Os 80 anos do Instituto Biológico

instituto_biologico180307.jpgO tempo não estava lá tão firme, mas não fui uma das únicas a encarar as promessas de chuva que não conseguiram atrapalhar a festa dos 80 anos do Instituto Biológico. Ainda bem! O clima de festa da vizinhança estava ótimo e o prédio, por mais com cara de castelo do terror que ele possa ter, é belíssimo. E um detalhe: eu, que moro perto dele faz mais de 5 anos, nunca tinha reparado que ele é ROSA! Pode conferir!

O rosinha do Biológico cai muito bem com o verde que o cerca. A área é muito maior do que eu imagiva, e os prédios auxilares são muito simpáticos. No que fica à direita dos portões ficava uma série de exposições e atividades.

Dava pra fazer aulas de pintura, ikebana, ver porquinhos cor-de-rosa, um javali (!), carrapatos em seus mais variados estágios com a ajuda de uma lupa (com direito a explicações) e uns bichos-pau que não queriam de jeito nenhum sair do braço da monitora.

Nos fundos do prédio, mais surpresas. Uma vaca e uma ovelha, cada um em seu cercadinho, ficavam recebendo a atenção dos visitantes. E qual a vista que eles têm? Pro prédio do Detran e pra Oca. O mais impressionante é que você só vê os dois prédios no meio do mato, não dá pra ver nem um pedacinho de carros e de avenida, muito legal!

As prometidas barraquinhas de quitutes estavam por lá. Eu fui parar na de quibes e falafel de uma família de sírios, mas dava pra comer espetinhos, chocolates e até comida nordestina. Como atrações, muita música e corais.


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A chuva até ameaçou atrapalhar a festa, mas os participantes foram convidados a ficar no saguão do prédio e a música não parou. Teve até com direito até a tocador de cítara, Marcus Santurys, que também é morador da Vila Mariana e está à procura de fotos antigas para ajudar na restauração de seu prédio, que junto com o Biológico, é uma das mais antigas construções do bairro.



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