir, não importa o estilo que ela faça. Cafona é achar que você é superior aos demais pelas coisas materiais que possui. Isso em SP é beeeeeeeeem cafona.

Qual lugar escolheria de cenário para fazer um desfile na cidade e qual escolheria de inspiração?
Gostaria de fazer um desfile em uma cantina italiana da Móoca, aquelas com salames e mortadelas penduradas, toalhinhas vermelhas e brancas, antepasto na mesa (com beringela, parmesão, etc…) regado a muito vinho e muita música. Seria uma bela homenagem ao meu pai…

Foto: Carol Nogueira para Vogue

Guia de baladas e afins para a Parada Gay 2008

Depois dos evangélicos marcharem pela cidade amanhã, no domingo, 25, será a vez dos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (a cada ano a sigla aumenta! Transexuais, transgêneros, travestis, transeuntes, tropicalistas, transgênicos…Parada GLBTT SBP H KK!) fazerem o test-walk do piso novo e acharem os caminhos alternativos para onde ainda há obras na Avenida Paulista!

A 12ª edição da Parada do Orgulho GLBT, que há três anos é considerada a maior Parada do mundo, com cerca de 3,5 milhões de pessoas, irá alertar para o tema “Homofobia mata! Por um Estado laico de fato”. Alexandre Santos, presidente da APOGLBT, organizadora do evento, afirmou que a idéia é exigir que o Estado seja o primeiro a agir contra a homofobia. “Nossa expectativa é que os participantes compreendam nosso chamado”, disse Santos.

Outro fato de destaque é o patrocínio da Petrobrás e da Caixa Econômica Federal. A integrante da comissão da diversidade e da ouvidoria geral da Petrobrás, Maria Augusta Carneiro Ribeiro, explicou que o patrocínio significa uma integração política das mais importantes. “Somos uma empresa que se reconhece do mundo da diversidade e da diferença. A Petrobrás tem orgulho de participar desse evento”, afirmou Maria Augusta. Só não pode faltar combustível nos trios elétricos!

E nós, do Urbanistas, também vamos entrar nessa festa! Como os tamborins começam a batucar hoje, já que o pessoal aproveitou o feriado e veio curtir tudo que São Paulo tem até a Parada, organizamos um mega guia com o melhor das baladas, afters, lugares para fazer um “esquenta”, onde jantar, ver, ser visto e até uma dica para fazer aquele relax safado. Veja as muitas opções para esses dias, escolha seu roteiro, consulte nosso mapa e boa diversão! Mas, claro, com juízo e camisinha!

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Lineup do SPFW Verão é divulgado

Foi divulgado nesta tarde o lineup da edição de verão 2009 do São Paulo Fashion Week, que acontece de 17 a 23 de junho deste ano.

Do site do SPFW:

Novos integrantes migraram para o São Paulo Fashion Week, caso das cariocas Reserva e Blue Man (citada acima). Além da novata Maria Garcia (braço da Huis Clos) e dos comebacks de Isabela Capeto, OESTUDIO, Vide Bula, Pedro Lourenço, Anabela Baldaque e Miguel Vieira, a gigante Colcci vai desfilar nas passarelas do SPFW com la diva Bündchen arrasando nos pivôs.

A divulgação das grifes que vão desfilar pela Bienal já começa a repercutir por ai. As meninas do “Moda em 12 Tempos” destacam a saída da Raya de Goeye, que deve “investir em planejamento de marketing e expansão comercial”. Já os “Meninos da Moda” ressaltam que, com a entrada da Colcci, a presença de Gisele Bündchen é quase certa.

Veja o lineup completo após o clique:

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Bolsas de outdoor

As duas “Lúcias” mais legais da blogosfera, a Freitas e a Malla, divulgaram uma exposição de design sustentável em Nova York que conta com um pedacinho de São Paulo em suas obras.

Do Faça sua parte:

A empresa Straat, junto com artesãos paulistanos, produziu para a Touch as “banner bags”, que são sacolas/bolsas feitas com material retirado dos banners e outdoors da cidade de São Paulo naquela época da “limpeza kassabiana”.

Como bem disse Lúcia Freitas, toda arte bacana é cara. Se você quiser comprar uma das bolsas em exposição, terá de desembolsar US$ 75. Pelo menos eles aceitam Pay Pal.

A foto é de reprodução do site da Touch.

Vila Madalena para consumistas

Se você não agüenta mais passear em tantos shoppings atrás “daquela blusinha básica”, uma boa opção pode ser as ladeiras da Vila Madalena. Pelo menos é o que informou neste fim de semana o caderno de turismo do The New York Times, na reportagem “A Rare Shop-and-Stroll Area“.

Segundo o NYT, a Vila Madalena, “conhecida pelos estudantes atrás de cerveja barata e rodas de samba”, abriga também “boutiques peculiares” que estão transformando a região em um centro de compras amigável aos pedestres.

Do NYT:

In much of São Paulo, window-shopping is simply not practical: the concrete city is too vast for sidewalk strolling. Instead, residents who can afford higher-end merchandise drive to centers of consumption known in Brazil as “shoppings”; in the United States, they are called malls. But there is a new exception: Vila Madalena, a hilly neighborhood in the western zone.

