Bob Marley fica para depois

A Justiça acabou com a farra dos organizadores da Marcha da Maconha, que deve (deveria?) acontecer neste domingo em São Paulo e outras cidades do Brasil e do mundo. Em São Paulo, os manifestantes iriam se reunir no Parque do Ibirapuera.

Do G1:

Em entrevista ao jornalista Milton Jung, da Rádio CBN, na quarta-feira, o promotor Marcelo Barone afirmou entender a manifestação como incentivo ao uso da droga. “Se eu incentivar alguém ao uso da droga, eu estou praticando uma conduta que é tão criminosa quanto o tráfico de drogas. Incentivar o uso de maconha caracteriza crime previsto na Lei de Entorpecentes.”

Do Último Segundo:

O Coletivo Marcha da Maconha Brasil se manifestou contra as medidas e afirma não querer estimular o uso, plantio ou tráfico de maconha, mas protestar contra as atuais leis e políticas públicas. “Os cidadãos que portam ou plantam pequena quantidade, mesmo para consumo próprio, têm sido tratados no mínimo como doentes, quando não são considerados delinqüentes e criminosos”, afirma o coletivo em seu site.

O coletivo Marcha da Maconha foi criado em 1999 em Nova York e planeja para este final de semana passeatas simultâneas em diversos países. No Brasil, o ato acontece desde 2002 nas praias do Rio de Janeiro. No ano passado, os organizadores estimaram a participação de 700 pessoas e a Polícia Militar, de 250.



One Response to “Bob Marley fica para depois”

  1. Ridícula esta conotação moral e política neste matéria. Diga-se de passagem horrenda. Protestar e dialogar se trata de um ato democrático. Se este blog quer deixar de ser uma brincadeira, deve no mínimo tentar manter a imparcialidade, digo tentar ainda, pois conseguir são outros tantos,e apoiar os debates da sociedade civil.