Experiências multifacetadas

blindok.jpgHá alguns anos li uma matéria muito interessante em uma revista especializada sobre deficientes visuais que jogavam videogame. Lembro que o assunto foi deveras surpreendente que fui atrás de um personagem brasileiro para, eventualmente, fazer algo similar. E o mais incrível: encontrei! O garoto, um adolescente de São Vicente, litoral paulistano, é deficiente visual e, sim, adora games. Tentamos agendar uma entrevista em uma ocasião em que ele estivesse em São Paulo, mas acabou que a pauta não rolou por algum motivo.

Anos depois vejo no blog Gamer.br um release de um evento de games super bacana dedicado também aos deficiente visuais e penso: “Uau, até que enfim se tocaram de que existe um público, mesmo que menor, ainda carente desse tipo de movimentação”.

A responsável pela iniciativa é a universidade Uni Sant’Anna, que contou com a ajuda do Centro de Emancipação Social e Esportiva de CegosCesec e o Blind Games Brazil no projeto. O evento acontecerá entre os dias 19 e 20 deste mês e somente inscritos poderão participar.

A programação é bastante variada e discute, em suma, novas tecnologias e projetos desenvolvidos para a inclusão do cego em diversas atividades sociais.

Os deficientes visuais – total ou parcialmente – jogarão com o áudio-game, ou seja, com o auxilio de um teclado de computador, acompanhado de um sintetizador de voz e fones de ouvido.

Louvável iniciativa, não? O Sampaist vota SIM!



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