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	<title>Comments on: Guarda Civil Metropolitana e a violência</title>
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	<description>Blog coletivo sobre a cidade de São Paulo</description>
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		<title>By: Coelho</title>
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		<dc:creator>Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 10:43:20 +0000</pubDate>
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		<description>Liliane Sobreira,casos como este não é comum na corporação,voce podera fazer uma denuncia anonima na ouvidoria ou se preferir,se o GCM for de SP informar a corregedoria e prestar esclarecimentos quanto a atuação e comportamento do mesmo,porque pessoas como este comportamento não tem espaço na corporação.Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Liliane Sobreira,casos como este não é comum na corporação,voce podera fazer uma denuncia anonima na ouvidoria ou se preferir,se o GCM for de SP informar a corregedoria e prestar esclarecimentos quanto a atuação e comportamento do mesmo,porque pessoas como este comportamento não tem espaço na corporação.Abraços.</p>
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		<title>By: Liliane Sobreira</title>
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		<dc:creator>Liliane Sobreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:10:55 +0000</pubDate>
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		<description>Perto da casa da minha mãe na Vila São José, tem um Guarda Metropolitano, é grosso, arrogante, mal educado, covarde, &quot;acha que é Coronél da Rota&quot;.

Arruma confusão ccom os vizinhos, é covarde, e o que é pior acha que é mais do que os outros quando está de posse da arma que possui devido ao seu distintivo.

Acredito que esta Instituição esteja realmente falida, por colocar pessoas desse tipo para defender a comunidade, quando no caso deste de nome &quot;NILDO&quot;, o que faz é aterrorizar a vizinhança!!!
Covarde, deveria ser expulso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perto da casa da minha mãe na Vila São José, tem um Guarda Metropolitano, é grosso, arrogante, mal educado, covarde, &#8220;acha que é Coronél da Rota&#8221;.</p>
<p>Arruma confusão ccom os vizinhos, é covarde, e o que é pior acha que é mais do que os outros quando está de posse da arma que possui devido ao seu distintivo.</p>
<p>Acredito que esta Instituição esteja realmente falida, por colocar pessoas desse tipo para defender a comunidade, quando no caso deste de nome &#8220;NILDO&#8221;, o que faz é aterrorizar a vizinhança!!!<br />
Covarde, deveria ser expulso.</p>
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		<title>By: david tavares</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3770</link>
		<dc:creator>david tavares</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 23:03:45 +0000</pubDate>
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		<description>A GCM devia preparar melhor  os que vao excercer a função de polícia comunitária. Por que do jeito que tá, não dá mais....a pior desgraça de uma instituição é perder o apoio da comunidade e no geral, da população. O referendo está aí pra quem deseja usá-lo!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A GCM devia preparar melhor  os que vao excercer a função de polícia comunitária. Por que do jeito que tá, não dá mais&#8230;.a pior desgraça de uma instituição é perder o apoio da comunidade e no geral, da população. O referendo está aí pra quem deseja usá-lo!!!</p>
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		<title>By: dourado</title>
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		<dc:creator>dourado</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 03:18:24 +0000</pubDate>
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		<description>Sou gcm e tenho muito orgulho do que faço, existem bons profissionais na gcm, como tambem alguns lixo temos que banir estes que mancham a nossa imagem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou gcm e tenho muito orgulho do que faço, existem bons profissionais na gcm, como tambem alguns lixo temos que banir estes que mancham a nossa imagem!</p>
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		<title>By: GCM Coelho</title>
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		<dc:creator>GCM Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 21:58:40 +0000</pubDate>
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		<description>Achei interessante este artigo encontrei no site 

http://portaldoguardacivil.blogspot.com/2009/02/por-eloi-pieta-as-avos-das-atuais.html    

è um artigo para uma boa reflexão e conhecimento de todos.


MODELO MILITAR VS MODELO CIVIL 
Enviado pelo Colaborador GCM Leandro.



por Elói Pietá* 




As avós das atuais polícias militares, os corpos permanentes ou guardas municipais, criados nas províncias logo após a Independência, já se miravam no modelo colonial português representado pelos exércitos de segunda linha (as milícias, ordenanças, ou corpos auxiliares), complementares ao exército principal, de primeira linha.



Com o advento da República, cresceram as forças militares dos estados, transformando-se em exércitos regionais, chegando a rivalizar com o exército nacional. Estas forças militares estaduais serviam às oligarquias regionais na disputa com o restante do país, ao mesmo tempo que serviam de polícia de dois tipos: de controle da ordem interna estabelecida (por exemplo, contra os grevistas e opositores políticos), e de polícia contra a criminalidade comum das classes pobres (ladrões, assaltantes de estradas, assassinos, arruaceiros). Não é de surpreender portanto que problemas hoje existentes tenham o peso de séculos.



O modelo militar de segurança
No modelo militar vigente de segurança, o crime não é visto como algo que se encontra em toda a sociedade. Ele é situado apenas como um problema de setores sociais bem definidos. Basta então reprimir aqueles setores, fazê-los recuar com ações exemplares que os atemorizem e, se possível, eliminar seus integrantes.



Na sociedade colonial e imperial, os principais inimigos eram mais explicitamente identificados: os índios e os negros. Os negros até hoje constituem um setor privilegiado para a repressão. A eles fazem companhia, nesta discriminadora preferência policial e judiciária, os homens pobres em geral – especialmente jovens –, os favelados, os grevistas, os sem-terra. Para reprimi-los, a polícia tem liberdades especiais e o Judiciário atua rigorosamente. As cadeias são feitas só para eles.



É de grande importância dentro deste modelo militar de segurança a noção de território a ser defendido ou atacado. O território a defender situa-se principalmente nas partes ricas ou de classe média das cidades e nos seus centros comerciais. É aí que os efetivos das forças policiais públicas são concentrados, com o auxílio das forças de vigilância privada. O território do inimigo está principalmente nas favelas, nos bairros de periferia, nas portas de fábrica.



As ações no território inimigo são mais elásticas no que diz respeito à legalidade. Elas resultam sempre em violências contra os delinqüentes e muitas vezes contra inocentes (parentes, amigos, vizinhos). Assim como na guerra, os exércitos atingem a população civil do território onde se move o inimigo. Os habitantes destes territórios são suspeitos em princípio. Eles são invariavelmente abordados e revistados quando a polícia faz uma blitz. As estatísticas mostram o tamanho dos constrangimentos para a obtenção de resultados policiais ridículos. Em setembro de 1997, em São Paulo, foram abordadas 15.136 pessoas e, destas, apenas 88 foram levadas aos distritos policiais para averiguações.



PMs como forças auxiliares e reservas do ExércitoO Exército conserva, em última instância, a função de polícia no Brasil, ao contrário de boa parte dos países democráticos, que definem como função das Forças Armadas apenas a defesa externa. Por intermédio da Inspetoria Geral das Polícias Militares, ele as mantém sob um controle permanente, à distância, cabendo-lhe autorizar o aumento de efetivos, o tipo e a quantidade de armamentos, a forma de organização e as normas gerais de funcionamento. Seu interesse em conservá-las como reserva tem a ver também com a idéia de preservar-se de desgastes, utilizando-as como intermediárias no exercício de sua possibilidade constitucional de impor a lei e a ordem interna.



A organização das polícias militares é exatamente adequada ao modelo militar de segurança. Elas reproduzem a organização do Exército. São divididas em batalhões, companhias e pelotões. Há um comando de área a cada três batalhões, formando uma espécie de regimento. Acima dos comandos de área estão os comandos de grandes regiões, como se fossem exércitos. Finalmente, na cúpula de todo o sistema, fica o comando geral, com seu estado-maior.



