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	<title>Urbanistas - São Paulo &#187; Ulisses Barbosa</title>
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	<description>Blog coletivo sobre a cidade de São Paulo</description>
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		<title>Connor Oberst @ StudioSP</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 22:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ulisses Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/07/conor-oberst-and-the-mystic-valley-band-foto-5-por-ulisses-barbosa.jpg" width="500" height="333" alt="" border="0"></p>
<p>Oriundo do Nebraska, interior dos Estados Unidos, o jovem <a href="http://connoroberst.com/">Connor Oberst</a> fez o show de abertura do projeto Folk-se, no <a href="http://www.studiosp.org/">Studio SP</a> na última quarta-feira, 16 de julho.</p>
<p>Também conhecido como o líder do <a href="http://www.lastfm.com.br/music/Birght+Eyes">Bright Eyes</a>, o jovem de 26 anos mostrou seu folk de pegada roqueira na primeira parte do festival que terá atéo fim do ano shows de Bill Callahan; anteriormente conhecido como (smog) e Will Oldham; anteriormente conhecido como Bonnie Prince Billy.</p>
<p>Acompanhado do baterista Jason Boesel e do trumpetista e tecladista Nate Walcott, Connor e a Mystic Valley Band apresentaram mais músicas do Bright Eyes do que de seu projeto solo. </p>
<p><img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/07/conor-oberst-and-the-mystic-valley-band-foto-4-por-ulisses-barbosa.jpg" width="500" height="333" alt="" border="0"></p>
<p>Com a carreira comumente dividida entre os álbuns feitos sob o verão escaldante e o inverno congelante, Oberst mostrou mais músicas feitas sob a primeira circunstância em pouco mais de uma hora e quinze de show.</p>
<p>A abertura ficou por conta de ótima <a href="http://www.myspace.com/stephanietothmusic">Stephanie Toth</a>, que com uma voz lindíssima fez um excepcional show.</p>
<p>Veja mais fotos após o clique:</p>
<p><span id="more-3106"></span><br />
<img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/07/conor-oberst-and-the-mystic-valley-band-foto-1-por-ulisses-barbosa.jpg" width="500" height="333" alt="" border="0"></p>
<p><img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/07/conor-oberst-and-the-mystic-valley-band-foto-2-por-ulisses-barbosa.jpg" width="500" height="333" alt="" border="0"></p>
<p><img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/07/conor-oberst-and-the-mystic-valley-band-foto-3-por-ulisses-barbosa.jpg" width="333" height="500" alt="" border="0"></p>
<p><img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/07/conor-oberst-and-the-mystic-valley-band-foto-6-por-ulisses-barbosa.jpg" width="500" height="333" alt="" border="0"></p>
<p><img src="http://urbanistas.com.br/sp/wp-content/uploads/2008/07/conor-oberst-and-the-mystic-valley-band-foto-7-por-ulisses-barbosa.jpg" width="500" height="333" alt="" border="0"></p>
<p><i>Fotos e Texto: Ulisses Barbosa</i></p>
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		<title>Sampaist ao vivo @ The Eternals</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 16:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ulisses Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Eternals%20%40%20SESI%20November%207th%202007.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/ulissesbarbosa/Eternals%20%40%20SESI%20November%207th%202007.jpg" width="700" height="467" /></p>
<p>Na terça-feira, 6 de novembro o Teatro Popular do SESI recebeu mais uma apresentação do projeto Terças Musicais. Com o intuito de promover shows a preços populares, a programação de novembro terá ainda o gaiteiro americano Peter Mad Cat e Daevid Allen, guitarrista australiano. Na edição do dia 6 houve a conexão São Paulo/Chicago com os brasileiros do Hurtmold e os americanos do Eternals.</p>
<p>Com cinco álbuns lançados, entre eles um split com o pessoal do Eternals o Hurtmold apresentou faixas de seu mais novo trabalho chamado simplesmente de Hurtmold. Mas a simplicidade passa longe da musicalidade dessa turma. Inventivos e inovadores os integrsntes do Hurtmold tem a cara de São Paulo, e isso é expresso em suas músicas, contemporâneas e urbanas, as canções refletem com maestria a megalópole que criou os garotos.</p>
<p>No show a competência musical da trupe desfila entre o rock e a eletrônica, entre o jazz e o samba, passando o tempo todo pelo inclassificável. Show que merece ser visto e revisto.</p>
