O Parque da Água Branca

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O primeiro post do Luiz Horta aqui no Sampaist, sobre o Parque da Aclimação, rendeu um comentário do Willian Cruz que vale um post. Então, para que a dica do Willian Cruz, do blog Free Ride, não fique perdida entre os comentários, reproduzimos o texto aqui na íntegra.

Um ótimo parque em São Paulo é o Parque da Água Branca (Av. Matarazzo, Zona Oeste). Muito sossegado, um monte de opções de lazer para as crianças: tem um mini parque de diversões, um trenzinho que dá a volta dentro do parque, uns carros de brinquedo para o pai ou a mãe empurrar com o moleque dentro, playground, areia, muito verde.

E ainda tem vaca, cavalo, ovelha, galinhas, patos, pavões, tartarugas, peixes, um (pelo menos um) mico solto nas árvores (na última vez que o vi, estava com filhotes nas costas) e até um apiário com abelhas sem ferrão. Tem um museu dentro, tem sempre uma feirinha de alguma coisa, às vezes exposições, muitos lugares pra sentar na sombra para conversar, ler um livro, espaço de convivência para a terceira idade (já vi casais de velhinhos dançando animadamente num salão de lá) e mais coisas que eu não descobri ainda ou não me lembro.

Se não me engano aquilo já foi uma fazenda, por isso há casas de construção antiga lá dentro, em ótimo estado de conservação. Tem uma casa de barro para mostrar como as pessoas viviam/vivem nelas, cafezinho de cortesia no lugar que vende uns bolos caseiros ótimos (é um negócio diferente, meio pão meio bolo, chamam de “cavaca”), num lugar onde sempre tem uns tiozinhos fazendo uma roda de viola.

É bem legal isso, quem quiser senta lá e canta junto, toca se tiver vontade também, parece ser uma coisa espontânea de quem freqüenta. Mesmo não sendo o tipo de música que eu gosto (passa longe!), já sentei ali várias vezes pra assistir, porque achei uma coisa bem legal de se ver no meio de uma cidade como essa. Parece que a gente está num interiorzão, no meio de gente que mora ali e tem sua cultura local própria, bem interessante.

É um lugar ótimo pra relaxar esquecendo os problemas e o barulho da cidade (que realmente fica lá fora, aquele parque é um sossego). Adultos não podem andar de bicicleta lá dentro, só crianças. No início achei isso ruim, mas quando entendi a proposta diferenciada do parque pasei a ver como algo favorável: fica mais seguro para as crianças e mais sossegado para os outros visitantes. Tem distâncias marcadas pela Corpore para quem gosta de correr.

É um parque excelente, que vale a pena visitar. Em dias de calor ele fica bem fresco, porque tem MUITA sombra e vegetação. Meu filho adora ir lá.

E você? Tem algum parque preferido? Deixe sua dica nos comentários!



3 Responses to “O Parque da Água Branca”

  1. Eu moro a 1 quarteirão do Parque da Água Branca e ele é, de fato, muito bom. Tô sempre lá qdo rola tempo, ler um livro num sábado de sol… Boa dica.

  2. Realmente é gostoso. Tem muito verde, madeiras e espaços que te deixam sempre bem próximos disso.
    Aos Sábados, tem uma boa feira de produtos orgânicos e um quiosque para fazer um cafè-da-manhã. Bem caro, mas bem gostoso.

    Pena que não se pode entrar com bicicletas, mesmo que desmontado dela.

  3. Sim! Parques! Li anteontem que vão ampliar o Ibirapuera para a área da Assembléia. Acho que deviam demolir a Assembléia e crescer infinitamente o parque. Só parques fazem sentido.