Masp só no ano que vem

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Após o roubo milionário no Masp, quando ladrões levaram um Picasso e um Portinari no valor de R$ 100 milhões, o museu ficou fechado para investigações. Um dos principais pontos turísticos da cidade ficará fechado até o dia 8 de janeiro, perdendo todo o movimento dos turistas que vem para São Paulo nesta época.

Do Último Segundo:

Em nota, o Masp destaca que o fechamento é importante devido a “providências que estão sendo tomadas”. A assessoria do museu não soube informar quais são as medidas, mas, fontes ligadas ao museu disseram à reportagem do Último Segundo que o Masp passa por uma reforma na estrutura e na área de segurança.

Enquanto isso, as investigações empacaram. O único vídeo da ação dos bandidos foi muito prejudicado pelas luzes apagadas na hora do roubo. Nem o perito mais competente conseguirá tirar muita coisa da gravação. As câmeras da CET que funcionam na região também estava com problemas e não gravaram nada. Aliás, a CET só mostra sua competência na hora de multar os motoristas…

E agora, depois da porta arrombada (literalmente), burocratas vêm com idéias “mirabolantes” para garantir a segurança do museu. A mais “pertinente” é a sugestão do tesoureiro do museu, Luiz Pereira Barreto, que pediu a colocação de grades no vão livre do Masp. A proposta, um desejo antigo da direção da instituição, foi descartada pelo secretário municipal de Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo.

Do Último Segundo:

Segundo Matarazzo, o local é público, tombado pelo patrimônio histórico e por isso não pode sofrer alteração. “O Masp é privado e precisa, sim, aumentar a vigilância para resolver a questão de segurança, sem grades.”

Meio óbvio não? Sistema simples de alarmes + câmeras boas + detectores de presença + detectores de movimento nos quadros = museu seguro. Se os diretores do Masp quiserem, podemos indicar várias lojinhas na Santa Ifigênia que vendem esse tipo de equipamento. É baratinho…

A foto é da Prefeitura de São Paulo.



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