Feliz Ano Novo

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É provável que o próximo post só venha em 2007. Nós do Sampaist desejamos a todos os leitores e amigos um feliz ano novo e esperamos todos aqui em janeiro com muito mais posts e novidades sobre a cidade de São Paulo.

Foto no Flickr do Mark Twells.

Festa brasileira na São Silvestre

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A Avenida Paulista foi o palco da festa brasileira na 82º Corrida de São Silvestre. Debaixo de forte chuva, a brasileira Lucélia Peres ganha a São Silvestre feminina, quebrando um jejum de quatro anos e dando ao Brasil seu quinto título na corrida.

corridassilvestre1.jpg Durante a corrida masculina, a chuva estava ainda mais forte. Os três primeiros lugares ficaram com brasileiros. Franck Caldeira em primeiro, com tempo de 44’06’’, seguido por Clodoaldo Gomes e Paulo Alves dos Santos.

Assistir à corrida ao vivo é uma experiência impagável. O Sampaist esteve por lá, tomou muita chuva e conseguiu identificar pelo menos 4 tipos de torcedores. Vamos a eles:

Torcedor de estádio: é aquele que não percebe que não está no Pacaembu torcendo para o Timão. Grita com os corredores e ensaia uma “ola” com o resto da torcida. “Corre!”, “Raça!” e “Vamos lá!” são os gritos mais tradicionais para esse tipo de torcedor.

Torcedor incentivador: é aquele que acha que incentivando o atleta ele irá correr mais rápido ou tomar o último fôlego para a subida da Brigadeiro. Geralmente é um tiozão ou tiazona fora de forma que sonha em um dia participar da corrida. “Força!”, “Estamos com vocês!” e “É isso aí” são os gritos de incentivos mais proferidos.

Torcedor sacana: esse não vai para torcer. Ele quer mesmo é zuar e fazer graça com os atletas. Geralmente são grupinhos de adolescentes que se juntam para caçoar do mau preparo físico alheio. “Vai rolando, gordinho!” e “Nesse ritmo só chega no ano que vem” são os únicos comentários publicáveis em um blog de família.

Torcedor patriota: esse é o tipo mais comum e também mais chato. Filhotes de Galvão Bueno, só aplaudem os brasileiros (ou os que se parecem com brasileiros). Antes da corrida entoam o corinho “Brasil, Brasil, Brasil” e na hora da chegada gritam como se a seleção brasileira fosse hexa na Copa do Mundo…

Após o fim da corrida, guindastes e caminhões já davam os últimos retoques para a festa de passagem de ano na Avenida. Pelo que pudemos ver, vai ter muita barraquinha vendendo cerveja e cachorro-quente. Isso se a chuva parar um pouco e não encharcar toda a comida…

E você, gosta de torcer na São Silvestre? Existe algum outro tipo de torcedor? Deixe seus comentários abaixo!

Tchau, 2006: vitória na São Silvestre, chuva e shows na Paulista

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Nos últimos suspiros de 2006, uma tarde de fortes chuvas para lavar a alma, causar transtornos e deixar a zona leste em estado de atenção, a brasileira Lucélia Peres ganha a São Silvestre feminina, quebrando um jejum de quatro anos e dando ao Brasil seu quinto título na corrida e os três primeiros lugares da versão masculina ficam com brasileiros. Franck Caldeira em primeiro, com tempo de 44’06’’, seguido por Clodoaldo Gomes e Paulo Alves dos Santos.

E alguns leitores perguntaram qual será a ordem e o horário de cada show na festa de virada de ano da Paulista. Esses dados não foram divulgados, e a ordem será a seguinte: grupo Antônia abre a noite, por volta das 20h30. Depois vem KLB e em seguida a Rita Lee, que faz a contagem regressiva para o Ano Novo. Após a Rita Lee, entra a banda Calypso e o Netinho encerra as festividades por volta das 2h30 da manhã.

Seqüências à parte, os números da festa são gigantescos: estima-se 2 milhões de pessoas, 15 minutos de espetáculo pirotécnico – 80 mil tiros e 3 mil bombas multicoloridas – 5 milhões de confetes metalizados, 10 mil balões brancos, 80 barracas de alimentação licenciadas, 300 banheiros químicos, 1.300 policiais militares e homens da guarda civil, 400 seguranças particulares, 10 ambulatórios com materiais e equipamento de pronto atendimento e 10 ambulâncias com médicos e enfermeiros e UTI móvel.

Ufa! Para fazer jus ao tamanho da capital paulista.

Foto de Lucélia Peres do Flickr do Josa Jr e do Franck Caldeira do Flickr do Bruno Cantini.

Comunidade Sampaist

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Para quem nos acompanhou durante esses seis meses de vida e, esperamos, estará com a gente em 2007, para saber tudo que rola na cidade que congestiona, mas nunca pára, fica uma sugestiva dica: entrar para a nossa comunidade no Orkut!

É rápido, fácil, indolor e prazeroso ao cabo de tudo. Um complemento para toda a interatividade que rola aqui e também um espaço para que possamos ver as caras uns dos outros, amigos em comuns, dar aquela fuçada básica e tal…

Clique aqui e participe da comunidade Sampaist no Orkut!

Corrida para fechar o ano

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Finalmente chegamos ao fim de 2006, ano que para muitos não deixará muitas saudades (né, Saddam?). Para encerrar com chave de ouro e físico em forma, nada melhor que uma corridinha básica pelas ruas da cidade na 82º Corrida de São Silvestre.