Para compor as tropas desta organização militar, seus integrantes são divididos em duas grandes partes, com escala hierárquica e com as mesmas denominações do exército: os praças (soldados, cabos, sargentos, subtenentes) e os oficiais. Suas fardas reproduzem a farda militar clássica. O regulamento disciplinar das PMs, semelhante ao do Exército, é bastante rígido e faltas cometidas nas relações internas podem ser punidas com prisão. Quando cometem crimes e indisciplinas, os policiais militares são julgados por conselhos militares, formados por quatro oficiais mais um juiz. Cada conselho forma uma auditoria da Justiça Militar. A investigação de seus crimes fica a cargo dos colegas de farda. São também militares os que desenvolvem tarefas administrativas, burocráticas e médicas, como é praxe nos exércitos.



Um exemplo da ideologia militar
O novo comandante da PM de São Paulo, coronel Carlos Alberto de Camargo, escreveu, em 1993, um pequeno livro chamado Estética Militar, publicado em abril de 1997. Nele, expõe com audácia sua tese, autoritária, elitista e antidemocrática, de que os militares constituem uma instituição separada do povo, destinada a corrigi-lo e a pôr ordem na vida coletiva.



Para ele, a solenidade, o rito, o formalismo, a ordem unida, a farda, os sinais visíveis de subordinação, o culto à bandeira são essenciais para a criação de uma psicologia especial, o brio militar, e de uma ética própria, expressa no sentimento exaltado do dever, da hierarquia e da disciplina. Ele considera que a cultura brasileira, de individualismo e indisciplina, estimula a desobediência às regras sociais, levando à prática de transgressões e ao descrédito do povo nas instituições. Os pobres, mais do que os outros, pelo seu inconformismo com a sociedade, segundo o coronel, tendem a não acatar as suas regras. Sua lógica maniqueísta conclui que, se houver deformação do policial durante sua atividade, não será pela formação militar (que é boa), mas pela influência do ambiente social em que ele vive, trabalha e de onde vem (que é mau), ambiente que ele chama de &quot;o esgoto do mundo&quot;. Com tais idéias, não surpreende quando ele, sob uma linguagem enigmática, defende a independência estrutural das polícias militares em relação ao poder civil eleito nos estados.



Numa das passagens do livro, referindo-se à uniformidade entre si das polícias militares nos diversos estados brasileiros, diz: &quot;Os valores éticos que cultivam, fruto de sua formação policial-militar, proporcionam-lhes o mesmo ideal, estejam onde estiverem, a despeito da dispersão territorial dificultar a unidade de pensamento, à medida que os expõe às influências políticas locais que, se prevalecessem, poderiam colocar em risco os interesses sociais&quot;.
Traduzindo, vê-se que os governos civis dos estados não podem dirigir efetivamente as polícias militares, que por si mesmas já têm uma orientação definida...



Para o coronel, sem as polícias de caráter militar haveria a catástrofe: &quot;A supressão da estética militar nas polícias fardadas estaduais ocasionará danos irreversíveis ao aparelho do Estado e colocará em risco a integridade da sociedade e de cada indivíduo&quot;.



A capitulação dos governos civis
Os governos civis têm aceitado a autonomia das organizações militares. A começar pelo governo federal. O general Alberto Cardoso, chefe da Casa Militar do presidente Fernando Henrique Cardoso, considera que a lealdade das Forças Armadas é com o Estado (que é estrutural), e não com o governo (que é conjuntural).



Daí a sua possibilidade de continuar tutelando o país e de intervir no poder civil, conforme diz na Folha de S. Paulo de 17/03/96: &quot;Nenhuma das tentativas ou concretizações de intervenção no processo político se deveu a interesses corporativos de caserna. Todas decorreram de avaliações (não cabe aqui discutir se certas ou não) sobre as duas lealdades – a presidencial e a castrense – à nação, em período histórico de imaturidade política e em espaço vazio de providências institucionais&quot;.



Por sua vez, os comandantes das polícias militares – que são funcionários públicos de cada estado, subordinados ao respectivo governador – agem como uma confederação, reúnem-se no Conselho Nacional de Comandantes Gerais e fazem pronunciamentos coletivos à população brasileira.



Os partidos de direita adotam integralmente em suas propostas as concepções conservadoras predominantes nas polícias. Os partidos de centro ou de esquerda não têm uma proposta consistente, abrangente e assimilada por suas lideranças e bases. De todos os lados surgem promessas de investimentos, como se, por uma mágica, fossem encontrados os recursos financeiros.



Os governos continuam errando quando entregam a militares ou a quadros policiais a direção das secretarias de segurança e de outros órgãos-chave. Por exemplo, o governo do PSDB no Rio de Janeiro entregou sua política de segurança a um general do Exército. Da mesma forma agiu o PT no início de sua gestão nos únicos dois estados por ele governados. E assim fazem os outros partidos.



Por uma concepção civil de segurança
Desmilitarizar a segurança é prevenir e perseguir o crime em todas as camadas sociais; é investigar os criminosos para poupar os inocentes; é fazer com que as polícias e o judiciário ajam como instituições de funcionários públicos a serviço e não acima da sociedade; é subordinar as polícias aos governos eleitos e à estrita legalidade; é capacitar os partidos políticos para definir políticas de segurança; é restringir as Forças Armadas apenas à função de defesa externa.



Os crimes cometidos pelos integrantes das camadas ricas da sociedade são normalmente mais nocivos à coletividade do que a maior parte dos crimes cometidos por delinqüentes originários das camadas pobres. Eles impedem que o Estado tenha recursos para as políticas sociais que fariam cair grandemente a criminalidade entre as classes pobres.
Todos estes tipos de crime permanecem impunes como decorrência da concepção presente em todas as nossas instituições de segurança pública. A polícia evita investigá-los, não é preparada para isso, inibe-se com medo de ser processada por atos ilegais e é facilmente corruptível. O Ministério Público não tem estrutura e dedicação. O Judiciário multiplica sua lentidão e torna-se cuidadoso e brando.



Numa concepção civil de segurança, as polícias devem revolucionar sua capacidade de informação e investigação, de tal modo que possam chegar ao criminoso sem constranger a sociedade e sem que ela seja jogada num constante clima de guerra. Deve ser afastada a prepotência e a violência que trata o cidadão como um subordinado às forças de polícia.
Na concepção atual, os cidadãos são tratados como se fossem hierarquicamente inferiores ao mais baixo na escala hierárquica dos policiais. Na concepção civil de segurança, os policiais são funcionários públicos remunerados para servir a todos os cidadãos conforme os direitos que lhes são constitucionalmente assegurados e as leis vigentes nas relações sociais. Deve ser banido o uso da violência, embora não o uso da força justificada pela legalidade.



As idéias de uma segurança de natureza civil pressupõem a subordinação real e não apenas retórica das polícias aos governos. Quem dirá quais são os interesses da sociedade e como estes devem ser providos são os governos eleitos e a legislação vigente. Caberá apenas ao Poder Judiciário interpretar a lei e determinar qualquer intervenção inibidora.
Para que os governos assumam efetivamente o controle das polícias, é necessário que os políticos demonstrem capacidade de formular políticas de segurança pública e consolidar o apoio social a elas.



A limitação do papel das Forças Armadas à defesa externa do país é fundamental para a vitória de uma concepção civil de segurança e para acabar com a tutela que pretendem exercer como se fossem a instituição máxima da nação. A transformação das polícias militares em polícias de caráter civil será parte integrante desta modificação necessária.