<p>A mesma pluralidade afeta os americanos do Eternals. O termo ‘som de Chicago’ abre margem para diversas interpretações, em nenhuma deles a palavra ‘limite’ vem junto.<br />
Evocando o dub, o reggae e o hip hop, o vocalista e tecladista Damon Locks grita, sussurra, dança e canta as músicas do último álbum do grupo: Heavy International.</p>
<p>O baixista Wayne Montana pulsa o baixo indo e vindo, transitando entre o reggae o punk rock, e o clichê maior sobre o Eternals deve ser repetido, é o Gang of Four devoto de Jah. Montana passa o show inteiro fazendo a famosa ‘reggae dance’, e se você nunca viu uma, vá até a praia mais próxima. Tim Mulvenna, o baterista, jazzista de formação, segura a cozinha com seus loops exatos e complexos. Cheio de efeitos eletrônicos, mas sem perder o cru do punk rock e sem abrir mão das texturas do jazz o Eternals mostrou nessa sua terceira passagem por São Paulo o motivo pelo qual é tão querido pelo público daqui.</p>
<p>E quem quiser ainda pode conferir o show do Eternals. A banda americana se apresenta no Centro Cultural da Juventude, de graça, no domingo dia 11 de novembro as 18h. Endereço: Avenida Deputado Emilio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha. Mais informações, no site do CCJ (  www.centrodajuventude.prefeitura.sp.gov.br )</p>
<p>Veja mais fotos do show no slideshow.<br />
<center><MTSlideshow photoset="72157603014866587"></center></p>
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		<title>Cat Power @ Auditório Ibirapuera 27 de outubro de 2007</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/10/29/cat-power-auditorio-ibirapuera-27-de-outubro-de-2007/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 19:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ulisses Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="1794932166_c8d4477ddf_o.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/ulissesbarbosa/1794932166_c8d4477ddf_o.jpg" width="500" height="375" /></p>
<p>Entre a quinta, dia 25 e a segunda-feira, dia 29 deste mês, Sampa teve a sua edição do TIM Festival 2007, que ficará conhecida como ‘O Festival das Divas’.<br />
Entre as musas da música que aportaram pela cidade estão Cat Power, Bjork, Juliette Lewis e sua banda, The Licks.</p>
<p>No sábado, o auditório Ibirapuera recebeu Chan Marshall, mais conhecida como Cat Power, em seu terceiro show em São Paulo. O segundo neste festival já que a americana substituiu a canadense Feist, que cancelou sua apresentação.</p>
<p>Chan mudou, e muito. Seus shows eram notórios pelo clima intimista e introspectivo, beirando o depressivo. As performances eram feitas apenas por ela, um amplificador e uma guitarra, que repetia a mesma nota durante o show inteiro, nessa época Chan sussurrava suas músicas ao microfone, estática, de cabeça baixa. O que o público paulista viu no show de sábado, foi bem diferente disso. Acompanhada da banda Dirty Delta Blues, com membros do Jon Spencer Blues Explosion, Delta 72 e Dirty Three a cantora americana subiu ao palco pulando e brincando com o público, sorrindo muito e tossindo o tempo inteiro.</p>
<p>Logo no começo do show a cantora convocou o público, que estava sentado nas cadeiras do auditório a se levantar e se aproximar do palco. A banda deu uma nova roupagem para as estruturas musicais de Chan, as versões de ‘Naked If I Want To’, do Moby Grape e de ‘Satisfaction’ dos Stones ficaram ‘rockão’, pesadas, diferente do que pode ser ouvido no álbum de Cat Power. Mas o foco do show foram as músicas de seu último álbum, ‘The Greatest’, mais animado, refletindo o espírito da cantora, que superou os problemas com o álcool.</p>
<p>Chan interagiu bastante com o público, recebeu flores da platéia e disse, em tom de brincadeira que estaria grávida.<br />
A própria Cat Power admitiu que o show de sábado foi superior, ao de quinta. “Estou feliz por ter tido a oportunidade de tocar de novo, pra vocês, não gostei muito do resultado do outro show”, disse a cantora.<br />
A apresentação foi boa, bem de diferente de outros shows, é uma nova Cat Power, mas mesmo assim, foi bom.</p>
<p>foto do flickr da <a href="http://www.flickr.com/photos/_linepainter/">justabiscuitcrumb</a></p>
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		<title>O punk invade a bossa</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/09/14/o-punk-invade-a-bossa/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 23:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ulisses Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Nouvelle%20Vague%20SESC%20Pinheiros%20Ulisses%20Barbosa%20top.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_leandro/Nouvelle%20Vague%20SESC%20Pinheiros%20Ulisses%20Barbosa%20top.jpg" width="640" height="333" /></p>
