O Conjunto Nacional e o Relógio Itaú

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O Conjunto Nacional nasceu da idéia de se criar em um mesmo ambiente um grande hotel e um centro comercial. O projeto, ambicioso para uma época em que a Avenida Paulista ficava “longe” do centro da cidade, não conseguiu a autorização da Prefeitura e teve que ser modificado.

No lugar de um hotel foram construídos três conjuntos de 25 andares, um residencial e dois comerciais, que ficaram prontos em 1962. Hoje a fachada e o entorno do Conjunto são tombados pelo Condephaat (Conselho Estadual de Preservação) por seus

“conceitos da arquitetura moderna, como fachadas independentes, teto-jardim e brises, que evitam a incidência direta de raios solares na fachada”.

O relógio luminoso do Itaú, que funciona no topo do Conjunto Nacional desde 1976, substituiu o relógio da Willys que esteve no local por 16 anos. Em 1992 ele passou por uma modernização.

“o atual relógio é constituído por um complexo eletrônico de última geração, controlado por um computador que marca a hora e a temperatura, legíveis a 15 km de distância. Tem 2.400 m2, dividido em três faces, e está apoiado numa estrutura de aço que pesa 230 toneladas”

O Conjunto Nacional e o relógio do Itaú são marcos da Avenida Paulista e povoam o imaginário coletivo do paulistano. Quem nunca ouviu a história do senhor que vive isolado no topo do prédio? Ok, muita gente! Mas você não tem vontade de ver a cidade lá de cima?

Foto do Flickr Massao



One Response to “O Conjunto Nacional e o Relógio Itaú”

  1. Cara, muito bom terem falado do conjunto nacional. Fui fazer um trabalho sobre eles e o pessoal que cuida da parte de cultura de lá são muito esforçados, se ve que não ganham lá milhões e fazem porque curtem!
    Parabéns sampaist por valorizarem tais locais!
    Abraços