Transformar as PMs em polícias de caráter civil
A crise de ineficiência e deformação da polícia civil também é imensa. O modelo novo das polícias militares não pode ser o das atuais polícias civis. Nem é adequado que estas absorvam total ou parcialmente as polícias militares. Estas devem ser reorganizadas tendo em vista sua transformação em polícia completa, com predominância da atividade de prevenção, mas com a prerrogativa de investigar antes para prevenir melhor, e investigar na seqüência do crime. Elas deverão portanto ter um ramo uniformizado, largamente majoritário, mas também um ramo não-uniformizado, necessário à investigação. É essencial para tudo isso que suas relações com o Ministério Público e o Poder Judiciário sejam diretas, sem a intermediação das polícias civis como hoje. Sua organização deve abandonar o modelo militar, distribuindo-se em unidades menores, e passando a funcionários civis as tarefas não-policiais. Deve adotar carreira única, simplificando os diversos graus, perder o privilégio de justiça própria, ter disciplina e hierarquia garantidas por um novo regulamento disciplinar, com sanções, porém sem a atual prisão disciplinar.



Paralelamente a isso, as polícias civis deverão se adaptar à função de polícia predominantemente destinada a auxiliar o poder judiciário, que hoje desempenham muito mal. Elas devem continuar tendo setores especializados para combater crimes de maior complexidade, tais como assassinatos de autoria desconhecida, seqüestros, crimes do colarinho branco etc. A guarda de presos precisará sair de sua responsabilidade.
Os setores de perícia técnica ou médica, atualmente vinculados às polícias civis, precisarão ser independentes, constituindo uma terceira grande unidade policial, subordinada como as outras às secretarias de segurança pública.



Os governos civis devem exercer efetivamente o comando das polícias por meio das secretarias de segurança. Elas terão a autoridade de transmitir as orientações de governo, distribuir as tarefas básicas, resolver os conflitos de competência, criar sistemas de informação, controlar os de comunicação, fiscalizar internamente o cumprimento da lei e, em estreita vinculação com o ministério público, prevenir, reprimir e investigar os crimes cometidos por policiais.



As secretarias de segurança também deverão renovar toda sistemática de combate ao crime organizado, criando forças conjuntas de investigação e repressão que integrem as polícias e outras instituições de governo, como por exemplo as secretarias de finanças, as procuradorias de Estado, as instituições científicas.



Os municípios precisam também integrar-se ao sistema de segurança – através das guardas municipais – para cumprir tarefas mais simples, como o atendimento primário em postos policiais de bairro, o policiamento de trânsito, a vigilância de escolas e de centros comerciais. Também as tarefas de combate a incêndios podem passar aos municípios.
Finalmente, com um modelo civil de segurança a comunidade terá canais de participação no planejamento e na fiscalização dos órgãos governamentais. Mesmo porque, para chegar a ele, será necessária a adesão e a mobilização popular. A luta para este novo modelo irá preparar a sociedade para participar de sua direção e gestão. 