<p>Imagine um show onde ouve-se covers de Dead Kennedys, Undertones, Buzzcocks, The Clash e Cramps. Você consegue imaginar stage diving, crowd surfing, pogo e outros movimentos de dança típicos de punks? E o público?  Coturnos, moicanos, correntes e muita cara fechada? Nada disso. O que se viu no show dos franceses do <a href="http://www.nouvellesvagues.com/">Nouvelle Vague</a> no SESC Pinheiros foi muito diferente. Público sentado no teatro com lugares marcados e pessoas arrumadas e sorridentes.</p>
<p>Os produtores musicais Marc Collin e Olivier Libaux formaram o Nouvelle Vague no começo do século 21, com a proposta de mudar a cara de clássicas do punk rock transformando as agressivas canções punk em deliciosas levadas em samba e bossa nova. Além dos produtores a banda conta ainda com uma lista extensa de colaboradores nos vocais.</p>
<p>Os franceses abriram o show com ‘Killing Moon’, do Echo and the Bunnymen, mudando tudo, desde o ritmo, até parte da letra, transformando a frase ‘thru the thick and thin’ em ‘thru the sick and sin’.</p>
<p>As cantoras encantavam os olhos com seu visual, usando vestidinhos delicados as duas dançavam de maneira sexy. E encantavam os ouvidos com suas vozes suaves e angelicais, algumas vezes beirando o infantil.</p>
<p>Fazendo covers de Billy Idol, ‘Dancing with Myself’; Buzzcocks ‘Ever Fallen in Love’, The Clash ‘Guns of Brixton’; entre outras.</p>
<p>Até mesmo a caótica e nada singela ‘Too Drunk to Fuck’ do Dead Kennedys ganhou uma versão ‘meiga’, logo nos primeiros acordes parte do público saiu de seus lugares e posicionou-se frente ao palco para dançar. E depois disso ninguém mais ficou parado.</p>
<p>Agradeceram ao público em inglês, francês. E emendaram: “Essa é a melhor maneira de nós podermos f&#8230; todos juntos”, fazendo alusão à música ‘Too Drunk to Fuck’.</p>
<p>Na platéia as pessoas sorriam, com cara de satisfeitas, afinal os mil ingressos do único show do Nouvelle Vague em São Paulo esgotaram em poucos dias, e estar ali, foi gratificante.</p>
<p><center><MTSlideshow photoset="72157602018223317"></center><br /><em>Achou o slideshow muito lento? Veja as fotos no <a href="http://flickr.com/photos/flickrsampaist/sets/72157602018223317/">Flickr do Sampaist</a>.</em></p>
<p><em>As fotos são de Ulisses Barbosa.</em></p>
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		<title>Invasão da Dischord Parte IV &#8211; Faraquet</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 23:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ulisses Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Faraquet%20Studio%20SP%20Ulisses%20Barbosa%20top.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_leandro/Faraquet%20Studio%20SP%20Ulisses%20Barbosa%20top.jpg" width="640" height="427" /></p>
<p>Na quinta-feira, 13 de setembro a banda americana <a href="http://faraquet.5u.com/">Faraquet</a>, da gravadora <a href="http://www.dischord.com/">Dischord Records</a> fez um show no Studio SP, aqui em Sampa. Depois de muita confusão, o show que originalmente tinha sido marcado para o Studio SP foi transferido para outro bar e depois trazido de volta para o endereço original.</p>
<p>Formado na cidade de Washington em 1998 por Devin Ocampo (voz e guitarra), Chad Molter (bateria) e Jeff Boswell (baixo e moog) a banda veio pela metade para São Paulo. Na verdade parte da banda já estava em São Paulo. O guitarrista Devin veio à cidade em maio deste ano para tocar com sua outra banda: o Medications.</p>
<p>E durante esta turnê Ocampo conheceu uma brasileira, por quem se apaixonou e acabou se casando. Há um mês na cidade, Devin trouxe seu comparsa Chad Molter, também integrante do Medications para a apresentação que marca o retorno do Faraquet, que já tem um álbum novo gravado, pronto para ser masterizado.</p>
<p>Além de Ocampo e Molter, aqui em São Paulo a banda teve dois músicos de apoio, um baterista e um baixista, ambos brasileiros.</p>
<p>Antes do show, o guitarrista da banda, Devin Ocampo, conversou com o Sampaist.</p>
<p><strong>Sampaist: O que vocês acham dos rótulos que as pessoas aplicam ao som de vocês? Tem gente que diz que o Faraquet é post-rock, math-rock, tem pessoas que dizem até que é emo. O que você acha disso tudo?</strong><br />
