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Radar “caça-níquel” no Anel Rodoviário

Após um dia da instalação do radar móvel, que tenta substitui as barreiras eletrônicas desligadas há um ano em pontos considerados críticos no Anel Rodoviários de Belo Horizonte, a Polícia Militar Rodoviária flagrou mais de mil motoristas “desabercebidos” que dirigiam acima da velocidade de 80 km/h, em menos de 30 horas. Na média é mais de uma multa por minuto.

Ao todo, em Minas, 115 barreiras eletrônicas não funcionam, desde que o contrato de prestação de serviço venceu, há um ano. De acordo com o Dnit, foi aberta nova licitação e uma das empresas concorrentes questiona o processo na Justiça. O Dnit recorreu, mas ainda não há solução e nem prazo para que os radares fixos voltem a funcionar.

Conforme a polícia, o novo aparelho será utilizado dentro o período de 7h às 19h. Durante à noite o radar ainda não é utilizado, mas adaptações como, por exemplo, a instalação de flash, estão sendo feitas para que ele opere 24 horas e percorra os 26 quilômetro de extensão da rodovia. Mas de acordo a corporação, a prioridade do uso do aparelho é principalmente nos horários de maior movimento da rodovia, como os rushes de começo e fim do dia.

Multas
O valor das multas, segundo a polícia, podem variar entre R$ 127 e R$ 570 e são calculadas de acordo com a velocidade registrada no aparelho. O motorista ainda conta com uma tolerância de 10%, ou seja, o veículo pode atingir até 88 km/h. Quanto a possibilidade de recorrer, a corporação esclarece que o motorista tem o dirento de entrar com um recurso junto à órgãos de trânsito como o Departamento de Trânsito (Detran) e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF).

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