Noites do Terror 2, a missão – Eu só trabalho aqui, moço!

playcenter_chapeumexicano.jpgEu fui brava o bastante para aceitar o convite para ir ao Playcenter. A última vez que fui era também a minha primeira visita à São Paulo, quando eu tinha 9 anos, eu basicamente lembrava do Viking e da Mansão do Terror.

O Chapéu Mexicano já zoou o meu estômago de primeira, e fiquei até o último minuto na fila da montanha russa pensando se realmente iria encarar a volta. Fui, esmaguei Lucas, mas saí inteira. Meio zonza, é claro, mas inteira, sem ter dado vazão aos meus conteúdos estomacais (irc!).

Nisso já era a hora do show dos monstros, que em alguns momentos lembrava um palco cheio de go-go-boys, apesar da presença do “dêmu”. Depois que os monstros deixaram o palco e começaram a circular pelo parque, um monstro-dj-go-go-boy promovido começou a pedir para quatro outros monstros-ajudantes-de-palco a dançar até o chão. Sim, era o Bonde do Terror! Pra ficar completo, eles chamaram pessoas da platéia, que não hesitaram na hora de requebrar. O horror, o horror!

Como eu tomo susto por qualquer coisa, como já dedou Lucas, qualquer movimento estranho ao meu lado me fazia pular. Eu até cheguei a gritar de susto por causa de um grito que Carol deu. Numa dessas, eu me encolhi por causa de um vulto com uma capa preta e objetos compridos na mão. Era só uma funcionária da limpeza do parque, que saiu falando “eu não sou monstro não, eu só trabalho aqui!”.

Depois dessa, cheguei ao saudoso Viking. E depois de umas boas balançadas com direito à vista de São Paulo do alto e garoa nos cabelos, acho que fiquei bem perto de ser confundida com um dos monstros… AAAAAAAAAAAAAH! :D

Enfim, sustos, gritos e diversão, mesmo que involuntária. Eu recomendo! :D



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