*Eloi Pieta ex prefeito de guarulhos.
Postado por Portal do Guarda Civil às 18:51</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei interessante este artigo encontrei no site </p>
<p><a href="http://portaldoguardacivil.blogspot.com/2009/02/por-eloi-pieta-as-avos-das-atuais.html" rel="nofollow">http://portaldoguardacivil.blogspot.com/2009/02/por-eloi-pieta-as-avos-das-atuais.html</a>    </p>
<p>è um artigo para uma boa reflexão e conhecimento de todos.</p>
<p>MODELO MILITAR VS MODELO CIVIL<br />
Enviado pelo Colaborador GCM Leandro.</p>
<p>por Elói Pietá* </p>
<p>As avós das atuais polícias militares, os corpos permanentes ou guardas municipais, criados nas províncias logo após a Independência, já se miravam no modelo colonial português representado pelos exércitos de segunda linha (as milícias, ordenanças, ou corpos auxiliares), complementares ao exército principal, de primeira linha.</p>
<p>Com o advento da República, cresceram as forças militares dos estados, transformando-se em exércitos regionais, chegando a rivalizar com o exército nacional. Estas forças militares estaduais serviam às oligarquias regionais na disputa com o restante do país, ao mesmo tempo que serviam de polícia de dois tipos: de controle da ordem interna estabelecida (por exemplo, contra os grevistas e opositores políticos), e de polícia contra a criminalidade comum das classes pobres (ladrões, assaltantes de estradas, assassinos, arruaceiros). Não é de surpreender portanto que problemas hoje existentes tenham o peso de séculos.</p>
<p>O modelo militar de segurança<br />
No modelo militar vigente de segurança, o crime não é visto como algo que se encontra em toda a sociedade. Ele é situado apenas como um problema de setores sociais bem definidos. Basta então reprimir aqueles setores, fazê-los recuar com ações exemplares que os atemorizem e, se possível, eliminar seus integrantes.</p>
<p>Na sociedade colonial e imperial, os principais inimigos eram mais explicitamente identificados: os índios e os negros. Os negros até hoje constituem um setor privilegiado para a repressão. A eles fazem companhia, nesta discriminadora preferência policial e judiciária, os homens pobres em geral – especialmente jovens –, os favelados, os grevistas, os sem-terra. Para reprimi-los, a polícia tem liberdades especiais e o Judiciário atua rigorosamente. As cadeias são feitas só para eles.</p>
<p>É de grande importância dentro deste modelo militar de segurança a noção de território a ser defendido ou atacado. O território a defender situa-se principalmente nas partes ricas ou de classe média das cidades e nos seus centros comerciais. É aí que os efetivos das forças policiais públicas são concentrados, com o auxílio das forças de vigilância privada. O território do inimigo está principalmente nas favelas, nos bairros de periferia, nas portas de fábrica.</p>
<p>As ações no território inimigo são mais elásticas no que diz respeito à legalidade. Elas resultam sempre em violências contra os delinqüentes e muitas vezes contra inocentes (parentes, amigos, vizinhos). Assim como na guerra, os exércitos atingem a população civil do território onde se move o inimigo. Os habitantes destes territórios são suspeitos em princípio. Eles são invariavelmente abordados e revistados quando a polícia faz uma blitz. As estatísticas mostram o tamanho dos constrangimentos para a obtenção de resultados policiais ridículos. Em setembro de 1997, em São Paulo, foram abordadas 15.136 pessoas e, destas, apenas 88 foram levadas aos distritos policiais para averiguações.</p>
<p>PMs como forças auxiliares e reservas do ExércitoO Exército conserva, em última instância, a função de polícia no Brasil, ao contrário de boa parte dos países democráticos, que definem como função das Forças Armadas apenas a defesa externa. Por intermédio da Inspetoria Geral das Polícias Militares, ele as mantém sob um controle permanente, à distância, cabendo-lhe autorizar o aumento de efetivos, o tipo e a quantidade de armamentos, a forma de organização e as normas gerais de funcionamento. Seu interesse em conservá-las como reserva tem a ver também com a idéia de preservar-se de desgastes, utilizando-as como intermediárias no exercício de sua possibilidade constitucional de impor a lei e a ordem interna.</p>
<p>A organização das polícias militares é exatamente adequada ao modelo militar de segurança. Elas reproduzem a organização do Exército. São divididas em batalhões, companhias e pelotões. Há um comando de área a cada três batalhões, formando uma espécie de regimento. Acima dos comandos de área estão os comandos de grandes regiões, como se fossem exércitos. Finalmente, na cúpula de todo o sistema, fica o comando geral, com seu estado-maior.</p>
<p>Para compor as tropas desta organização militar, seus integrantes são divididos em duas grandes partes, com escala hierárquica e com as mesmas denominações do exército: os praças (soldados, cabos, sargentos, subtenentes) e os oficiais. Suas fardas reproduzem a farda militar clássica. O regulamento disciplinar das PMs, semelhante ao do Exército, é bastante rígido e faltas cometidas nas relações internas podem ser punidas com prisão. Quando cometem crimes e indisciplinas, os policiais militares são julgados por conselhos militares, formados por quatro oficiais mais um juiz. Cada conselho forma uma auditoria da Justiça Militar. A investigação de seus crimes fica a cargo dos colegas de farda. São também militares os que desenvolvem tarefas administrativas, burocráticas e médicas, como é praxe nos exércitos.</p>
<p>Um exemplo da ideologia militar<br />
O novo comandante da PM de São Paulo, coronel Carlos Alberto de Camargo, escreveu, em 1993, um pequeno livro chamado Estética Militar, publicado em abril de 1997. Nele, expõe com audácia sua tese, autoritária, elitista e antidemocrática, de que os militares constituem uma instituição separada do povo, destinada a corrigi-lo e a pôr ordem na vida coletiva.</p>
<p>Para ele, a solenidade, o rito, o formalismo, a ordem unida, a farda, os sinais visíveis de subordinação, o culto à bandeira são essenciais para a criação de uma psicologia especial, o brio militar, e de uma ética própria, expressa no sentimento exaltado do dever, da hierarquia e da disciplina. Ele considera que a cultura brasileira, de individualismo e indisciplina, estimula a desobediência às regras sociais, levando à prática de transgressões e ao descrédito do povo nas instituições. Os pobres, mais do que os outros, pelo seu inconformismo com a sociedade, segundo o coronel, tendem a não acatar as suas regras. Sua lógica maniqueísta conclui que, se houver deformação do policial durante sua atividade, não será pela formação militar (que é boa), mas pela influência do ambiente social em que ele vive, trabalha e de onde vem (que é mau), ambiente que ele chama de &#8220;o esgoto do mundo&#8221;. Com tais idéias, não surpreende quando ele, sob uma linguagem enigmática, defende a independência estrutural das polícias militares em relação ao poder civil eleito nos estados.</p>
<p>Numa das passagens do livro, referindo-se à uniformidade entre si das polícias militares nos diversos estados brasileiros, diz: &#8220;Os valores éticos que cultivam, fruto de sua formação policial-militar, proporcionam-lhes o mesmo ideal, estejam onde estiverem, a despeito da dispersão territorial dificultar a unidade de pensamento, à medida que os expõe às influências políticas locais que, se prevalecessem, poderiam colocar em risco os interesses sociais&#8221;.<br />
Traduzindo, vê-se que os governos civis dos estados não podem dirigir efetivamente as polícias militares, que por si mesmas já têm uma orientação definida&#8230;</p>
<p>Para o coronel, sem as polícias de caráter militar haveria a catástrofe: &#8220;A supressão da estética militar nas polícias fardadas estaduais ocasionará danos irreversíveis ao aparelho do Estado e colocará em risco a integridade da sociedade e de cada indivíduo&#8221;.</p>
<p>A capitulação dos governos civis<br />
Os governos civis têm aceitado a autonomia das organizações militares. A começar pelo governo federal. O general Alberto Cardoso, chefe da Casa Militar do presidente Fernando Henrique Cardoso, considera que a lealdade das Forças Armadas é com o Estado (que é estrutural), e não com o governo (que é conjuntural).</p>
