Imagem da semana

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Estação da Luz no Flickr do Ricardo Motti.

Sampaist@Invasão Sueca

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Antes tarde do que nunca, não é minha gente? O Sampaist, é claro, esteve na Invasão Sueca, que aconteceu nos dias 20 e 21, no Studio SP, em São Paulo. Por aqui passaram Love is All, Suburban Kids with Biblical Names e Maia Hirasawa, o “lado solo” do Hello Saferide.

No primeiro dia Maia mostrou pouca intimidade com o público e por diversas vezes passou a imagem de deslocamento. Com um show intimista, a cantora folk não conseguiu atrair a atenção de quem aguardava ansioso pelos gritinhos de Josephine Olausson, vocalista do Love is All.

Dizem as más línguas que a moça saiu do palco arrasada e que até rolaram lágrimas no backstage. Bom, eu não vi nada, mas onde há fumaça, há fogo.

O Love is All entrou arrasando com o seu hit Talk Talk Talk Talk e colocou o público para pular. Mesmo com um show bastante igual, onde o set list soava parecido demais, a resposta foi positiva e a simpatia do grupo conquistou os corações bandeirantes.

A balada terminou com a discotecagem do DJ Guabi (residente do Milo). Bom, o moço dispensa comentários, visto que sempre toca “o Rei” (vulgo Roberto Carlos).

No segundo dia de festa viking Maia estava muito mais à vontade. Houve, inclusive, quem derramasse elogios para a cantora sueca. Eu gostei. Ocorreu uma maior interação com o público que, por sua vez, participou muito mais do show do que no dia anterior.

E se Love is All agradou aos paulistanos pela sua obviedade, a banda geek Suburban Kids with Biblical Names “levantou” até quem estava sentado. Com um jeito bastante particular e qualidade musical indiscutível, a banda mostrou que na Suécia existem muito mais coisas do que pessoas felizes e branquelinhas.

Crédito//Foto: Ulisses Barbosa

Extra, extra

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Foto no Flickr do Dan Prates

Cidade Limpa – Um ano depois…

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“Espere por mudanças na paisagem da cidade nos próximos meses!” Foi com esta frase que abrimos um post sobre o projeto Cidade Limpa, há um ano. Hoje, 365 dias depois, o projeto faz aniversário e nossa “premonição” se mostrou correta. Um breve histórico:

A Lei Cidade Limpa, aprovada pela Câmara Municipal em 26 de setembro de 2006 por 45 votos a um, passou a vigorar em 1º de janeiro deste ano, após prazo de três meses concedido para que as empresas de mídia exterior limpassem a paisagem da cidade. A nova legislação estabeleceu o fim da publicidade nos lotes urbanos de São Paulo, atendendo determinação do prefeito de instituir uma política de combate à poluição visual.

Segundo balanço da Prefeitura, “centenas de multas foram aplicadas por conta de outdoors e placas indicativas irregulares, num total de R$ 41 milhões”. Para vocês terem uma idéia da dimensão que tomou a ação de limpeza, o Cidade Limpa foi destaque até no Boing Boing e no NYT.

E você? O que achou do primeiro ano da lei Cidade Limpa? Aprova, desaprova? A cidade realmente ficou mais limpa? Veja o vídeo abaixo e comente!

- Veja tudo o que já falamos sobre o Projeto Cidade Limpa
- Veja várias fotos de “antes e depois”
- Veja o histórico das batalhas jurídicas do Cidade Limpa

Foto no Flickr Cidade limpa.Cidade suja.

Extra, extra

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Imagem no Flickr do R.Motti.

Alegría no Parque Villa Lobos

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Foi anunciado nesta segunda-feira que o espetáculo Alegría, do Cirque du Soleil, será montado em São Paulo no Parque Villa Lobos, zona oeste. A turnê paulistana só começa no dia 7 de fevereiro de 2008, mas os ingressos já estão à venda. Impressionante!

Alegría é um estado de espírito. O show tem muitos temas: o poder e a transferência de poder com o tempo, a evolução das monarquias antigas às democracias modernas, os idosos e a juventude -tudo isso serve de pano de fundo para a vida dos personagens de Alegría. Bobos da corte, menestréis, vagabundos, antigos aristocratas e crianças povoam este universo, junto com os palhaços, que são os únicos a resistir à passagem do tempo e as transformações sociais.

Segundo os organizadores, o local que abrigará a infra-estrutura de Alegría tem uma área de 20 mil m². Além da Grande Tenda com capacidade para 2.5000 espectadores, a estrutura da trupe internacional contará com uma área de entrada de 900 m² e uma segunda lona destinada aos treinamentos de 400 m². A área total inclui ainda bilheterias, escritórios, e a cozinha, que serve refeições a todo o pessoal.

Os caras do Cirque du Soleil são “a evolução do circo”. A trupe começou como um grupo de artistas de rua em Quebec, no Canadá, chamado “Les Échassiers de Baie-Saint-Paul” e fundado por Gilles Ste-Croix. Os integrantes foram aumentando, os quadros ficando mais complexos e elaborados até que hoje são vários grupos excursionando pelo mundo.

No ano passado, a trupe se apresentou em São Paulo com o espetáculo “Saltimbanco”. Veja como foi!

Os ingressos para ver Alegría, nada baratos, vão de R$ 130 a R$ 400. Com o perdão do trocadilho infâme, uma tristeza para o assalariado…

O vídeo está no YouTube do oGaKirA A foto é de divulgação