O ano em que meus pais saíram de férias

_oanoemque1.jpg
_oanoemque2.jpg Em temperatura de Mostra de Cinema, a ProCultura recebeu alguns convidados para a pré-estréia do filme “O ano em que meus pais saíram de férias”, no Cinemark do Shopping Villa-Lobos, que cedeu o espaço e muita pipoca e Coca-cola bem quentinhas.

Na fila da bomboniére, o homenzarrão Arnaldo Jabor, com aquela voz cavernosa fez fuzarca porque queria sua pipoca de graça, alegando que era convidado.

Em contrapartida, Marisa Orth, toda descabelada e de cara lavada, enfrentou fila para entrar, para comprar pipoca – sim, ela pagou! – e na saída engatou um longo papo com José Serra, que foi embora de carona com a esposa Monica, exímia motorista que não passou dos 65km/h na Avenida Professor Fonseca Rodrigues.

Bruna Lombardi, disfarçada com um boné de couro marrom e o marido Carlos Alberto Riccelli tentavam passar despercebidos.

Cao Hamburguer sempre simpático e solícito falava com todos, abraçava os atores e atendia os repórteres.

Num cantinho do foyer das salas de exibição, os atores do filme conversavam, riam e tiravam fotos com quem pedia.

Sarah Oliveira, irmã do diretor de Tapa na Pantera – ah, sim, e repórter da Globo – posava para fotos em um vestidinho roxo com uma mega fenda nas costas.

Serginho Groisman perdeu o ticket do estacionamento e negociou elegantemente sua saída no balcão de pagamento.

A festa na Cinemateca Brasileira rolou até muitas horas, com todos os famosos, semi-famosos, aspirantes a famosos, atores, diretores, alternativos e a descolândia magnética que nunca perde um rendez-vous.

Quer saber sobre o filme? Feridas ainda doídas da ditadura. O período é visto pelos olhos de uma criança e o tempo é contado em partidas de futebol da Copa de 70, sustentado pelas barbas da comunidade judaica. Corra para ver!

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