<p>Daí a sua possibilidade de continuar tutelando o país e de intervir no poder civil, conforme diz na Folha de S. Paulo de 17/03/96: &#8220;Nenhuma das tentativas ou concretizações de intervenção no processo político se deveu a interesses corporativos de caserna. Todas decorreram de avaliações (não cabe aqui discutir se certas ou não) sobre as duas lealdades – a presidencial e a castrense – à nação, em período histórico de imaturidade política e em espaço vazio de providências institucionais&#8221;.</p>
<p>Por sua vez, os comandantes das polícias militares – que são funcionários públicos de cada estado, subordinados ao respectivo governador – agem como uma confederação, reúnem-se no Conselho Nacional de Comandantes Gerais e fazem pronunciamentos coletivos à população brasileira.</p>
<p>Os partidos de direita adotam integralmente em suas propostas as concepções conservadoras predominantes nas polícias. Os partidos de centro ou de esquerda não têm uma proposta consistente, abrangente e assimilada por suas lideranças e bases. De todos os lados surgem promessas de investimentos, como se, por uma mágica, fossem encontrados os recursos financeiros.</p>
<p>Os governos continuam errando quando entregam a militares ou a quadros policiais a direção das secretarias de segurança e de outros órgãos-chave. Por exemplo, o governo do PSDB no Rio de Janeiro entregou sua política de segurança a um general do Exército. Da mesma forma agiu o PT no início de sua gestão nos únicos dois estados por ele governados. E assim fazem os outros partidos.</p>
<p>Por uma concepção civil de segurança<br />
Desmilitarizar a segurança é prevenir e perseguir o crime em todas as camadas sociais; é investigar os criminosos para poupar os inocentes; é fazer com que as polícias e o judiciário ajam como instituições de funcionários públicos a serviço e não acima da sociedade; é subordinar as polícias aos governos eleitos e à estrita legalidade; é capacitar os partidos políticos para definir políticas de segurança; é restringir as Forças Armadas apenas à função de defesa externa.</p>
<p>Os crimes cometidos pelos integrantes das camadas ricas da sociedade são normalmente mais nocivos à coletividade do que a maior parte dos crimes cometidos por delinqüentes originários das camadas pobres. Eles impedem que o Estado tenha recursos para as políticas sociais que fariam cair grandemente a criminalidade entre as classes pobres.<br />
Todos estes tipos de crime permanecem impunes como decorrência da concepção presente em todas as nossas instituições de segurança pública. A polícia evita investigá-los, não é preparada para isso, inibe-se com medo de ser processada por atos ilegais e é facilmente corruptível. O Ministério Público não tem estrutura e dedicação. O Judiciário multiplica sua lentidão e torna-se cuidadoso e brando.</p>
<p>Numa concepção civil de segurança, as polícias devem revolucionar sua capacidade de informação e investigação, de tal modo que possam chegar ao criminoso sem constranger a sociedade e sem que ela seja jogada num constante clima de guerra. Deve ser afastada a prepotência e a violência que trata o cidadão como um subordinado às forças de polícia.<br />
Na concepção atual, os cidadãos são tratados como se fossem hierarquicamente inferiores ao mais baixo na escala hierárquica dos policiais. Na concepção civil de segurança, os policiais são funcionários públicos remunerados para servir a todos os cidadãos conforme os direitos que lhes são constitucionalmente assegurados e as leis vigentes nas relações sociais. Deve ser banido o uso da violência, embora não o uso da força justificada pela legalidade.</p>
<p>As idéias de uma segurança de natureza civil pressupõem a subordinação real e não apenas retórica das polícias aos governos. Quem dirá quais são os interesses da sociedade e como estes devem ser providos são os governos eleitos e a legislação vigente. Caberá apenas ao Poder Judiciário interpretar a lei e determinar qualquer intervenção inibidora.<br />
Para que os governos assumam efetivamente o controle das polícias, é necessário que os políticos demonstrem capacidade de formular políticas de segurança pública e consolidar o apoio social a elas.</p>
<p>A limitação do papel das Forças Armadas à defesa externa do país é fundamental para a vitória de uma concepção civil de segurança e para acabar com a tutela que pretendem exercer como se fossem a instituição máxima da nação. A transformação das polícias militares em polícias de caráter civil será parte integrante desta modificação necessária.</p>
<p>Transformar as PMs em polícias de caráter civil<br />
A crise de ineficiência e deformação da polícia civil também é imensa. O modelo novo das polícias militares não pode ser o das atuais polícias civis. Nem é adequado que estas absorvam total ou parcialmente as polícias militares. Estas devem ser reorganizadas tendo em vista sua transformação em polícia completa, com predominância da atividade de prevenção, mas com a prerrogativa de investigar antes para prevenir melhor, e investigar na seqüência do crime. Elas deverão portanto ter um ramo uniformizado, largamente majoritário, mas também um ramo não-uniformizado, necessário à investigação. É essencial para tudo isso que suas relações com o Ministério Público e o Poder Judiciário sejam diretas, sem a intermediação das polícias civis como hoje. Sua organização deve abandonar o modelo militar, distribuindo-se em unidades menores, e passando a funcionários civis as tarefas não-policiais. Deve adotar carreira única, simplificando os diversos graus, perder o privilégio de justiça própria, ter disciplina e hierarquia garantidas por um novo regulamento disciplinar, com sanções, porém sem a atual prisão disciplinar.</p>
<p>Paralelamente a isso, as polícias civis deverão se adaptar à função de polícia predominantemente destinada a auxiliar o poder judiciário, que hoje desempenham muito mal. Elas devem continuar tendo setores especializados para combater crimes de maior complexidade, tais como assassinatos de autoria desconhecida, seqüestros, crimes do colarinho branco etc. A guarda de presos precisará sair de sua responsabilidade.<br />
Os setores de perícia técnica ou médica, atualmente vinculados às polícias civis, precisarão ser independentes, constituindo uma terceira grande unidade policial, subordinada como as outras às secretarias de segurança pública.</p>
<p>Os governos civis devem exercer efetivamente o comando das polícias por meio das secretarias de segurança. Elas terão a autoridade de transmitir as orientações de governo, distribuir as tarefas básicas, resolver os conflitos de competência, criar sistemas de informação, controlar os de comunicação, fiscalizar internamente o cumprimento da lei e, em estreita vinculação com o ministério público, prevenir, reprimir e investigar os crimes cometidos por policiais.</p>
<p>As secretarias de segurança também deverão renovar toda sistemática de combate ao crime organizado, criando forças conjuntas de investigação e repressão que integrem as polícias e outras instituições de governo, como por exemplo as secretarias de finanças, as procuradorias de Estado, as instituições científicas.</p>
<p>Os municípios precisam também integrar-se ao sistema de segurança – através das guardas municipais – para cumprir tarefas mais simples, como o atendimento primário em postos policiais de bairro, o policiamento de trânsito, a vigilância de escolas e de centros comerciais. Também as tarefas de combate a incêndios podem passar aos municípios.<br />
Finalmente, com um modelo civil de segurança a comunidade terá canais de participação no planejamento e na fiscalização dos órgãos governamentais. Mesmo porque, para chegar a ele, será necessária a adesão e a mobilização popular. A luta para este novo modelo irá preparar a sociedade para participar de sua direção e gestão. </p>
<p>*Eloi Pieta ex prefeito de guarulhos.<br />
Postado por Portal do Guarda Civil às 18:51</p>
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		<title>By: GCM Coelho</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3739</link>
		<dc:creator>GCM Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 14:58:27 +0000</pubDate>
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		<description>Este é o site da matéria.

