10 Agosto 2008 | Imagens da cidade | Por Frank Martins

Construído em 1929, o Viaduto Santa Tereza foi projetado pelo engenheiro Emílio Baumgart, na época um expoente entre os profissionais das estruturas de concreto armado no Brasil, que atuou junto ao grupo modernista carioca, formado por Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, entre outros.
Desde a sua inauguração, o viaduto é um dos principais cartões postais da cidade, servindo como referência urbana para várias gerações de escritores e artistas:
“Subíamos o mesmo caminho,
Ele com um peso nas costas
Eu leve como passarinho…”.
Carlos Drummond de Andrade
Assim, como quem passa debaixo do Arco-íris se encanta, o arco-íris figurativo do viaduto, encantou o poeta e outros que vieram depois dele, passariam pelo mesmo “batismo literário” dos arcos do Santa Tereza, como: Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Murilo Rubião, Alphonsus Guimarães Filho.
Com o passar do século, o trânsito de cidade grande fez com que o viaduto tivesse que passar por diversas reformas. O tombamento como patrimônio cultural aconteceu apenas na década de 90, transformando a travessia em parte integrante do conjunto arquitetônico da Praça da Estação.
Foto do Flickr do Th!@go Carvalho.
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05 Julho 2008 | Imagens da cidade | Por Frank Martins

No centro de Belo Horizonte está o Mercado Central, centro de comércio e grande atração turística de Belo Horizonte. O mercado foi criado em 7 de setembro de 1929 com o intuito de reunir num só local os produtos destinados ao abastecimento dos então 47.000 habitantes da cidade. Ao longo dos anos foi ampliando suas atividades e hoje além de produtos alimentícios pode-se encontrar lá desde artesanato a animais de estimação, de artigos religiosos a relojoaria, dentre várias outras especialidades em suas 400 lojas. Essa diversidade fez do Mercado Central um centro popular da cultura mineira, onde há o convívio de realidades sociais diversas que o tornam ainda mais interessante. No mercado Central se encontra desde animais, flores, artesanatos, frutas, queijos de todos os tipos e comidas. Um prato famoso de tira-gosto é fígado com jiló.
Foto do Flickr do a.Berbe.
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28 Junho 2008 | Imagens da cidade | Por Frank Martins

Imagem da Igreja de São Francisco de Assim, na região da Pampulha. Inaugurada em 1943, a igreja apresenta o projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer e o cálculo estrutural de Joaquim Cardoso. Um dos principais cartões postais de Belo Horizonte foi o último prédio a ser inaugurado do conjunto arquitetônico da Pampulha.
Imagem do Flickr do swperman.
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20 Maio 2008 | Consumista, Imagens da cidade, Notícias: BH | Por Frank Martins

Quanto custa manter o seu melhor amigo limpo e cheiroso? Calma, não estou falando daquele amigo que vai todo domingo tomar cerveja com você e assistir jogo de futebol na televisão. Mas sim daquele companheiro de todas as horas para os momentos de solidão das grandes cidades. O amigo da vez que estou falando é o seu cãozinho estimação!
Dependendo da sua obsessão com higiene e da necessidade do animalzinho, os serviços de com pet shop em BH ficam, no mínimo, entre R$100 e R$ 120. Isso caso o seu cachorrinho for de pequeno porte como um Poodle Toy. Nesse valor estão incluso quatro banhos e uma tosa, não contanto com os gastos de alimentação e medicamentos, que são obrigatórios. A variação de preços desses serviços podem variar até 167% na capital mineira, segundo pesquisa realizado pelo site Mercado Mineiro.
Outro serviço que está em alta no mundo cão são as hospedagens em épocas de feriados. O dono do cãozinho deixa o seu amigo aos cuidados do pet shop e pode viajar numa boa. Enquanto o dono passeia, o eu cão vive uns dias de estrela num quase SPA. Mas o proprietário pode se preparar para as despesas, pois dependendo do tamanho do cachorro, se for um labrador, por exemplo, a diária chega a custar até R$30,00. Valor bem superior a de um Yorkshine, que chega até R$ 9,00.
Uma dica importante para os donos dos cachorros é quanto a alimentação do bichinho. Muitos pet shops disponibilizam a ração, mas o mais indicado é que o proprietário leve a ração que o cão esta acostumado.
Fotdo do Flickr do @c.
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17 Maio 2008 | Artes & Eventos, Imagens da cidade | Por Mayra Lopes
Durante todo o mês de abril e maio, quem passou pela Praça da Liberdade e pela Praça JK, pôde admirar algumas das arrojadas obras do mineiro e meu conterrâneo (sim, da pequena Paraisópolis!) Amilcar de Castro (1920-2002). Considerado a maior expressão das artes plásticas de sua época, Amilcar deixou um legado digno da mostra que reúne 180 peças – 85 delas inéditas – também expostas na Casa Fiat de Cultura, até dia 25 de maio.
As esculturas são em aço de corte; corte e dobra, dobra e desenhos, 36 peças redondas, além de 16 esculturas de corte em madeira nunca expostas no Brasil. Outro ineditismo é o conjunto de quatro portais de 4,8 metros de altura.

A comissão curadora da mostra é formada pelo colecionador Márcio Teixeira, o jornalista Sérgio Rodrigo Reis e Rodrigo Castro, filho de Amilcar de Castro. A exposição também passará por Ouro Preto e Dom Silvério, onde será montado um museu a céu aberto. Quem não viu vale à pena aproveitar a última semana da arte gratuita e tão grandiosa.
Quando: de 28/3 a 25/5, de terça a sexta, das 10h às 21h. Sábados, das 14h às 21h
Onde: Casa Fiat de Cultura (rua Jornalista Djalma Andrade, 1250, Belvedere - Nova Lima, MG) e nas praças JK e da Liberdade, em Belo Horizonte
Quanto: entrada franca
Foto: Flickr da Lori M.
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