Cores monótonas nas ruas

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Já que o assunto é carro, hoje o Chic veio com uma nota interessante sobre a predominância de carros monótonos em São Paulo:

Não sendo Land Rovers bacanérrimos em verde folha, ou Jaguares elegantérrimos em verde-Jaguar, um musgo típico da marca, ou Ferraris vermelhas comme il faut, todo o resto é… preto e prata!

É claro que eles falam dos carros “chics” (trocadilho infâme), mas se você pensar bem, essa é uma realidade paulistana. Será que é só aqui que os motoristas preferem essas cores? O que vemos nas ruas é bem por aí mesmo, com alumas exceções para o azul, o dourado (eca!) e o vermelho. Isso sem contar os táxis. A nota continua:

Tenho rodado Brasil afora, e as diversas capitais exibem nas ruas seus carros de todas as cores. Especialmente no Nordeste, em que a liberdade parece maior, a alegria mais extravasada: ninguém é tolhido pela máxima de que carros em preto e prata são melhores na hora da revenda. (…) E, quando se chega nestas cidades, vão buscá-lo no aeroporto (ainda existe este hábito!) em possantes amarelos, azuis, verdes… lindos!

O que vocês, queridos leitores (motorizados ou não), acham sobre o assunto? Será que a região do País realmente influencia as corres dos veículos? Poderia ser um tema de monografia, não?



8 Responses to “Cores monótonas nas ruas”

  1. Eu acho que o problema é mais das montadoras do que qualquer outra coisa. Só tem pronta entrega de carro preto e prata, e quem quer esperar três semanas pra receber seu carro novo?

  2. A carapuça serviu aqui: eu tenho um Palio preto…

    Mas moro em BH. O duro aqui é a homogenia da Fiat. Quase todo mundo tem Fiat.

    No meu blog eu até comento mais.

  3. Aqui no Rio encontramos a mesma monotonia de carros cinzas ou prateados, quase 80% eu diria, os demais brancos ou pretos e uma minoria inexpressiva de cores, fora desta paleta. A ressaltar apenas que os ônibus cariocas têm cores diversas — amarelos, azuis, laranjas, brancos… — e os táxis daqui continuam amarelos.

  4. Talvez porque as cores preto e prata sejam as mais fáceis pra revenda do automóvel. Já que paulista pensa pouco em dinheiro né?

  5. entendo tanto de carro quanto de fusão nuclear fria.

    mas não é porque em carros prata a sujeira e os riscos ficam menos evidentes?

    já sobre os pretos eu não sei.

  6. Gostei dos comentários e adoro diversidade de cores. Não compraria preto nem branco.

    Acrescento que em grandes centros há também a intenção de causar efeito social pela aparência.

    Branco é mais barato e comportado. Já bastam os táxis.
    Preto é mais caro, clássico mas é 99% assertivo (básico e imponente) na “aparência profissional”.
    Vermelho, pra uns que gostem. …de ferrari tbm.
    Amarelo, “pra quem pode” …comprar um porshe.
    Azul calcinha, se for um Audi A6, “pode”. Se for escuro e quse novo, provavelmente o dono tenha mais de 60 anos.
    Verde parece que vai bem com todos, no entanto fica meio inexpressivo. …sem sal.

    É igual a sapato masculino. A maioria quer causar alguma impressão, mas no final, acaba indo pelo potencioal de “assertividade”. Um saco isso.

  7. Eu também adoraria comprar carros com cores “alternativas”. Tem um páli amarelo metálico que eu sempre namorei na faculdade. Mas aí bate aquele medo de ter o carro muito desvalorizado na hora de vender. No fim das contas, fui no tradicional e comprei um preto.

    abs
    leandro

  8. Ah, acho a nota perfeita. Tenho uma caranga prata, mas não por opção. Comprei do meu irmão e tal…
    Mas acho uma chatice! Gosto mesmo é dos vermelhos!