http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=51464</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o site da matéria.</p>
<p><a href="http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=51464" rel="nofollow">http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=51464</a></p>
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		<title>By: GCM Coelho</title>
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		<dc:creator>GCM Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 14:53:45 +0000</pubDate>
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		<description>O prefeito de Franca pensa em  extinção de sua GM,então deixei este postado.
GCM Coelho - 30/12/2009 11:27
Volto a dizer que o desenvolvimento pessoal e profissional de um agente de segurança é um processo complexo e artesanal de acordo com sua relação social,por vezes observamos atitudes contraditórias a formações desses agentes.Portanto se o sr. Prefeito pensar em formar agentes capacitados ao atendimento comunitario para os verdadeiros heróis que são os trabalhadores que pagam nossos salarios e precisam da real segurança,não de repressão e sim de dignidade para manter a mola propulsora da nossa sociedade sempre ativa.Com o pensamento do SR.Prefeito é percebido o quanto não se importa com o futuro que esta dando certo em nosso país.O futuro pede e afirma mais ainda a importancia para um novo paradigma de segurança publica no Brasil.Segurança não se faz só com armas,autoritarismo e repressão e sim com boa formação.Eu acredito que somente com uma boa atuação comunitaria para cidadania se faz segurança.O Guarda Civil não filma mas é inteligente e aprende de forma que pode ver a razão do problema social.É importante sua existencia tanto social como politica.Ele pensa e vota;tantas são as Guardas Municipais no Brasil e grande é sua familia mas este partido é somente um,portanto o Guarda não filma mas pensa e aprende.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito de Franca pensa em  extinção de sua GM,então deixei este postado.<br />
GCM Coelho &#8211; 30/12/2009 11:27<br />
Volto a dizer que o desenvolvimento pessoal e profissional de um agente de segurança é um processo complexo e artesanal de acordo com sua relação social,por vezes observamos atitudes contraditórias a formações desses agentes.Portanto se o sr. Prefeito pensar em formar agentes capacitados ao atendimento comunitario para os verdadeiros heróis que são os trabalhadores que pagam nossos salarios e precisam da real segurança,não de repressão e sim de dignidade para manter a mola propulsora da nossa sociedade sempre ativa.Com o pensamento do SR.Prefeito é percebido o quanto não se importa com o futuro que esta dando certo em nosso país.O futuro pede e afirma mais ainda a importancia para um novo paradigma de segurança publica no Brasil.Segurança não se faz só com armas,autoritarismo e repressão e sim com boa formação.Eu acredito que somente com uma boa atuação comunitaria para cidadania se faz segurança.O Guarda Civil não filma mas é inteligente e aprende de forma que pode ver a razão do problema social.É importante sua existencia tanto social como politica.Ele pensa e vota;tantas são as Guardas Municipais no Brasil e grande é sua familia mas este partido é somente um,portanto o Guarda não filma mas pensa e aprende.</p>
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		<title>By: GCM Coelho</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3737</link>
		<dc:creator>GCM Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 10:54:48 +0000</pubDate>
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		<description>Meu texto escrito possui dois erros de grafias,erros que foram colocados devido a emoção de escrever algo para negar e criticar pensamentos que foram escritos de forma depreciativas para uma corporação que vem tomando espaço no país por bons serviços prestados.Isso incomodou muita gente que detem o poder e procura sempre denegrir sem conhecimento com uma ignorancia sem medida.Contudo deixo claro que é comum cometer erros,por isso todo texto tem que ser revisado antes de ser postado.por outro lado o SRºJR como eu não revisei meu texto antes de posta-lo  no blog.Então cada macaco no seu galho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu texto escrito possui dois erros de grafias,erros que foram colocados devido a emoção de escrever algo para negar e criticar pensamentos que foram escritos de forma depreciativas para uma corporação que vem tomando espaço no país por bons serviços prestados.Isso incomodou muita gente que detem o poder e procura sempre denegrir sem conhecimento com uma ignorancia sem medida.Contudo deixo claro que é comum cometer erros,por isso todo texto tem que ser revisado antes de ser postado.por outro lado o SRºJR como eu não revisei meu texto antes de posta-lo  no blog.Então cada macaco no seu galho.</p>
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		<title>By: GCM Coelho</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3735</link>
		<dc:creator>GCM Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 22:49:07 +0000</pubDate>
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		<description>Este texto foi feito com o intuito de ajudá-lo sr.JR.Cruz,porque o srº esta envergonhando a sua classe e me envergonhando tambem.Vamos la então preste bem atenção na aula. O que voce precisa saber de quem alfabetiza é para obter mais pratica para não cometer erros como os que comenteu ao redigir o seu texto,com inumeros erros de grafia,por exemplo a palavra deaqulificar,podemos entender como correto &quot;DESQUALIFICAR&quot;,simplismente voce podera escreve-la SIMPLESMENTE,eu fiquei constrangido quando li sua escrita como &quot;CONTRANGIMENTO ILEGAL&quot;,ja  a palavra &#039;CASOD DELITO&quot; podera escrever caso de delito. Pelo amor de Deus srº JR.CRUZ,que  advogado sera voce. Para  assimilar,para ensinar os usos e as formas da língua para se escrever em português, é necessário, sempre que possível, fazê-lo em situações comunicativas. Significa ter como unidade de ensino a unidade funcional da língua: o texto.(Livro do professor ,Alfabetização Escola Ativa) Contudo o que o srº escreveu não passa de  vontades e fantasias frustradas para denegrir algo ou alguem.Os acontecimentos que o senhor relatou não confere com a verdade.Leitores pensem voces se todos os advogados fossem como este,que mal sabe se expressar e escreve  erroneamente. Portanto a &quot;OAB&quot; tem sido atuante para  evitar quem  não atenda as exigencias da profissão ,não tenha suas credenciais emitidas.Caro aluno de Direito,precisa estudar muito mesmo,porquanto voce devera continuar exercendo sua profissãozinha mesmo, até estar apto para ser digno de ser ADVOGADO.Agora  devemos pensar em segurança publica de forma que se tenha uma visão de futuro. Militarismo,represão,autoritarismo e conservadorismo não tem mais espaço em um mundo globalizado.Então devemos começar a pensar em um novo paradigma de segurança publica voltada unica e exclusivamente para a sociedade com a efetivação de uma policia civil e comunitaria,(antes  procure saber a essência da  policia comunitaria) .Não havera espaço em um futuro proximo para este atual modelo de segurança publica de nosso país.Mas com certeza ja esta mudando graças a &quot;SENASP&quot; e os interessados em uma nova visão de futuro no tocante .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto foi feito com o intuito de ajudá-lo sr.JR.Cruz,porque o srº esta envergonhando a sua classe e me envergonhando tambem.Vamos la então preste bem atenção na aula. O que voce precisa saber de quem alfabetiza é para obter mais pratica para não cometer erros como os que comenteu ao redigir o seu texto,com inumeros erros de grafia,por exemplo a palavra deaqulificar,podemos entender como correto &#8220;DESQUALIFICAR&#8221;,simplismente voce podera escreve-la SIMPLESMENTE,eu fiquei constrangido quando li sua escrita como &#8220;CONTRANGIMENTO ILEGAL&#8221;,ja  a palavra &#8216;CASOD DELITO&#8221; podera escrever caso de delito. Pelo amor de Deus srº JR.CRUZ,que  advogado sera voce. Para  assimilar,para ensinar os usos e as formas da língua para se escrever em português, é necessário, sempre que possível, fazê-lo em situações comunicativas. Significa ter como unidade de ensino a unidade funcional da língua: o texto.(Livro do professor ,Alfabetização Escola Ativa) Contudo o que o srº escreveu não passa de  vontades e fantasias frustradas para denegrir algo ou alguem.Os acontecimentos que o senhor relatou não confere com a verdade.Leitores pensem voces se todos os advogados fossem como este,que mal sabe se expressar e escreve  erroneamente. Portanto a &#8220;OAB&#8221; tem sido atuante para  evitar quem  não atenda as exigencias da profissão ,não tenha suas credenciais emitidas.Caro aluno de Direito,precisa estudar muito mesmo,porquanto voce devera continuar exercendo sua profissãozinha mesmo, até estar apto para ser digno de ser ADVOGADO.Agora  devemos pensar em segurança publica de forma que se tenha uma visão de futuro. Militarismo,represão,autoritarismo e conservadorismo não tem mais espaço em um mundo globalizado.Então devemos começar a pensar em um novo paradigma de segurança publica voltada unica e exclusivamente para a sociedade com a efetivação de uma policia civil e comunitaria,(antes  procure saber a essência da  policia comunitaria) .Não havera espaço em um futuro proximo para este atual modelo de segurança publica de nosso país.Mas com certeza ja esta mudando graças a &#8220;SENASP&#8221; e os interessados em uma nova visão de futuro no tocante .</p>
