Acinzentado moderno

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No início do século vinte, a arquitetura e a engenharia brasileira passaram a utilizar em larga escala uma tecnologia que deveria revolucionar não apenas o universo das grandes estruturas, mas também o próprio perfil de nossas cidades. Desde então, no Brasil, a arquitetura e a engenharia baseadas no emprego do cimento se desenvolveram em progressão geométrica, a tal ponto que, hoje, pode-se falar com segurança da existência de uma verdadeira escola brasileira do concreto armado, ainda que nem todos gostem das acinzentadas obras que nascem dessa evolução.

Para ressaltar essa vertente da construção brasileira, o Museu da Casa Brasileira e a Axis Mundi Editora lançam o livro “A Escola Brasileira do Concreto Armado”, com texto de Augusto Carlos de Vasconcelos e Renato Carrieri e fotos de Lamberto Scipioni, junto com uma homenagem a Augusto Carlos de Vasconcelos. Engenheiro projetista, calculista e consultor de renome internacional, autor de vários livros, aos 82 anos de idade Augusto Carlos de Vasconcelos é o decano dos professores de engenharia do concreto armado no Brasil.

O livro traça um extenso panorama da contribuição brasileira na arquitetura e na engenharia do concreto armado. A obra demonstra que, mais que o simples desenvolvimento de uma tecnologia de construção, essa contribuição é produto de uma verdadeira saga empreendida por engenheiros e arquitetos que fizeram história e cujos nomes se tornaram conhecidos no mundo todo.

Debate e lançamento dia 27 de março, das 19 às 20h30, autógrafos das 20h30 às 22h // Museu da Casa Brasileira – Av. Faria Lima, 2705 // Tel. 3032-3727 // Estacionamento: R$ 10,00, vagas limitadas // Café do Museu: aberto



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