Laranja vai mais longe

A Linha 6-Laranja do metrô ainda não começou a ser perfurada, mas já vai mudar. Ontem, o governo anunciou que ela vai ser ampliada em 8 km: além do trecho previsto, vai seguir, num “V” a partir da Freguesia do Ó, para Brasilândia e Vila Nova Cachoeirinha, todos na zona norte.

Com a extensão, a linha terá 18,4 km e 17 estações (cada novo trecho da bifurcação terá 3 estações). O plano é começar as obras até 2010.

Em tempo: o metrô foi um dos temas de queda-de-braço durante a campanha municipal de 2008. De um lado, era evocada a parceria prefeitura-governo do estado; do outro, a dupla prefeitura-governo federal — cada chapa com planos distintos (e os limites de atuação, que significariam esforços políticos diferentes para fazer cada linha vingar). Cantado em jingles, o metrô até Cachoeirinha era projeto da candidata Marta Suplicy — o prefeito Kassab não defendia o traçado.





One Response to “Laranja vai mais longe”

  1. Completando sobre o metro Freguesia, Cachoerinha e Brasilandia depois de ontem

    Depois que escrevemos o texto de ontem, após a matéria da folha a respeito das novas alterações fomos pesquisar na internet e achamos diversos links sobre o assunto e preferimos completar a analise hoje.

    Achamos um onde acham que na verdade esta linha da freguesia passaria pelo limão, a av. caetano alvares, seguindo dai para a cachoeirinha e brasilandia, e achamos uma absurdo porque ai seria uma linha do limão e não da freguesia, enfim teria que ser outra linha sem ter nada a ver com a que precisa de fato para resolver o problema destes bairros ignorados pelo poder público quanto a quase tudo, estendendo-se inclusive além da cachoeirinha e brasilandia, indo até parada taipas e perus, que deveriam também ser incluidos, ligando todos a alguma estação de metro como a da barra funda ou da lapa, desde que finalmente estiquem o metro atualmente até a barra funda para a lapa também.

    Diversos outros links falam realmente numa linha via freguesia mas mesmo assim nem fica claro se entrarão pela av. edgard faco ou pela av. Inaja de Souza, que parece mais lógico quanto a interlar todos os bairros citados.

    Quanto a nova alteração do governo tornando aérea a parte da linha que vai até a cachoerinha por ser mais barata nem vemos problemas quanto a isto porque foi assim em muitos paises e convem mesmo achar a forma mais econômica para lotar a cidade de metro, mas ouvirmos que não teria a mesma capacidade do que o metro comum discordamos porque uma linha áerea pode ter a mesma capacidade da linha subterranea a já vemos isto nas partes da cidade onde elas existem alternando pontos aéreos e subterraneos.

    E dizer que não existe volume de passageiros nestes bairros para comportar um metro normal é bobagem porque sabemos bem como esta o transito de manha para todos os moradores sairem destes bairros todos e conseguirem ultrapassar a marginal tiete e seguirem para o trabalho nas áreas centrais da cidade e muitos são obrigados a usarem o veiculo, quem tem veiculo, devido as precárias condições dos onibus que servem a região, lotados, demoram, ocorrem até assaltos, enfim uma bagunça completa, sem maiores qualidades.

    Precisam colocar mais linhas de onibus nas ligações entre os bairros e o metro e também linhas direta ao centro sem jogar todos no metro que esta sobrecarregado.

    Vimos a explicação num link sobre terem mudado a rota o tal metro freguesia para o metro conceição alegando que o povo local preferia em direção ao centro e então bolaram esta linha supostamente para ligar as universidades puc em perdizes, e a mackenzie na santa cecelia, chegando até o metro são joaquim mais ainda assim pareceu-nos exagero praticamente construir outra linha paralela não somente a atual que vai da sé a barra funda, mas também a linha da paulista ou vila madalena até o metro paraiso, e teriamos tres linhas de metro na mesma direção do centro…

    Sendo que o ponto critico seria exatamente conseguir ligar estes bairros periféricos como freguesia, brasilandia, cachoeirinha, perus e parada taípas ao metro livrando esta região do isolamento, com falta de amplas avenidas, linhas de onibus adequadas, ou trens.

    O argumento de que a atual linha até a barra funda já esta sobrecarregada parece-nos exagero porque todos sabem que na verdade o que esta sobrecarregado mesmo faz tempo, há mais de dez anos, é a linha para a zona leste, esta sim sobrecarregada porque somente tem a av. radial leste e a marginal para quem tem veiculos, e nem todos tem, e a maioria precisa vir trabalhar em outros bairros do centro, e faz tempo precisa uma outra linha para a zona leste talvez esticando esta do ipiranga , via anhaia de melo até são mateus , conquanto possa ter o contorno desviando pela sara maluf até o tatuape, porque sera preciso mesmo este contorno em toda a área atual que demarca o centro expandido para interligar todas as linhas .