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		<title>By: Coelho</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3732</link>
		<dc:creator>Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 11:22:42 +0000</pubDate>
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		<description>Partindo de um pressuposto,sabemos que existem em uma selva,cada macaco no seu galho,consequentemente se misturarem as competencias das linhagens havera conflitos.
 Em uma unidade social formada por indivíduos ligados a um ancestral comum por laços de descendência podemos notar que cada qual é diferente do outro.Então cada macaco no seu galho e cada qual com sua competencia. Segundo Perrenoud (1999, 2000, 2001b),competência é a faculdade
de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações, etc.) para enfrentar com pertinência e eficácia uma série de situações.Elas  não são apenas saberes, mas integram, incorporam  os conhecimentos adquiridos no decorrer da história de vida de cada um. Sendo uma idéia comum na nossa cultura, a diferença entre o saber e saber fazer. Não basta saber, é necessário que se saiba aplicar,
pôr em movimento, transformar em ações visíveis, quando aparecerem ocasiões propícias.Acredito que as Guardas municipais enfrentam problemas politicos e interesse escuso por parte de outra corporação a qual podemos perceber nas diretrizes.Então sendo as &quot;GMs&quot;precedidas em leis,como esta na Constituição Federal do Brasil em seu artigo da segurança publica,não haverá interesses em imitar policia porque esta dito na lei maxima que ela faz parte do capitulo da segurança publica. Agora seria uma idiotice se as &quot;Guardas Municipais&quot; pensasse como relata  o escritor  SrºRubens.Caro amigo; sem uma renovação profissional, fruto da formação continuada, como é o trabalho maravilhoso que a &quot;SENASP&quot;esta realizando em nosso pais,que só interessa para os que tem uma visão ampla de uma necessidade para um novo paradigma de segurança publica em nosso país sempre pensando na formação dos agentes de segurança para uma melhoria das condições de trabalho  e   assimilar as novas tecnologias à sua prática com mudanças significativas,isso não é imitar o passado mas é um fenômeno que podemos chamar de inovação,com uma visão para o futuro e não um retrocesso de atitudes repressoras e conservadora.Portanto meus amigos leitores,na selva de pedra,cada qual nas suas atribuições,mas com muita competencia,o que é que mais se tem nas &quot;GMs&quot; do Brasil.Ja em são paulo temos a Guarda Civil Metropolitana,que vem prestando bons serviços a sociedade,mas é percebido os bons serviços com pouca enfase e os poucos desvios de atitudes aparecem mais por conta de muitos terem uma cultura voltada para programas de tvs que sobrevivem por conta das noticias que relatam  sobre as mazelas sociais como exemplo de pregramas podemos citar o popular Datena e alguns comentaristas sobre segurança publica que transmitem de forma insegura e incoerente.É isso ;São Paulo é a maior cidade do Brasil,portanto nela esta velado os maiores interesses em desmoralizar a corporação &quot;GCM&quot;,mas por outro lado seus agentes remam contra maré para prestar bons serviço a quem se  deve que é para sua população que sofre com a escala crescente da violencia que é a razão do acumulo de bens,divisão de classes e a exclusão social, enfatizada mais ainda pela globalização.Com tudo isso porque seria inteligente pensarmos em imitar o passado e porque cada macaco deveria ficar em seu galho se todos estão na mesma selva?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Partindo de um pressuposto,sabemos que existem em uma selva,cada macaco no seu galho,consequentemente se misturarem as competencias das linhagens havera conflitos.<br />
 Em uma unidade social formada por indivíduos ligados a um ancestral comum por laços de descendência podemos notar que cada qual é diferente do outro.Então cada macaco no seu galho e cada qual com sua competencia. Segundo Perrenoud (1999, 2000, 2001b),competência é a faculdade<br />
de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações, etc.) para enfrentar com pertinência e eficácia uma série de situações.Elas  não são apenas saberes, mas integram, incorporam  os conhecimentos adquiridos no decorrer da história de vida de cada um. Sendo uma idéia comum na nossa cultura, a diferença entre o saber e saber fazer. Não basta saber, é necessário que se saiba aplicar,<br />
pôr em movimento, transformar em ações visíveis, quando aparecerem ocasiões propícias.Acredito que as Guardas municipais enfrentam problemas politicos e interesse escuso por parte de outra corporação a qual podemos perceber nas diretrizes.Então sendo as &#8220;GMs&#8221;precedidas em leis,como esta na Constituição Federal do Brasil em seu artigo da segurança publica,não haverá interesses em imitar policia porque esta dito na lei maxima que ela faz parte do capitulo da segurança publica. Agora seria uma idiotice se as &#8220;Guardas Municipais&#8221; pensasse como relata  o escritor  SrºRubens.Caro amigo; sem uma renovação profissional, fruto da formação continuada, como é o trabalho maravilhoso que a &#8220;SENASP&#8221;esta realizando em nosso pais,que só interessa para os que tem uma visão ampla de uma necessidade para um novo paradigma de segurança publica em nosso país sempre pensando na formação dos agentes de segurança para uma melhoria das condições de trabalho  e   assimilar as novas tecnologias à sua prática com mudanças significativas,isso não é imitar o passado mas é um fenômeno que podemos chamar de inovação,com uma visão para o futuro e não um retrocesso de atitudes repressoras e conservadora.Portanto meus amigos leitores,na selva de pedra,cada qual nas suas atribuições,mas com muita competencia,o que é que mais se tem nas &#8220;GMs&#8221; do Brasil.Ja em são paulo temos a Guarda Civil Metropolitana,que vem prestando bons serviços a sociedade,mas é percebido os bons serviços com pouca enfase e os poucos desvios de atitudes aparecem mais por conta de muitos terem uma cultura voltada para programas de tvs que sobrevivem por conta das noticias que relatam  sobre as mazelas sociais como exemplo de pregramas podemos citar o popular Datena e alguns comentaristas sobre segurança publica que transmitem de forma insegura e incoerente.É isso ;São Paulo é a maior cidade do Brasil,portanto nela esta velado os maiores interesses em desmoralizar a corporação &#8220;GCM&#8221;,mas por outro lado seus agentes remam contra maré para prestar bons serviço a quem se  deve que é para sua população que sofre com a escala crescente da violencia que é a razão do acumulo de bens,divisão de classes e a exclusão social, enfatizada mais ainda pela globalização.Com tudo isso porque seria inteligente pensarmos em imitar o passado e porque cada macaco deveria ficar em seu galho se todos estão na mesma selva?</p>
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		<title>By: rubens</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3678</link>
		<dc:creator>rubens</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:44:27 +0000</pubDate>
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		<description>Na realidade , muitos gcm,s sao pessoas q gostariam de ser policiais e adotam uma imagem muito antiga de policia e policial, nao sabem q houve uma evolução muito rapida tanto da sociedade qto das policias.
 Eles tentam praticar uma &#039;&#039;policia antiga&#039;&#039; q nao existe mais, tentam de certa forma igualar-se porem de forma muito infeliz e cheia de ilusão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na realidade , muitos gcm,s sao pessoas q gostariam de ser policiais e adotam uma imagem muito antiga de policia e policial, nao sabem q houve uma evolução muito rapida tanto da sociedade qto das policias.<br />
 Eles tentam praticar uma &#8221;policia antiga&#8221; q nao existe mais, tentam de certa forma igualar-se porem de forma muito infeliz e cheia de ilusão</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: william</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3623</link>
		<dc:creator>william</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 20:28:24 +0000</pubDate>
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		<description>e aí jack passa o qth da casa do mario ashashahshahshahshhashahshhahshahshahshahshahsahhshashahsahsahs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e aí jack passa o qth da casa do mario ashashahshahshahshhashahshhahshahshahshahshahsahhshashahsahsahs</p>
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	<item>
		<title>By: Ciço</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3579</link>
		<dc:creator>Ciço</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 13:59:13 +0000</pubDate>
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		<description>Só levanto uma questão e faço uma pergunta!