A reportagem sugere uma passada pela Mumps, que tem camisetas muito bacanas, a nova loja do Ronaldo Fraga, a Refazenda… Veja lá no site do NYT todas as sugestões e aproveite o dia ensolarado para dar uma volta pela Vila Madalena com outros olhos.

Grafites da Vila Madalena no Flickr do Alexandre.Nascimento.

Shopping Bourbon é o ‘ajeitado’ da ZO

bourbon

Abriu. Ainda rola uma pendenga com a Prefeitura, mas está liberada ao público a mais nova praia paulistana — o Shopping Bourbon. Fomos conferir a paisagem numa segunda-feira, por volta das 14h, e chegamos lá sem pegar as alardeadas e preocupantes filas no trânsito local (toc, toc, toc).

De cara, o mais novo centro comercial da cidade não é lá muito novidadeiro. O chão de granito com eventual desenho geométrico, as escadas rolantes, os corrimãos dourados. Em vários dos corredores, uma roda de poltronas que imitam as da casa da sua vó e uma mesona redonda com um vasão de plantas — naquele pastiche ‘contemporâneo’ a que estamos cada vez mais acostumados nas construções e nos halls de entrada dos prédios daqui.

Há uma (pequena) área de serviços no Piso Água Branca — um subsolo com acesso ao estacionamento via rampa rolante (uma boa para quem vai usar carrinho)–, que também conta com um Outback, fechado. Ele se soma a várias outras lojas que ainda não abriram (Nike Store e o restaurante América entre elas), mas o shopping não está, em absoluto, vazio.

No piso seguinte estão duas das âncoras do empreendimento: a Riachuelo e o amplo hipermercado Zaffari, cuja rede já foi tema de post aqui no Urbanistas. Para a turma do carrinho, as compras seguem até 0h. Falha imperdoável, não reparamos na grafia, nas placas, do polêmico nome da rua cedido ao piso. No site, vai o acordo com a grafia oficial, Turiassu, com o quase consagrado escorregão do acento agudo indevido.

Muito melhor distribuído que o seu mais próximo concorrente local, o Bourbon tem quatro âncoras (C&A, Renner, Centauro e Fast Shop — todas no piso Pompéia) que também estão no West Plaza. Fecham o time principal a Livraria Cultura e a Zara — um pouco para cada bolso e gosto.

Então subimos a escada rumo à praça de alimentação, no último piso comercial. E, à medida que ele vai chegando, chega junto um cheirinho de… Cola. Compreensão, galera, ainda não está tudo pronto. O teatro sai no segundo semestre. De fora, os cinemas (dez salas) estão com cara de retoques finais. Além da ‘diversão’, o andar tem mais lojas (desculpem-nos os que sentirem um pleonasmo conceitual aqui).

À parte da comida. O espaço da praça é honesto, mas ainda não dá pra dizer se vai passar no teste da hora do rush das bandejas. Ele é bem-intecionado, com um bolsão de assentos variados (cadeiras de madeira; cadeiras estofadas; sofás no estilo lanchonete americana. Mesinhas retangulares quase-individuais rearranjáveis; mesas quadradas; mesas redondas). Em volta, o de sempre. O destaque fica para os espaços ‘off-praça’, mais simpáticos, como o Almanara e o Havanna Café — uma solução já adotada por outros shoppings da cidade. Como é, também, a saída dos demais estacionamentos: quatro andares a que se chega via pista-caracol.

Ah, antes da saída, uma passada no banheiro — talvez, o melhor da categoria. Espaçoso, com acabamento de primeira e secadores de mão que de fato enxugam.

O Bourbon fica assim, então: um novo shopping ‘como qualquer outro’, mas, neste canto da Zona Oeste, é um intra-muros ajeitado. Agora é ver o que isso vai provocar na concorrência e no lado de fora do portão.

Serviço: Bourbon Shopping - R. Turiassu, 2.100, Pompéia // Estacionamento: primeiras 3 horas, R$ 5; depois, R$ 2 por hora // Horário de funcionamento ‘padrão’ // Tel.: 3874-5050

Imagens meramente ilustrativas dos flickrs: marcelodobrasil, Punukio, crosslens e rikj

Apple Store no Iguatemi? Quase…

Quem recebeu o Estadão hoje pela manhã se deparou com uma publicidade de capa inteira no Caderno 2 de uma futura “loja da Apple” no Shopping Iguatemi.

Na verdade, o anúncio é da loja a2YOU (assim mesmo), um novo braço da FastShop que venderá apenas produtos da Apple. Será uma “premium retailer”, como indica o anúncio.

Do MacMagazine:

A a2YOU deverá se focar bastante em acessórios, mas contará com forte presença de Macs, é claro — provavelmente direcionados para consumidores, tal como as stores-in-stores dos supermercados Extra. Uma segunda loja com a nova bandeira deverá pintar ainda este ano também no Shopping Market Place.

A a2YOU não será a tal “Apple Store” que surgiu tantas vezes em boatos no finado Sampaist. Mesmo assim, como premium reseller, talvez tenhamos os produtos novos com mais rapidez e, quem sabe um dia, a iTunes Music Store passe a funcionar no Brasil…