    Sabemos que devido os problemas para embarcar para a zona leste muitos acabam vindo até a barra funda para conseguirem embarcar de uma forma melhor do que na sé sobrecarregando toda a linha para o lado oeste nos horários de pico.

    Enfim não vemos nada contra estender a linha até o metro são joaquim, e ainda mais se ela continuar esticando para o outro lado até a zona leste, tudo bem, mas sabemos os problemas dos recursos e então convém talvez dar prioridade para a questão vital mesmo, de interligar os bairros periféricos urgentemente a qualquer metro, senão a obra não sai, demora, e os moradores ficarão na mesma sempre.

    E talvez ainda seria melhor esticar esta linha dos bairros além da freguesia cortando a atual linha oeste do metro até a barra funda devendo esticar até a lapa e com isto cortando na altura da atual estação de trem próxima ao praça cornélia na vila romana subindo pela av. pompeia e interligando também com a estação vila madalena da outra linha que sai no metro paraiso e com a outra que devera cruzar para o sul.

    Como ouvimos papo desde 95 que esticariam o metro da barra funda até a lapa e neste caso tudo seria ainda mais fácil porque já tem tudo no jeito, sem precisar desapropriar nada, bastando esticar o metro da barra funda até a lapa mesmo, junto com o trem, porque já faz isto da luz até ali, e nem isto saiu, estes anos todos, então convem todos terem o pé no chão que vai uma enorme distancia entre as promessas ou planos dos governantes e a ação concreta.

    E o governo neste caso precisa fazer como o governo da china conseguindo todo o dinheiro para estes projetos em troca de conceder espaços nas estações para shopings, estacionamentos, etc., mas conseguir mesmo e não como atualmente que já andou entregando patrimonio público para empresas privadas mesmo em estações de metro ou próximo delas, sem maiores retornos em beneficio da população.

    O governo pode lotar são paulo com linhas de metro rapidamente usando este critério e sem ficar sempre esperando recursos pingarem de algum lugar bastando envolver as empresas nestes projetos inclusive de construção imoboliária.

    A cidade já esta mesmo lotada de shopings para todo lado e não fara diferença para o povo mais um desde que facilitando a vida de todos .

    —–Mensagem Original—–
    De: ONG NI CEI MARIA MADALENA
    Enviada em: sábado, 6 de junho de 2009 22:49

    Continua a confusão do Governo em relação a nova linha do metro para a região da Freguesia do O, Cachoeirinha e Brasilandia.

    A nova noticia sobre alterações a um projeto de uma nova linha aumenta a confusão a respeito.

    É fácil entender uma linha ligando a brasilandia ou a cachoeirinha cortando a linha atual na barra funda, ou numa nova estação na altura da praça cornélia e atual estação de trem próxima, e seguindo ou procurando atender ao transito caótico da av. Faria Lima até a estação conceição do metro, faria sentido.

    Mas a confusão começou quando falaram que na verdade esta nova linha também convergiria para o centro até a estação são joaquim… oras bolas já tem interligação na sé, agora na república e luz, quando nem seria necessário convergir para o centro se a linha já cortaria uma outra na zona oeste .

    Na realidade atualmente existe um gargalo nestas regiões dos bairros da freguesia do o , cachoeirinha e brasilandia em todos os sentidos, tanto por falta de amplas avenidas escoando o transito, falta de metro e pior ainda sequer conta com boas linhas de onibus, porque vivem lotados, atrazam, e os problemas são inúmeros nas ligações dos bairros com a estação do metro barra funda.

    Algo precisa ser feito urgente para melhorar toda esta região entre o lado noroeste da zona norte e também da zona oeste.

    E esta futura linha passaria pela av. Inaja de Souza ou Edgar Faco ?

    Mesmo que a linha não prossiga até a estação conceição ou mesmo são joaquim devido aos custos ao menos ela precisa acontecer neste trecho interligando estes bairros perifericos a estação barrra funda ou lapa ou uma outra entre as duas.

    Esta região periferica precisa urgente de investimentos na melhoria porque caso contrario ainda podera gerar enormes problemas futuros devido aos bolsões de exclusão social e ocorrem assaltos inclusive nos onibus destas linhas.

    Trata-se de regiões pouco assistidas pelo Estado quanto a infraestrutura em geral .

    O mais incrivel é que estamos ouvindo desde 1995 que finalmente esticariam a linha de metro da barra funda até a lapa que seria ainda mais fácil porque já existe tudo no jeito porque tem a linha do trem e espaço no jeito, do mesmo modo que chegou do centro até a barra funda e no entanto até agora nada aconteceu, e o metro já poderia estar chegando a vila leopoldina interligando com a atual linha da marginal pinheiros, seguindo até osasco e ainda poderia também interligar a partir da lapa pela atual linha de trem para pirituba e outros bairros da zona oeste.