Quem aqui gostaria de ser vítima ou que algum parente ou amigo fosse vítima de algum crime como roubo, furto, agressão, sequestro ou qualquer outro???!!!

E  para que seja preservada a segurança da poupulação no geral, é preciso pessoas que lhes protejam e mantenham a ordem pública! Estas pessoas são caracterizadas como policial! Mas muitas pessoas ainda possuem em sua cabeça que somente a PM pode fazer isso, mas por favor imaginem, se VOCÊ ou alguém muito querido seu estivesse passando por uma situação difícil de crime, não gostaria que a GCM lhe ajudasse?!
Nós somos sim uma força policial, que agimos em prol a segurança e ordem pública, colocamos nossa vida em risco todos os dias, para que vc leitor ou qualquer outra pessoa nunca passe por qualquer situação constrangedora, ou tenha sua vida ameaçada!

Gostaria de saber pq tantas pessoas são contra esta corporação, a GCM, pois como disse anteriormente, colocamos nossa vida em risco para proteger a de quem nem conhecemos e nunca vimos antes?!
Será que somos heróis ou vilões?!

Obrigado a todo e um forte abraço!
Sangue azul!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só levanto uma questão e faço uma pergunta!</p>
<p>Quem aqui gostaria de ser vítima ou que algum parente ou amigo fosse vítima de algum crime como roubo, furto, agressão, sequestro ou qualquer outro???!!!</p>
<p>E  para que seja preservada a segurança da poupulação no geral, é preciso pessoas que lhes protejam e mantenham a ordem pública! Estas pessoas são caracterizadas como policial! Mas muitas pessoas ainda possuem em sua cabeça que somente a PM pode fazer isso, mas por favor imaginem, se VOCÊ ou alguém muito querido seu estivesse passando por uma situação difícil de crime, não gostaria que a GCM lhe ajudasse?!<br />
Nós somos sim uma força policial, que agimos em prol a segurança e ordem pública, colocamos nossa vida em risco todos os dias, para que vc leitor ou qualquer outra pessoa nunca passe por qualquer situação constrangedora, ou tenha sua vida ameaçada!</p>
<p>Gostaria de saber pq tantas pessoas são contra esta corporação, a GCM, pois como disse anteriormente, colocamos nossa vida em risco para proteger a de quem nem conhecemos e nunca vimos antes?!<br />
Será que somos heróis ou vilões?!</p>
<p>Obrigado a todo e um forte abraço!<br />
Sangue azul!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: G.Silva</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3568</link>
		<dc:creator>G.Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 22:15:15 +0000</pubDate>
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		<description>Só para complementar, Qual diferença faria se fosse a PM, a PF, a P.C., a GCM. ?. A armas foram apreendidas pela autoridade competente e vidas com certeza, de munícipes foram poupadas.E os indivíduos autuados. Será que valeu? um grande abraço e que Deus esteja convosco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para complementar, Qual diferença faria se fosse a PM, a PF, a P.C., a GCM. ?. A armas foram apreendidas pela autoridade competente e vidas com certeza, de munícipes foram poupadas.E os indivíduos autuados. Será que valeu? um grande abraço e que Deus esteja convosco.</p>
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		<title>By: G.Silva</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3567</link>
		<dc:creator>G.Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 22:10:56 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Assif Assaf, tenho 18 anos de GCM. difícilmente abordo alguém, e os que abordei foram conduzidos ao DPs. um era homicida e &quot;pedido&quot;, outro estavam com objetos furtados e foram atuados em flagrante. A abordagem gratuita sou totalmente contra, mas a fundamentada sou a favor. A poucos dias GCMs abordaram 4 indivíduos na região da 25 de março, duas armas foram apreendidas um 7,65 e um 38. São duas armas tiradas da circulação e da mão de bandidos. Certamente vidas de pessoas de bem não serão tirdadas por essas duas armas., porém se não fosse a abordagem e o tirocínio dos GCMs, que também foram alertados por uma pessoa essas armas ainda estariam nas mãos desses bandidos. O fato de abordar alguém em atitude suspeita não é de todo um mal, pelo contrario, apesar do constrangimento, ao lado de qualquer um pode estar um marginal armado pronto para agir. Eles só esperam a oportunidade. quanto a ser polícia ou não, no meu dia a dia no trabalho e fora dele tenho minha identidade formada e sei qual é o meu dever. Se errar com certeza terei uma punição, mas se acertar, difícilmente espero um elogio pois é o meu trabalho. Sem magóas e obrigado pelo &quot;Deixem os GCMs trabalharem paz. Um grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Assif Assaf, tenho 18 anos de GCM. difícilmente abordo alguém, e os que abordei foram conduzidos ao DPs. um era homicida e &#8220;pedido&#8221;, outro estavam com objetos furtados e foram atuados em flagrante. A abordagem gratuita sou totalmente contra, mas a fundamentada sou a favor. A poucos dias GCMs abordaram 4 indivíduos na região da 25 de março, duas armas foram apreendidas um 7,65 e um 38. São duas armas tiradas da circulação e da mão de bandidos. Certamente vidas de pessoas de bem não serão tirdadas por essas duas armas., porém se não fosse a abordagem e o tirocínio dos GCMs, que também foram alertados por uma pessoa essas armas ainda estariam nas mãos desses bandidos. O fato de abordar alguém em atitude suspeita não é de todo um mal, pelo contrario, apesar do constrangimento, ao lado de qualquer um pode estar um marginal armado pronto para agir. Eles só esperam a oportunidade. quanto a ser polícia ou não, no meu dia a dia no trabalho e fora dele tenho minha identidade formada e sei qual é o meu dever. Se errar com certeza terei uma punição, mas se acertar, difícilmente espero um elogio pois é o meu trabalho. Sem magóas e obrigado pelo &#8220;Deixem os GCMs trabalharem paz. Um grande abraço.</p>
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		<title>By: Assif Assaf</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3565</link>
		<dc:creator>Assif Assaf</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 23:29:32 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo, Ednilson, Rodrigo e outros 
me desculpem ,mas me mostrem na Constiuição Brasileira, onde GCM é Polícia, 
se tem poder de Polícia é Polícia ou não?
Aí vou pensar em me deixar ser abordado, caso contrário
Só a Respeitada Polícia Federal, PM, Polícia Cívil, 
mas vai uma dica: deixem os GCM trabalhar em Paz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, Ednilson, Rodrigo e outros<br />
me desculpem ,mas me mostrem na Constiuição Brasileira, onde GCM é Polícia,<br />
se tem poder de Polícia é Polícia ou não?<br />
Aí vou pensar em me deixar ser abordado, caso contrário<br />
Só a Respeitada Polícia Federal, PM, Polícia Cívil,<br />
mas vai uma dica: deixem os GCM trabalhar em Paz.</p>
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		<title>By: Gilberto GCM/SP..</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3546</link>
		<dc:creator>Gilberto GCM/SP..</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 22:47:50 +0000</pubDate>
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		<description>A todos que criticam a GCM. Espero que nunca sejam vitimados pela violência urbana. Mas imaginemos uma situação patética: Se um dia os Srs. e Sras. que criticam tanto a GCM estiverem sendo vítimas de algum meliante agressivo, armado e a poucos metros dali existir uma viatura da GCM com alguns políciais. Imaginem que peçam socorro a eles, ou até mesmo que eles estejam vendo tal ação. Mas porém conforme a cabeça de muitos e a de vocês (que estão sendo vitimas), não as ajudamos. Estamos armados , preparados, mas não podemos ajudar pois estamos ali para ajudar os muros, as praças, estatuas etc... como se sentiriam se respondessemos isso? A GCM é para todos independente de cor, raça, religião, pensamentos, é para ajudar, colaborar, proteger, ser aliada do povo. Esse é o nosso lema o nosso juramento. E de todo meu coração, desejo que nunca precisem da GCM, mas se precisar pode contar conosco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A todos que criticam a GCM. Espero que nunca sejam vitimados pela violência urbana. Mas imaginemos uma situação patética: Se um dia os Srs. e Sras. que criticam tanto a GCM estiverem sendo vítimas de algum meliante agressivo, armado e a poucos metros dali existir uma viatura da GCM com alguns políciais. Imaginem que peçam socorro a eles, ou até mesmo que eles estejam vendo tal ação. Mas porém conforme a cabeça de muitos e a de vocês (que estão sendo vitimas), não as ajudamos. Estamos armados , preparados, mas não podemos ajudar pois estamos ali para ajudar os muros, as praças, estatuas etc&#8230; como se sentiriam se respondessemos isso? A GCM é para todos independente de cor, raça, religião, pensamentos, é para ajudar, colaborar, proteger, ser aliada do povo. Esse é o nosso lema o nosso juramento. E de todo meu coração, desejo que nunca precisem da GCM, mas se precisar pode contar conosco.</p>
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	<item>
		<title>By: lcp santa rita do sapucai</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3540</link>
		<dc:creator>lcp santa rita do sapucai</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 06:20:01 +0000</pubDate>
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		<description>A todos,sou GM em Mnas, trabalho desarmado e me comsidero corajoso,pois emfrentar bandidos com .40 na cintura é fácil, quero ver de cara limpa!!!
  Já efetuamos varias prisões somente com a tonfa na cintura. Não é que samos loucos,é que somos obrigados a agir ao depararmos com situações delituosas.  

    Um grande abraço atodos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A todos,sou GM em Mnas, trabalho desarmado e me comsidero corajoso,pois emfrentar bandidos com .40 na cintura é fácil, quero ver de cara limpa!!!<br />
  Já efetuamos varias prisões somente com a tonfa na cintura. Não é que samos loucos,é que somos obrigados a agir ao depararmos com situações delituosas.  </p>
<p>    Um grande abraço atodos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: GCM-F Elaine Santos</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3510</link>
		<dc:creator>GCM-F Elaine Santos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 18:02:40 +0000</pubDate>
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		<description>Após muito tempo eu voltei e vi que deu comentários, mas tenho uma coisa a dizer, esse estudante de direito ai, é mike, com certeza, tá começando agora não sabe de nada, tanto que afirma ir perguntar pro profi dele ahahahhaha me poupem, já falei gente, o mala não quer saber da cor da farda quer saber que vão atrasar o lado dele, entendeu oque quer que eu desenhe????QRV</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Após muito tempo eu voltei e vi que deu comentários, mas tenho uma coisa a dizer, esse estudante de direito ai, é mike, com certeza, tá começando agora não sabe de nada, tanto que afirma ir perguntar pro profi dele ahahahhaha me poupem, já falei gente, o mala não quer saber da cor da farda quer saber que vão atrasar o lado dele, entendeu oque quer que eu desenhe????QRV</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: J.P.M - GCM/SP</title>
		<link>http://urbanistas.com.br/sp/2008/02/27/guarda-civil-metropolitana-e-a-violencia/comment-page-2/#comment-3509</link>
		<dc:creator>J.P.M - GCM/SP</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 01:52:30 +0000</pubDate>
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		<description>Á VOCÊS QUE NÃO CONHECEM O TRABALHO DA GUARDA CIVIL METROPOLITANA, CONVIDO A TODOS A COMPARECEREM NO NOSSO COMANDO GERAL E OPERACIONAL E OBTER MAIS INFORMAÇÃO A RESPEITO DO TRABALHO DA GCM DE SÃO PAULO, E NÃO FICAR FALANDO BESTEIRA E  ASNEIRA A RESPEITO. 
UM ABRAÇO A TODOS E SAUDAÇÕES</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Á VOCÊS QUE NÃO CONHECEM O TRABALHO DA GUARDA CIVIL METROPOLITANA, CONVIDO A TODOS A COMPARECEREM NO NOSSO COMANDO GERAL E OPERACIONAL E OBTER MAIS INFORMAÇÃO A RESPEITO DO TRABALHO DA GCM DE SÃO PAULO, E NÃO FICAR FALANDO BESTEIRA E  ASNEIRA A RESPEITO.<br />
UM ABRAÇO A TODOS E SAUDAÇÕES</p>
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