Do caos ao caos na 25 de Março

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Quando a rua foi fechada em 05 de novembro do ano passado para que os pedestres pudessem andar por lá – como sempre fizeram – sem medo de atropelamento ou palavrões, a idéia era aumentar o conforto na hora do bate-perna e das compras.

Com o passar do tempo, o que os lojistas temiam aconteceu. Além das calçadas estreitas, também o asfalto se transformou em um calçadão com grande concentração de camelôs irregulares. Se isso não bastasse, há uma incompatibilidade entre os serviços contratados pela prefeitura.

Se uns varrem e ensacam o lixo, os outros não o recolhem. O resultado é que a região fica com imensos sacos parados no meio da rua. E quem sofre é o povo que tem de circular na região prensado pelo excesso de camelôs e pelo lixo. Os lojistas estão insatisfeitos, esperamos uma atitude da prefeitura, diz Miguel Giorgi Jr., presidente da Univinco – União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências.

Há dias a Univinco solicita insistentemente uma reunião com a Sub-prefeitura sem retorno. A Rua Abdo Schain, que deveria ser utilizada para carga e descarga, virou ponto fixo de carrinhos e kombis que vendem alimentos variados.

Eles prometeram manter a ordem pública, a limpeza, o controle dos camelôs irregulares e garantir a segurança. A realidade é bem outra, diz Giorgi.

Foto do Flickr rafacroffi



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