Capitalismo selvagem do sexo

brotherl.jpg O capitalismo selvagem não dá trégua nem no ramo da prostituição. Hoje o jornal “Agora” traz uma matéria muito bem apurada sobre o que aconteceu com as garotas que trabalhavam na boate Bahamas depois de sua interdição.

Segundo o jornal, a concorrência ficou feia entre as garotas que iam ao Bahamas e aquelas que trabalham em outras casas de prostituição de luxo na cidade. No Cafe Photo, talvez o puteiro mais “refinado” de Sampa, as veteranas reclamam que as meninas do Bahamas são “vulgares demais”.

“Segundo as meninas desta casa (Café Photo), as do Bahamas estariam deslocadas por causa da alta sofisticação do lugar, freqüentado por clientes de poder aquisitivo ainda mais elevado, alguns estrangeiros”

Já as que foram para o Millenium reclamam da queda nos rendimentos. “O programa rendia no mínimo R$ 500 no Bahamas. Na casa da Aclimação, os programas dificilmente ultrapassam os R$ 300″, diz a reportagem do “Agora”.

Uma coisa é certa: seja onde for, o mercado de prostituição de luxo continua (bem) ativo em São Paulo. E a Prefeitura lacrou apenas um estabelecimento até o momento…

Foto no Flickr do Dave Gorman



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