    Agora ouvi falar que transformaram esta linha de trem da marginal pinheiros em metro trem, algo assim, mas sequer entendemos porque ao invés dela vir diretamente até a vila leopoldina e interligar com a linha que vem para o metro barra funda, primeiro vai para osasco obrigando a uma baldeação e retorno novamente para são paulo…

    Parecem que gostam de complicar.

    E além do mais quem é deficiente continua tendo problemas nas estações de trem todas e mesmo nestas da marginal pinheiros com enormes escadas para subir e descer.

    Esta linha interligando os bairros da zona norte como cachoeirinha, freguesia do o e brasilandia poderia também além de cortar a atual linha de metro na barra funda ou entre esta estação e a da lapa, na altura da praça cornelia, poderia estender-se até o metro vila madalena interligando as duas linhas na ponta ao invés de todas jogarem todos no centro da cidade.

    A lógica para melhorar o transporte da capital certamente passa por completar a malha de metro amplamente em são paulo e grande sao paulo.

    E isto passaria além das linhas atuais todas esticar linhas de metro até o abc, osasco, guarulhos e aeroporto, mogi e suzano, itapecerica e embu, esta região da zona sul envolvendo o aeroporto até a represa biblings , outra linha até a região de santo amaro, ainda outra realmente até perus ou jundiai, ainda outra até mairipora e atibaia, e além destas todas uma outra interligando todas estas contornando todo o anel do centro expandido que são as marginais tiete e pinheiros, a av. bandeirantes, a tancredo neves e anhaia de melo e sara maluf.

    E o governo pode conseguir investimentos para estas linhas bastando conceder os espaços das estações para grupos construirem shopings e espaços comerciais, além de estacionamentos.

    Governo transforma trecho da futura linha 6 em metrô leve
    Secretaria desiste de bifurcação na Freguesia do Ó e inclui nova linha, desta vez de superfície, com trens e custos menores; é a segunda alteração no projeto

    RICARDO SANGIOVANNI
    JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
    DA REPORTAGEM LOCAL

    Pela segunda vez em menos de um ano e meio, o governo de São Paulo alterou o projeto da linha 6-laranja do metrô, que pretende ligar o centro à zona norte da cidade passando por parte da região oeste e pela Freguesia do Ó.
    O Estado desistiu de fazer uma bifurcação a partir da futura estação Freguesia do Ó. Anunciada em dezembro, ela dava à linha um formato em “Y” (inédito na cidade) e levava o metrô a dois bairros periféricos: Brasilândia e Vila Nova Cachoeirinha.
    Agora, a linha 6-laranja, de fato, irá da Brasilândia até a estação São Joaquim da linha 1-azul, na região central. A “perna” do “Y” que seguiria em direção à Vila Nova Cachoeirinha foi transformada em uma nova linha, a 16-prata.
    Ela será um metrô leve (de superfície, com trens menores e de construção mais barata) e irá até a estação Lapa da linha 7-rubi (Jundiaí-Luz) da CPTM, cruzando a futura linha 6.
    O trajeto da linha 16-prata é semelhante ao proposto pela ex-prefeita Marta Suplicy (PT) nas eleições do ano passado -que foi criticado pela gestão José Serra (PSDB). O governo não comentou esse assunto.
    O cronograma de construção da linha 6 foi mantido: início das obras no último trimestre de 2010, com conclusão no primeiro semestre de 2013. O custo, antes estimado em R$ 2 bilhões, não foi atualizado.
    Já a linha 16-prata, cuja primeira versão do projeto deve sair até o final deste ano, ainda não tem custo estimado nem prazo para sair do papel.
    Segundo especialistas, a opção pelo metrô leve pode reduzir pela metade o investimento necessário para o subterrâneo, cujo preço por quilômetro vai de US$ 60 milhões a US$ 100 milhões. Por outro lado, a depender do trajeto, pode implicar mais desapropriações.
    Um recurso é a construção de vias elevadas (como no Fura-Fila), que podem ter impacto negativo na paisagem se usadas em excesso, dizem urbanistas.

    Vai e vem
    O projeto da linha 6 foi lançado por Serra e pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) em evento em março do ano passado -pouco após o trânsito da cidade ter batido seguidos recordes de congestionamentos.
    Originalmente, ela ia da Freguesia do Ó a São Joaquim. Em dezembro, em novo evento, Serra e Kassab anunciaram o “Y” que expandiria a linha.
    Ontem, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos negou que os anúncios anteriores tenham sido precipitados.
    Segundo a pasta, a nova alteração foi definida após técnicos avaliarem que a demanda de passageiros até Vila Nova Cachoeirinha não justifica a opção por metrô subterrâneo.
    Optou-se, então, pelo metrô leve, que, mesmo tendo metade da capacidade do tradicional, será suficiente para atender a região. A pasta não quantificou a demanda de passageiro projetada para cada uma das linhas.