Metamorfose cinematográfica

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Começou na última quarta-feira, dia 09, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, a mostra Analógico Digital, cuja curadoria é do jornalista e cineasta Gustavo Galvão.

O objetivo do evento é discutir e refletir a chegada da tecnologia ao cinema, os impactos e primeiros resultados. Ao todo são 20 longas-metragens e 7 curtas, alguns clássicos do cinema experimental, como é o caso de Elogio do amor, de Jean-Luc Godard, e Os idiotas, de Lars von Trier.

O cinema brasileiro estará representado por Eduardo Coutinho (O Fim e o Princípio), João Moreira Salles (Entreatos), Paulo Sacramento (O Prisioneiro da Grade de Ferro) e Evaldo Mocarzel (À Margem do Concreto), documentaristas adeptos do vídeo digital para captação de imagens. Embora captados ou finalizados digitalmente, os filmes serão exibidos em 35mm, formato em que estrearam nas salas de cinema – release de divulgação do evento

Ainda durante a mostra acontece, no dia 22 de maio, o debate Estética em Formação: o processo de criação de um filme digital – interessantíssimo, diga-se de passagem – com o cineasta José Eduardo Belmonte. Gustavo Galvão estará presente como mediador.

entreatos.jpgPara os mais “hardcore” uma boa notícia: ainda durante o evento será lançado um catálogo de 64 páginas dedicado, exclusivamente, a trajetória do cinema digital.

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – SP
(próximo às estações Sé e São Bento do Metrô)
Informações: 11 3113.3651 / 3113.3652
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física, ar condicionado
Opções de estacionamentos particulares na Rua Boa Vista, Rua Senador Feijó, e Rua Libero Badaró. Confirmar dias e horários de funcionamento.

Mostra de filmes “Analógico Digital”
De 09 a 27 de maio de 2007
Ingressos por sessão: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia-entrada)
Site oficial: www.bb.com.br/cultura
Aceita cartões de crédito Visa ou Mastercard, cheque ou dinheiro
Clientes do Banco do Brasil pagam meia-entrada apresentando o cartão do Banco na bilheteria.
Horário de funcionamento da bilheteria: das 09h às 20h

Confira a programação:


Quarta, 16/05
14h30 – Buena Vista Social Club (Wim Wenders, Alemanha/Cuba, 1999, 105´)
17h – Elogio ao Amor (Jean-Luc Godard, França, 2001, 97´)
19h30 – A Inglesa e o Duque (Éric Rohmer, França, 2001, 129´)

Quinta, 17/05
14h30 – O Fim e o Princípio (Eduardo Coutinho, Brasil, 2005, 110´)
17h – Waking Life (Richard Linklater, EUA, 2001, 101´), antecedido pelo curta Superfície (Jimi Figueiredo, Brasil, 2004, 6´)
19h30 – O Prisioneiro da Grade de Ferro (Paulo Sacramento, Brasil, 2004, 123´), antecedido pelo curta Território Vermelho (Kiko Goiffman, Brasil, 2004, 12´)

Sexta, 18/05
14h30 – A Bruxa de Blair (Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, EUA, 1999, 86´), antecedido pelo curta A Menina do Algodão (Daniel Bandeira e Kleber Mendonça Filho, Brasil, 2002, 8´)
17h – A Inglesa e o Duque (Éric Rohmer, França, 2001, 129´)
19h30 – Festa de Família (Thomas Vinterberg, Dinamarca, 1998, 105´)

Sábado, 19/05
14h30 – As Bicicletas de Belleville (Sylvain Chomet, França/Bélgica, 2003, 80´), antecedido pelo curta O Lobisomem e o Coronel (Ítalo Cajueiro e Elvis Kleber, Brasil, 2002, 10´)
17h – Elogio ao Amor (Jean-Luc Godard, França, 2001, 97´)
19h30 – Lúcia e o Sexo (Julio Medem, Espanha, 2001, 128´)

Domingo, 20/05
14h30 – Entreatos (João Moreira Salles, Brasil, 2004, 117´)
17h – O Prisioneiro da Grade de Ferro (Paulo Sacramento, Brasil, 2004, 123´), antecedido pelo curta Território Vermelho (Kiko Goiffman, Brasil, 2004, 12´)
19h30 – Sin City (Robert Rodriguez e Frank Miller, EUA, 2005, 124´)

Terça, 22/05
19h – “Estética em formação: o processo de criação de um filme digital”, debate com José Eduardo Belmonte, com a apresentação de trechos do longa-metragem inédito Meu Mundo em Perigo. Mediação de Gustavo Galvão.

Quarta, 23/05
14h30 – À Margem do Concreto (Evaldo Mocarzel, Brasil, 2005, 80´), antecedido pelo curta Memória sem Visão (Marco Valle, Brasil, 2006, 18´)
17h – O Homem Urso (Werner Herzog, EUA/Canadá, 2005, 103´), antecedido pelo curta Trecho (Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina, Brasil, 2006, 16´)
19h30 – A Festa Nunca Termina (Michael Winterbottom, Grã-Bretanha, 2002, 117´)

Quinta, 24/05
14h30 – Caché (Michael Haneke, França, 2005, 117´), antecedido pelo curta A Lente e a Janela (Marcius Barbieri, Brasil, 2005, 12´)
17h – O Fim e o Princípio (Eduardo Coutinho, Brasil, 2005, 110´)
19h30 – Dançando no Escuro (Lars von Trier, Dinamarca, 2000, 140´)

Sexta, 25/05
14h30 – A Festa Nunca Termina (Michael Winterbottom, Grã-Bretanha, 2002, 117´)
17h – Elogio ao Amor (Jean-Luc Godard, França, 2001, 97´)
19h30 – À Margem do Concreto (Evaldo Mocarzel, Brasil, 2005, 80´), antecedido pelo curta Memória sem Visão (Marco Valle, Brasil, 2006, 18´)

Sábado, 26/05
14h30 – As Bicicletas de Belleville (Sylvain Chomet, França/Bélgica, 2003, 80´), antecedido pelo curta O Lobisomem e o Coronel (Ítalo Cajueiro e Elvis Kleber, Brasil, 2002, 10´)
17h – Sin City (Robert Rodriguez e Frank Miller, EUA, 2005, 124´)
19h30 – Entreatos (João Moreira Salles, Brasil, 2004, 117´)

Domingo, 27/05
14h30 – Dançando no Escuro (Lars von Trier, Dinamarca, 2000, 140´)
17h – O Homem Urso (Werner Herzog, EUA/Canadá, 2005, 103´), antecedido pelo curta Trecho (Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina, Brasil, 2006, 16´)
19h30 – Caché (Michael Haneke, França, 2005, 117´), antecedido pelo curta A Lente e a Janela (Marcius Barbieri, Brasil, 2005, 12´)



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