Pisca-pisca na Paulista

Brilho, movimento, intermitência. Em amarelo ou branco, os letreiros dos ônibus paulistanos ornam de maneira sublime com o conjunto da decoração natalina da cidade. Você lê ‘Terminal…’ pisca. ‘Praça…’ parou. ‘Parque…’ apagou de novo. E ficam assim, no breu, numa pausa dramática de dezenas de segundos. Até que… Luz!

Luz, caramba, Luz! Parem aquele ônibus, que eu ainda preciso pegar outro na Luz! — tarde, só sobrou fumaça de chaminé.

Este post tem espírito inocente e quer um Natal repleto de baldeações para todos. Um Ano Novo também.



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