Neste domingo, cerca de 15 mil atletas amadores e 100 corredores de elite irão correr um percurso de 15 quilômetros de subidas e descidas pela Avenida Paulista e o centro da cidade. A programação começa às 15 horas, com a largada para os atletas portadores de necessidades especiais. A elite feminina larga às 15h15 e o masculino, a partir das 17 horas, sempre em frente ao Masp, na avenida Paulista.

E se esporte não é bem sua praia, você pode também acompanhar os competidores pela televisão ou ao vivo, ficando nas calçadas por onde eles passarão. Quem sabe você não flagra um louco invadindo a pista como aconteceu na última maratona olímpica com o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima.

Imagem no Flickr do Andrei Bonamin.

Retrospectiva Sampaist – Entrevistas

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Além dos posts regulares, 2006 também foi o ano de entrevisrtas para o Sampaist. Bandas, designers de camistetas, DJs, donos de baladas, jornalistas… Tem entrevista para todos os gostos!

A primeira entrevista feita pelo Sampaist foi com a banda carioca Moptop, no começo de outubro. “Sempre citada como o “Strokes nacional”, o grupo formado há três anos tenta fugir desse rótulo absorvendo novas influências. A comparação não incomoda, mas eles querem mostrar que nem só de Nova York vive o novo rock carioca”. Clique para ler a entrevista!

Eu acho São Paulo a cidade que mais curte ritmos no Brasil, do funk ao samba, do eletro ao maracatu, tudo tem espaço e a moçada se joga bonito“. Foi assim que os pernambucanos da banda Monjolo definiram a cidade em entrevista publicada em outubro. Clique para ler!

hurtmold2.JPG A banda paulistana Hurtmold, que continua desafiando aqueles que adoram rotular gêneros musicais, foi nossa segunda entrevistada. O Sampaist conversou com o vocalista – também responsável pelo teclado, vibrafone e escaleta – Guilherme Granado, um apaixonado pela Lapa! Clique aqui para ler a entrevista!

Os Efervescentes, banda gaúcha que fez temporada aqui em Sampa, também foi vítima das nossas perguntas. Perguntados se preferem Beatles ou Rolling Stones, eles saíram pela tangente e responderam: “Teu pai ou tua mãe? Impossível! Não tem um sem o outro. Mas ficamos com o Bob Dylan“. Clique aqui para ler a entrevista!

No começo de novembro, entrevistamos o DJ Alex S. Alex S começou sua carreira de DJ e produtor lá em 92, quando contribuiu para a organização da primeira rave no Brasil. Confira o papo que batemos com ele.

Em novembro entrevistamos também a jornalista Adília Belotti, editora de conteúdo dos sites do portal iG e autora do livro Toques de Alma – Um Olhar Feminino. Afinada em temas como o universo feminino, espiritualidade e bem-viver, consegue enxergar beleza e paz em meio ao caos urbano, e compartilhar e mostrar isso a quem está ao seu redor. Clique aqui para ler a entrevista!

“Música boa é a que te faz dançar”. Essa é a premissa da dupla Alexandre Matias e Luciano Kalatalo, que promovem a festa “Gente Bonita Clima de Paquera”. Para eles, Sampa precisa de lugare para se divertir “sem patrulha, segmentação. Chega desta coisa da “turma do rock”, o cantinho dos clubbers ou o refúgio dos indies deprimidos”. Clique aqui para ler a entrevista!

FLAVIA.jpg Uma das entrevistas que gerou mais comentários e recomendações no primeiro ano de Sampaist foi com a dona do Lov.e Club & Lounge e do recém inaugurado Loveland, Flávia Ceccato. Ela praticamente abandonou a moda, sua primeira paixão, para se tornar a mulher mais poderosa da noite paulistana. Clique aqui para ler a entrevista com a empresária!

“Aos seguidores de Paco, Jesus e Loco, um recado: se joga hype: balança esse cool!!!. Dançar é bom e eles gostam: chega de ser blasé na pista”! Foi nesse clima de festa que o Sampaist entrevistou a banda Los Pirata no fim de novembro. Clique aqui para ler!

Em um clima “brejo-psicodélico”, a banda carioca Supercordas falou ao Sampaist antes do lançamento do disco “Seres Verdes ao Redor: Música para Samambaias, Animais Rastejantes e Anfíbios Marcianos” (Trombador Discos). O desenho do encarte, feito em aquarela, é impressionante. Se saísse em vinil, ia virar item de colecionador logo, logo. Clique aqui para ler a entrevista!

O Sampaist entrou em ritmo de festa em dezembro, quando comemoramos nossos 6 meses de existência em uma balada no Studio SP, na Vila Madalena. Para celebrar em grande estilo, entrevistamos os djs Marcelo Costa e Carlos Freitas, que, ao lado de Tatá Aeroplano, discotecaram na festa. Entrevistamos também o pessoal da banda Imperdíveis, responsáveis pelo show da noite. Os caras da Obra, que fizeram nossas camisetas, também foram entrevistados pelo Sampaist.

Ale Blanco, blogueira do apetitoso Comidinhas e uma apaixonada por sabores, foi a última entrevistada de 2006. Ela deu dicas desde o dry martini do Terraço Itália até o hambúrguer do Seu Osvaldo, no Ipiranga. Clique aqui para ler a entrevista!