Construção mais feia da cidade

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Qual é a construção mais feia da cidade? O caderno Ilustrada da Folha de S. Paulo deste domingo convidou 17 arquitetos para eleger os prédios mais feios de Sampa.

Em uma cidade conhecida pelo crescimento desordenado, pelo urbanismo caótico e pela baixa preservação de sua memória arquitetônica, edifícios sem charme nenhum e sem ligação com o entorno não faltam. Mas alguns deles extrapolaram, segundo o olhar de alguns arquitetos.

A Sede Mundial da Igreja Pentecostal Deus É Amor, na Avenida do Estado, foi considerada a construção mais feia pelos arquitetos.

dasaalu.jpg Seguindo o templo religioso, veio o templo do consumo. O prédio da Daslu ocupa o segundo lugar, empatado com o edifício Villa Europa, “famoso por exceder o limite de altura permitido e que ainda está em obras, no Jardim Paulistano”. Clique aqui para ver todos os prédios votados pelos arquitetos.

Para o Sampaist, vários outros prédios deveriam ser incluídos na lista dos arquitetos. Temos os polêmicos projetos da família Ohtake, o Shopping Market Place… Na sua opinião, quais são os prédios que não deveriam ter saído do papel? Fale nos comentários!

A foto é de divulgação.



6 Responses to “Construção mais feia da cidade”

  1. Posso falar mesmo? Eu acho horroroso o edifício do Copan que parece um “pombal” gigante. Aliás, eu acho quase todas as obras arquitetonicas do Niemeyer horrorosas. Sorry. =(

  2. Xi, Ollie… vai arrumar polêmica com esse comentário. Eheheh.

    Gosto bastante do Copan, mas não consigo gostar do Memorial da América Latina e do auditório do Ibirapuera…

  3. Acho que eu vou ficar com a Daslu mesmo, é muito bizarro.

  4. Pra mim prédio feio são esses caixotes marrons sem terraço, quadrados e altos. Tem aos montes por aqui… os do Ohtake pelo menos são exóticos e quebram essa mesmice.
    Na Paulista tem uns dos anos 80 bem feios também, que tem irmãos gêmeos na Faria Lima. ô época cruel.

  5. Os prédios da região da Estação da Luz são horríveis. Claro que não estou falando do que viraram museus e sala de concertos, mas sim os cortiços.

  6. O edifício Santa Catarina, aquele foguete do Ruy Ohtake na Paulista. Mas ele já rebate: “se eu me preocupar com a crítica, vou ficar tolhido, fazendo arquitetura de 30 anos atrás”. E, pra contrabalancear, adoro o Unique.