Magrelas em alta

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Depois da liberação das bicicletas no metrô, mais ações em São Paulo para promover as bikes: um workshop e uma exposição de fotos propõem a reflexão sobre o uso desta opção para o vaivém pela cidade.

O auditório do Edifício Matarazzo (no 7º andar da sede da Prefeitura) recebe especialistas no próximo dia 14 para discutir iniciativas e políticas públicas para o avanço do uso das magrelas com meio de transporte urbano.

No mesmo dia, também na Prefeitura, começa a mostra fotográfica “Bicicletas pelo Mundo”. Através dos cliques de cenas cotidianas, a exposição tenta contribuir para a inclusão social e a sustentabilidade ambiental e econômica dos grandes centros.

Workshop: 14 de março, das 14h às 17h// Exposição: de 14 a 23 de março// Local: Viaduto Chá, nº 15// Grátis

Imagem: site oficial do filme As Bicicletas de Belleville



One Response to “Magrelas em alta”

  1. Pude comparecer e achei bem interessante.
    Tirando os blá-blá-blás iniciais dos 3 ou 4 primeiros secretários –que não foram de tods tão irrelevantes– alguns vereadores e outros secretários do Município falavam de forma mais próxima da conversação e com discurso mais pragmático do que enquadrado nos moldes cultos da língua, fazendo-se mais próximos do público interessado.

    Os depoimentos mais interessantes foram do Scarijella (CET) (não tenho certeza da grafia) que discorria mais da essência dos problemas de convívio entre os meios de transporte motorizado e não motorizado e com os pedestres.

    E, sem dúvida o mais agradável e bem-humorado de se receber foi o depoimento do Bill Presada (norte-americano radicado no Brasil) que lidera a ONG BikeBrasil que muito despojadamente conversava com as pessoas contando sobre a função do trabalho no Terceiro Setor ligado à mobilidade por bicicleta.

    Além, de comentários sobre o aumento de 2 para 4 pessoas ao mesmo tempo no vagão do metrô e sobre a lei que exige acréscimos e mudanças –principalmente de cultura comportamental– nas ruas, alguns outros mostraram e divulgaram materiais para arquitetos profissionais e em formação para considerar elementos de acessibilidade em todos os novos projetos de construção, mostraram projetos em andamento como implantação de paraciclos e ciclofaixas exclusivas e em vias compartilhadas com o tráfego motorizado.

    Foi animador. Acredito que muitas coisas vão mudar. Algumas à força, outras mais facilmente, mas se não mudarem os paulistanos se matam por não saber conviver respeitosamente no trânsito.