Devin Ocampo: Não somos, post-rock, nem math-rock, nem emo. Isso tudo são apenas palavras que as pessoas criam para definir um som, uma banda, se fossem usar duas palavras para definir nosso som, eu gostaria que fosse ‘muito bom’.</p>
<p><strong>Sampaist: Qual é a expectativa do show aqui em São Paulo? Vocês já tinham tocado aqui como Medications, acha que a resposta vai ser igual?</strong><br />
Ocampo: Bem, são sete anos sem tocar as musicas do Faraquet, ensaiamos apenas duas vezes, mas acredito que estamos prontos. Temos boas expectativas, os shows do Medications aqui no Brasil foram muito bons e o público muito receptivo, esperamos o mesmo para o show de agora.</p>
<p><strong>Leia a entrevista completa e veja <a href="http://sampaist.com/2007/09/14/show_faraquet_sao_paulo_fotos.php#more">mais fotos do show após o clique</a>!</strong></p>
<p><span id="more-2182"></span><br />
<strong>Sampaist: E qual o motivo de vocês terem duas bandas? </strong><br />
Ocampo: É engraçado, mas são caminhos diferentes, músicas diferentes, são muitas músicas na cabeça com assuntos diferentes, qualidades diferentes.<br />
<strong><br />
Sampaist: E qual é impressão que você tem tido do Brasil?</strong><br />
Ocampo: Bem, todas as pessoas são muito legais, mesmo estranhos são sempre legais com você, isso é interessante!</p>
<p>E se as palavras ‘muito bom’ é tudo que os caras do Faraquet querem ouvir sobre o som deles, eles vão se decepcionar, ‘muito bom’ é pouco pra definir o som deles. Durante o show do Studio SP eles mostraram músicas do split que lançaram com a banda americana Akarso, e de seu álbum ‘View From This Tower’.</p>
<p>Petardos como ‘Cut Self Not’ e a catártica ‘Study in Movement’ encheram os olhos, os ouvidos e os corações das cerca de cem pessoas que se aglomeraram no frente do palco para um show que entrou para a história do rock em São Paulo, e é de longe um sério candidato a um dos melhores do ano.</p>
<p><center><MTSlideshow photoset="72157602018135177"></center><br /><em>Achou o slideshow muito lento? Veja as fotos no <a href="http://flickr.com/photos/flickrsampaist/sets/72157602018135177/">Flickr do Sampaist</a>.</em></p>
<p><em>Fotos de Ulisses Barbosa</em></p>
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		<title>Quinta-feira tem dobradinha paulista</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2007/09/12/quinta-feira-tem-dobradinha-paulista/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 23:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ulisses Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes & Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="nouvelle_vague.jpg" src="http://sampaist.com/attachments/sp_leandro/nouvelle_vague.jpg" width="340" height="223" class="right" /> Amanhã tem jornada dupla de shows gringos em Sampa. <a href="http://faraquet.5u.com/">Faraquet</a> no StudioSP e <a href="http://www.nouvellesvagues.com/">Nouvelle Vague</a> no <a href="http://www.sescsp.org.br/">SESC Pinheiros</a>, apesar dos nomes das bandas, apenas uma é francesa.</p>
<p>O Nouvelle Vague saiu da França, faz escala em São Paulo e parte rumo à Recife para o festival &#8216;<a href="http://www.coquetelmolotov.com.br/">No Ar Coquetel Molotov</a>&#8216; que vai ter ainda os suecos do Radio Dept. que vão pular a etapa paulista e ir direto pra terra do manguebeat.</p>
<p>No SESC os franceses vão mostrar sua versão européia de Bossa Nova, fazendo releituras de músicas que vão desde composições dos brasileiros Cibelle e Caetano Veloso passando por Gary Numan, Bauhaus e Joy Division, entre outros.</p>
<p>A má noticia é que os <strong>ingressos estão esgotados</strong> há muito tempo.</p>
<p>Mas se a vontade de ir a um show for grande, existe a opção de ir ao Studio ver o post-rock/math-rock dos americanos do Faraquet, mais uma banda da Dischord Records a se apresentar em Sampa esse ano. Os preços variam de R$ 15,00 a 25,00, e o <strong>Sampaist estará nos dois shows</strong>!</p>
<p><strike><strong>UPDATE URGENTE (via comentários):</strong></p>
<p>Do Studio SP, via e-mail:</p>
<p><em>&#8220;Olá</p>
<p>O show do Farequet foi transferido para o Grazie a Dio! (vizinho do Studio SP &#8211; travessa da rua Inacio Pereira da Rocha) na <strong>Rua Girassol , 67</strong>.</p>
<p>Alessandra<br />
Studio SP&#8221;</em></strike></p>
<p>UPDATE 2: Depois de uma tarde de indefinição, o show voltou para o StudioSP!</p>
<p><em>Nouvelle Vague no Flickr do <a href="http://flickr.com/photos/cv47al/">☃</a></em></p>
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