Sex machine

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A partir do ano que vem a desculpinha “Não tenho aqui!” passa a ser ainda mais esfarrapada. O Instituto Cultural Barong e o Gel Lubrificante Semina anunciaram, na última sexta-feira, 30, a expansão de um projeto bem bacana que visa instalar máquinas de camisinha express em lugares estratégicos da cidade.

Até o final de dezembro cerca de 20 estabelecimentos devem ganhar as máquinas. “A proposta é levar ao público o acesso ao preservativo e informações sobre doenças sexualmente transmissíveis e HIV”, disse Marta Mc Britton, coordenadora do Instituto Cultural Barong, em um release enviado para a imprensa no final da última semana.

A campanha foi anunciada às vésperas do dia 1º dezembro, quando aconteceu em todo mundo o “Dia Mundial da Luta contra a Aids”.

As máquinas funcionarão com moedas de R$ 1,00; nos próximos dias farão parte do projeto os seguintes estabelecimentos:

- Posto 6, na Vila Madalena
- José Menino, na Vila Madalena
- Cervejaria Patriarca, na Vila Madalena
- Pizzaria Piola, no Jardins

Crédito//foto: Flickr Daniel F. Pigatto



One Response to “Sex machine”

  1. Para elaborar uma conclusão do meu trabalho de escola preciso saber: Qual a vulnerabilidade da melhor camisinha, e qual é? Se ela tem microporos e por eles o espermatozóide consegue passar, como ficam os vírus que são bem menores do que o espermatozóide? Ela tem que ser usada sempre junto com algum gel? Qual?