Moptop na ponte-aérea

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A banda carioca Moptop esteve na cidade nesse último final de semana e falou com o Sampaist!

Sempre citada como o “Strokes nacional”, o grupo formado há três anos tenta fugir desse rótulo absorvendo novas influências. A comparação não incomoda, mas eles querem mostrar que nem só de Nova York vive o novo rock carioca. The Clash e The Cure aparecem como referências mais antigas, enquanto Franz Ferdinand e Bloc Party representam o gosto musical atual dos meninos.

Formado por Gabriel Marques (vocal, guitarra), Rodrigo Curi (guitarra), Daniel Campos (baixo) e Mario Mamede (bateria), o Moptop acompanha a mais nova regra do rock nacional: cantar em português. O inglês “strokes” das primeiras composições foi limado pelo português “los hermanos” no primeiro CD, que tem festa de lançamento hoje no Rio de Janeiro.

Sucesso instantâneo, o hit “O rock acabou”, fez com que o disco fosse baixado mais de 15 mil vezes no site oficial da banda. Mas logo que assinaram contrato com uma gravadora, as músicas para download foram retiradas e disponibilizadas para compra online (elas ainda podem ser ouvidas na íntegra, no entanto).

moptop4.JPG Leia o que esses cariocas disseram sobre a cidade:

1 – Por que os leitores do Sampaist devem conhecer o Moptop?

Quem gosta de rock provavelmente curtirá o Moptop. Tem um pouco de tudo…tanto o rock antigo de bandas como The Clash e Beatles como também o som de bandas novas como The Strokes e Franz Ferdinand.

2- Para quem nunca ouviu Moptop: por qual música começar?

Todas são importantes mas “O Rock Acabou”, “Tão Certo” e “Moonrock” são bons cartões de visita.

3 – O que é melhor: abrir para o Oasis ou tocar em algum clube de garagem?

Adoramos tocar em inferninhos, mas não é todo dia que temos a oportunidade de abrir para uma banda como o Oasis. Fico com a primeira opção.

4 – O mundo vai acabar em 24 horas. Como você passaria o dia em São Paulo?

Não conheço muito ainda, mas seria algo como: Café da manhã na Bella Paulista, cerveja em algum boteco, almoço no Sujinho, mais cerveja em algum boteco da Augusta, show na Outs ou Funhouse, de preferência do Cachorro Grande ou Daniel Beleza.

5 – Qual foi o melhor lugar que vocês já tocaram em Sampa? E o pior?

Os melhores foram no Credicard Hall abrindo para o Oasis e um dos nossos primeiros shows na Funhouse. O pior foi um show que fizemos para 3 pessoas (incluindo o DJ) em um pub que prefiro não citar o nome.

6 – Em qual lugar vocês não tocam nem por decreto?

Por enquanto, tocamos em qualquer lugar desde que o equipamento de som seja decente.

7 – Depois dos shows, a larica da madrugada é onde?

Padaria Bella Paulista. Sempre ficamos em um hotel bem próximo à padaria.

8 – Que música toca na sua cabeça quando chega à cidade?

Alguma do Ramones (não sei bem porque) e a clássica Rua Augusta do Raul Seixas.

9 – Pergunta clássica bairrista: Rio ou São Paulo? Por que? :-)

Rio. Adoro as pessoas de São Paulo que são em geral mais loucas e excêntricas (como eu gosto). Mas a beleza natural do Rio é incrível.

10 – Quer mandar um beijo para qual paulistano?

Acho a Rita Lee foda…mandaria um beijo para ela.

moptop6.JPG Fotos de divulgação. A capa do CD é do ilustrador J. L. Benicio.

Ouça Moptop.

Veja o clipe da música “O Rock Acabou”.

Clique aqui para comprar o cd.



2 Responses to “Moptop na ponte-aérea”

  1. que bonita essa capa.
    e eu tbem mandaria um beijo pra Rita Lee.
    pelo jeito eles tbem viciaram num croissant na chapa, hein Ana? ;-)

  2. Eu quero mandar um beijo para Los Ticos de Sampaist e para o Lanny Gordin!
    E viva a Bella Paulista!
    Moptoptoptop